[VÍDEO] ⚠ URGENTE: Comunicado do PT da Argélia sobre o estado de saúde de Luísa Hanune

[VÍDEO] ⚠ URGENTE: Comunicado do PT da Argélia sobre o estado de saúde de Luísa Hanune

O Partido dos Trabalhadores da Argélia alerta a opinião pública sobre a situação preocupante do estado de saúde de sua secretária geral, Luísa Hanune, que está entrando em seu nono mês de prisão. “Nós apelamos a multiplicar as tomadas de posição, as mensagens às embaixadas da Argélia, a organização de delegações às embaixadas e/ou consulados e a tomar todas as iniciativas para tornar pública esta situação, apelando a todas as organizações operárias e democráticas, aos militantes e defensores dos direitos humanos.” A JRdoPT atende e reforça este apelo. 📝 MODELO DE MOÇÃO 📝 À Embaixada da Argélia em Brasília,Ao governo da Argélia, Com grande angústia e inquietação tomamos conhecimento do agravamento do estado de saúde de Luiza Hanune, Presidente do Partido dos Trabalhadores da Argélia, injustamente encarcerada na prisão de Blida desde 9 de maio de 2019. A vida de Luiza Hanune é responsabilidade do estado argelino ao qual apelamos pela sua liberdade imediata e incondicional. Assina (entidade, dirigente) ‼ VOCÊ DEVE ENVIAR SUA MOÇÃO PARA: 1⃣ EMBAIXADA DA ARGÉLIA EM BRASÍLIA SHIS – QI 9 – Conjunto 13 – Casa 1 CEP: 70.742-900 FAX: 61-3248-4691 (não tem endereço de email) 2⃣ GOVERNO DA ARGÉLIA FAX: 00-213-21-71-79-27 (não tem endereço de email) ‼ PEDIMOS QUE CÓPIAS DE TODAS AS TOMADAS DE POSIÇÃO E MOÇÕES SEJAM ENVIADAS PARA: [email protected] [email protected]

Comitê internacional debate a resistência dos trabalhadores do mundo todo

Comitê internacional debate a resistência dos trabalhadores do mundo todo

Entre os dias 28 e 30 de novembro do ano passado, em Paris, aconteceu o 2° Encontro da Comitê Internacional de Ligação e Intercâmbio – CILI, cuja responsabilidade foi de debater a resistência internacional dos trabalhadores do mundo todo em resistência aos ataques do imperialismo. Com delegados de 4 continentes, a CILI adotou a seguinte declaração:

Um diálogo com jovens franceses

Um diálogo com jovens franceses

Mobilização estudantil contra os ataques do governo Macron No dia 2 de fevereiro, a convite da Alliance des Jeunes Revolutionners (Aliança de Jovens Revolucionários, AJR), uma organização de jovens franceses participei, como militante da juventude Revolução do PT, de uma reunião em Paris. Na conversa, os militantes da AJR explicaram problemas que afetam os jovens franceses e como a mobilização da juventude sintoniza-se com as mobilizações dos coletes amarelos. Ao longo do último período os jovens franceses se mobilizam contra a política do governo Macron. Por exemplo, o “Parcousup”, que restringe o acesso ao ensino superior parar milhares de jovens, contra o aumento da taxa de inscrição nas universidades e contra a reforma do ensino médio que retira disciplinas e destrói uma base comum curricular entre as escolas. Em novembro, já com o início das mobilizações dos coletes amarelos, estudantes ocuparam liceus. Agora, como no último dia 5, os jovens saem às ruas para se manifestar com os coletes amarelos, levantando suas reivindicações. A resposta de Macron é a violência policial. Já são mais de 2 mil feridos por balas de borracha ou estilhaços de granada. Dentre os feridos está Louis Boyard, presidente da União Nacional dos Liceus – UNL, que afirmou “Um governo que utiliza a violência em particular contra a juventude, é um governo que tem medo, é um governo prestes a se curvar. Nós o faremos curvar-se!”. Na conversa com os jovens da AJR eles destacaram que é a força nas ruas que pode virar o jogo, e ressaltaram a importância de realizar assembleias nas escolas, universidades e locais de trabalho. Nesse debate com a AJR, evidencia-se a relação entre a situação da juventude na França e a luta feita pela juventude no Brasil, por um futuro a partir da defesa dos direitos e das organizações que estão sob linha de ataque, a serviço do capital financeiro.. Sarah Lindalva Publicado originalmente no jornal O Trabalho nº 842.

Nem golpismo nem intervencionismo na Venezuela!

Nem golpismo nem intervencionismo na Venezuela!

Reproduzimos abaixo a nota publicada pelo Coletivo Trabalho e Juventude (aderente do Acordo Internacional dos Trabalhadores) sobre a situação da escalada golpista intervencionista na Venezuela. Para nós, Juventude Revolução do PT, não resta pedra sobre pedra acerca da ofensiva do Imperialismo estadunidense contra a soberania do povo venezuelano. A “crise humanitária” que o país está vivendo faz parte do combate Norte Americano para se apossar do petróleo da Venezuela, assim como foi na Líbia, Síria, Iraque. Assim como o PT repudia a intervenção na Venezuela , nós também repudiamos toda e qualquer forma de intervenção contra a autodeterminação dos povos. Rejeitamos toda a política imperialista que quer nos tirar uma perspectiva de futuro em nome das cifras para a burguesia.Tirem as garras da Venezuela! Nem golpismo nem intervencionismo!Reconhecimento de Nicolás Maduro como presidente legítimo da Venezuela! Em defesa da soberania, das conquistas e da autodeterminação de nossa nação Nós, dirigentes sindicais, militantes do movimento operário, trabalhadores, jovens, agrupados no coletivo Trabalho & Juventude, participante do Acordo Internacional dos Trabalhadores e dos Povos (AcIT): Declaramo-nos contrários à intentona golpista contra nossa pátria, promovida de maneira direta pela intervenção do imperialismo estadunidense e do cartel de Lima, com a autoproclamação como presidente de Juan Guaidó, usurpador ilegítimo, no qual ninguém votou para ser “presidente encarregado”, e cuja principal função é servir de alavanca para as políticas ditadas pela Casa Branca, que não busca outra coisa senão estabelecer a ilusão de duplo poder visando a acelerar uma crise para desagregar o Estado-nação, seja por um conflito interno ou por uma possível intervenção militar direta, apoiada por Donald Trump e por seus agentes diretos na América Latina, como Bolsonaro, Macri, Piñera, Duque, o governo do Canadá e os governantes da França, Alemanha, Espanha, ajoelhados diante da política de Donald Trump e acompanhando a política intervencionista e bélica do imperialismo. A intromissão imperialista atual na Venezuela não é nova. Em 11 de abril de 2002 estiveram por trás daquele golpe de Estado contra o presidente Chávez, quando reconheceram o ditador Pedro Carmona Estanga. O mesmo na paralisação petroleira em 2003. Em 2017 orquestraram os bloqueios violentos das ruas (“guarimbas”) provocando a morte de 131 pessoas. O governo estadunidense organizou, treinou, financiou e armou a tentativa de assassinato contra Nicolás Maduro; o bloqueio econômico, a campanha de desinformação e calúnias contra o governo. Outra vez é o petróleo que move o golpe. O usurpador Juan Guaidó, sob o pretexto de restabelecer a ordem democrática e o combate à crise humanitária, não demorou muito para externar as verdadeiras razões pelas quais se mobilizam os agentes internacionais. Tem relação com a indústria petroleira e percebe-se a premeditação. Entre os planos imediatos do recém proclamado “governo de transição”, aparece a renovação da Diretoria da empresa Citgo Petroleum Corporation, filial da PDVSA, com capacidade de operação de 750 mil barris diários, equivalentes a 4% do total refinado nos Estados Unidos. Guaidó prevê a criação de “uma nova lei nacional de hidrocarbonetos que estabeleça termos fiscais e contratuais flexíveis para projetos

Após décadas, Chile aprova gratuidade do ensino superior

Após décadas, Chile aprova gratuidade do ensino superior

Após décadas sob um sistema educacional construído na ditadura de Augusto Pinochet, o congresso Chileno aprovou no dia 24 de janeiro, a lei do ensino superior que estabelece a gratuidade universal. Vigente desde 1980, o sistema educacional chileno tirou a responsabilidade de fornecer uma Educação pública, gratuita e de qualidade. Destruiu as universidades públicas e jogou a formação superior nas mãos da iniciativa privada com uma das mensalidades mais caras do mundo.

Contra a guerra e a exploração

Contra a guerra e a exploração

No último dia 4/4, ocorreu um ataque químico na cidade de Khan Sheikhun na Síria, matando 56 pessoas e deixando centenas de feridos. Logo após esse ataque, Donald Trump autorizou o lançamento de 50 misseis como resposta ao ataque químico. Esse foi o primeiro ataque dos Estados Unidos desde que a guerra civil começou em 2011. Mas afinal, o que está acontecendo na Síria? Tudo teve inicio em 2011, quando milhares de pessoas protestaram em diversos países do norte da África e do Oriente médio, durante a chamada “Primavera Árabe”(1). Na Síria, os protestos foram contra o governo autoritário de Bashar Al-Assad, que sucedeu seu pai e, governa o país, com mãos de ferro desde de 2001. Assad reprimiu brutalmente as manifestações populares, e a cada dia que passava, a repressão por parte de Assad se intensificava. Foi então que, Assad ordenou bombardeios e ataques com misseis, e os países próximos e aliados ao imperialismo, como Arábia Saudita, interviram com a desculpa de “defender o povo sírio”. Os Estados Unidos, que além de lucrar com a venda de armas ( desde o começo da guerra teve um aumento de 55% nas vendas), vê a Síria como um local estratégico para o seus negócios.  Para defender seus interesses, treinou e financiou grupos rebeldes, entre eles o ESL (Exercito Sírio Livre), que começou uma guerra civil no país e arrasa bairros onde a população ficou ao lado do regime sírio.  Desde que a guerra começou, já morreram mais de 400 mil pessoas Hoje as bombas são russas, americanas; sírias; francesas e etc,…  devastando o país e matando centena de milhares de inocentes. Quem sofre com essa guerra é o povo sírio que convive diariamente com as balas e os bombardeios. A Juventude Revolução luta contra a guerra e a exploração no Brasil e no mundo, entendendo que os problemas da juventude e dos trabalhadores, são os mesmos em todos os lugares: a exploração dos povos! ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Nota: (1) -Entendemos que o processo que começou na Tunísia expulsando Ben Ali e depois no Egito derrubando Moubaraksão, na verdade, um processo revolucionário e um ataque ao imperialismo estadunidense. São a imprensa internacional, os “experts” e outros especialistas, os dirigentes políticos de todos os cantos que tentam reduzir esses movimentos a revoluções “democráticas”. Falam de “primavera dos povos árabes” como se o “mundo árabe” estivesse destinado a viver sob o jugo de ditadores, e dizem que graças à internet, ao Facebook e à “globalização”, a “juventude educada” quebrou estas correntes. Mas esta visão cheia de racismo e de ideologia pós-colonial, na realidade, visa a ocultar um movimento internacional – o da revolução proletária dirigida contra a dominação do imperialismo -, tentando limitar este movimento aos isolados “países árabes” João Santana –  militante da Juventude Revolução de SP

Chile e Argentina deram o tom: é na luta que combateremos os ataques!

Chile e Argentina deram o tom: é na luta que combateremos os ataques!

No dia 6 de Abril, na Argentina, houve uma greve geral para combater a política de recessão do governo Macri, capacho do imperialismo, que traz reformas para atender as demandas do mercado, como: o fim do controle cambial, que desvaloriza o valor da moeda argentina – o peso; aumento das taxas de juros entre outros. A greve paralisou aeroportos, transportes: trens, metrôs, ônibus, e diversos piquetes aconteceram, dando o tom de resistência dos trabalhadores e juventude. No Chile não foi diferente! No dia 26 de Março, trabalhadores fizeram uma marcha histórica, de ampla unidade, para recuperar a previdência pública e solidária. O sistema previdenciário chileno, privado há 36 anos, resultado do governo do ditador Pinochet, ainda se mantém o mesmo até os dias atuais. Para combatê-lo, milhares de chilenos atenderam ao chamado da coordenação Nacional dos Trabalhadores e fizeram marcha histórica para garantir de fato, um sistema público previdenciário. No bojo dessa resistência, no Equador a população elege Lenin Moreno, contendo a ofensiva imperialista no continente, ao mesmo tempo que, trabalhadores e juventude resistem aos ataques, diários, do imperialismo na Venezuela, que tenta derrubar o governo Maduro. Esse é  sistema capitalista! Um sistema destruidor que, para sobreviver, ataca nações e povos, dia a dia, destruindo os direitos e conquistas da juventude e trabalhadores. Mas esses ataques não são sem resistência dos povos. No mundo inteiro, assim como na América Latina, sindicatos, juventude e trabalhadores se colocam no confronto com essa sistema, ao defenderem, com suas organizações, com seus métodos tradicionais – greves -, e seus direitos. O TOM FOI DADO: DIA 28 É GREVE GERAL NO BRASIL É nesse cenário que se prepara a greve geral no Brasil dia 28 de Abril, convocada pela CUT e demais centrais, contra a reforma da previdência, trabalhista e contra a terceirização, onde a UNE tem responsabilidade de mobilizar as organizações estudantis, com assembleia nas escolas e faculdades, para construirmos um combate sólido aos ataques do governo Temer. Nós da Juventude Revolução, desde já, estamos nos organizando para a construção do dia 28, mobilizando com passagens em salas de aulas, convocando diversas reuniões com a juventude, para debater o reflexo dos ataques do governo ilegítimo de Temer na população jovem, que corre risco de não aposentar e ter sua condições de trabalho extremamente precarizadas. Dia 28 é força total na greve geral para barrar as ofensivas do governo golpista! Rodrigo Lantyer, membro do Conselho Nacional da JR.