Após décadas, Chile aprova gratuidade do ensino superior

Após décadas, Chile aprova gratuidade do ensino superior

Após décadas sob um sistema educacional construído na ditadura de Augusto Pinochet, o congresso Chileno aprovou no dia 24 de janeiro, a lei do ensino superior que estabelece a gratuidade universal. Vigente desde 1980, o sistema educacional chileno tirou a responsabilidade de fornecer uma Educação pública, gratuita e de qualidade. Destruiu as universidades públicas e jogou a formação superior nas mãos da iniciativa privada com uma das mensalidades mais caras do mundo.

Contra a guerra e a exploração

Contra a guerra e a exploração

No último dia 4/4, ocorreu um ataque químico na cidade de Khan Sheikhun na Síria, matando 56 pessoas e deixando centenas de feridos. Logo após esse ataque, Donald Trump autorizou o lançamento de 50 misseis como resposta ao ataque químico. Esse foi o primeiro ataque dos Estados Unidos desde que a guerra civil começou em 2011. Mas afinal, o que está acontecendo na Síria? Tudo teve inicio em 2011, quando milhares de pessoas protestaram em diversos países do norte da África e do Oriente médio, durante a chamada “Primavera Árabe”(1). Na Síria, os protestos foram contra o governo autoritário de Bashar Al-Assad, que sucedeu seu pai e, governa o país, com mãos de ferro desde de 2001. Assad reprimiu brutalmente as manifestações populares, e a cada dia que passava, a repressão por parte de Assad se intensificava. Foi então que, Assad ordenou bombardeios e ataques com misseis, e os países próximos e aliados ao imperialismo, como Arábia Saudita, interviram com a desculpa de “defender o povo sírio”. Os Estados Unidos, que além de lucrar com a venda de armas ( desde o começo da guerra teve um aumento de 55% nas vendas), vê a Síria como um local estratégico para o seus negócios.  Para defender seus interesses, treinou e financiou grupos rebeldes, entre eles o ESL (Exercito Sírio Livre), que começou uma guerra civil no país e arrasa bairros onde a população ficou ao lado do regime sírio.  Desde que a guerra começou, já morreram mais de 400 mil pessoas Hoje as bombas são russas, americanas; sírias; francesas e etc,…  devastando o país e matando centena de milhares de inocentes. Quem sofre com essa guerra é o povo sírio que convive diariamente com as balas e os bombardeios. A Juventude Revolução luta contra a guerra e a exploração no Brasil e no mundo, entendendo que os problemas da juventude e dos trabalhadores, são os mesmos em todos os lugares: a exploração dos povos! ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Nota: (1) -Entendemos que o processo que começou na Tunísia expulsando Ben Ali e depois no Egito derrubando Moubaraksão, na verdade, um processo revolucionário e um ataque ao imperialismo estadunidense. São a imprensa internacional, os “experts” e outros especialistas, os dirigentes políticos de todos os cantos que tentam reduzir esses movimentos a revoluções “democráticas”. Falam de “primavera dos povos árabes” como se o “mundo árabe” estivesse destinado a viver sob o jugo de ditadores, e dizem que graças à internet, ao Facebook e à “globalização”, a “juventude educada” quebrou estas correntes. Mas esta visão cheia de racismo e de ideologia pós-colonial, na realidade, visa a ocultar um movimento internacional – o da revolução proletária dirigida contra a dominação do imperialismo -, tentando limitar este movimento aos isolados “países árabes” João Santana –  militante da Juventude Revolução de SP

Chile e Argentina deram o tom: é na luta que combateremos os ataques!

Chile e Argentina deram o tom: é na luta que combateremos os ataques!

No dia 6 de Abril, na Argentina, houve uma greve geral para combater a política de recessão do governo Macri, capacho do imperialismo, que traz reformas para atender as demandas do mercado, como: o fim do controle cambial, que desvaloriza o valor da moeda argentina – o peso; aumento das taxas de juros entre outros. A greve paralisou aeroportos, transportes: trens, metrôs, ônibus, e diversos piquetes aconteceram, dando o tom de resistência dos trabalhadores e juventude. No Chile não foi diferente! No dia 26 de Março, trabalhadores fizeram uma marcha histórica, de ampla unidade, para recuperar a previdência pública e solidária. O sistema previdenciário chileno, privado há 36 anos, resultado do governo do ditador Pinochet, ainda se mantém o mesmo até os dias atuais. Para combatê-lo, milhares de chilenos atenderam ao chamado da coordenação Nacional dos Trabalhadores e fizeram marcha histórica para garantir de fato, um sistema público previdenciário. No bojo dessa resistência, no Equador a população elege Lenin Moreno, contendo a ofensiva imperialista no continente, ao mesmo tempo que, trabalhadores e juventude resistem aos ataques, diários, do imperialismo na Venezuela, que tenta derrubar o governo Maduro. Esse é  sistema capitalista! Um sistema destruidor que, para sobreviver, ataca nações e povos, dia a dia, destruindo os direitos e conquistas da juventude e trabalhadores. Mas esses ataques não são sem resistência dos povos. No mundo inteiro, assim como na América Latina, sindicatos, juventude e trabalhadores se colocam no confronto com essa sistema, ao defenderem, com suas organizações, com seus métodos tradicionais – greves -, e seus direitos. O TOM FOI DADO: DIA 28 É GREVE GERAL NO BRASIL É nesse cenário que se prepara a greve geral no Brasil dia 28 de Abril, convocada pela CUT e demais centrais, contra a reforma da previdência, trabalhista e contra a terceirização, onde a UNE tem responsabilidade de mobilizar as organizações estudantis, com assembleia nas escolas e faculdades, para construirmos um combate sólido aos ataques do governo Temer. Nós da Juventude Revolução, desde já, estamos nos organizando para a construção do dia 28, mobilizando com passagens em salas de aulas, convocando diversas reuniões com a juventude, para debater o reflexo dos ataques do governo ilegítimo de Temer na população jovem, que corre risco de não aposentar e ter sua condições de trabalho extremamente precarizadas. Dia 28 é força total na greve geral para barrar as ofensivas do governo golpista! Rodrigo Lantyer, membro do Conselho Nacional da JR.

Companheiro Davidtchen, presente! Punição aos criminosos!

Companheiro Davidtchen, presente! Punição aos criminosos!

Tomamos conhecimento do covarde assassinato do companheiro Davidtchen, jovem de 23 anos, na saída de uma reunião do Movimento de Liberdade, Igualdade dos Haitianos pela Fraternidade (MOLEGHAF). Um jovem engajado na luta em defesa da soberania do povo haitiano, pelo fim da ocupação da ONU, vergonhosamente comandada pelo Exército Brasileiro. A Juventude Revolução combate pelo fim da ocupação da ONU no Haiti (Fora Minustah!) e continuaremos essa batalha em memória de Davidtchen. Assim, nos solidarizamos com a família e amigos de Davidtchen, e nos somamos à luta para exigir a punição dos criminosos. Companheiro Davidthen, presente! Conselho Nacional da Juventude Revolução Modelo de moção Prezados Senhores, Fomos informados do terrível assassinato do jovem Davidtchen Simeon, militante da organização Moleghaf, que luta contra a ocupação do Haiti pela Minustah. Somamos nossa voz às entidades haitianas que exigem de vossas senhorias a imediata apuração do crime e punição dos responsáveis por esse ato odioso. Contando com vossa diligência, recebam nossas melhores saudações. Em defesa da democracia, contra a barbárie: punição dos responsáveis pelo assassinato de nosso companheiro Davidtchen Siméon.

14º Encontro Nacional da JR! Nenhum corte na educação, nenhuma escola fechada!

Em defesa da educação pública, na luta por um futuro! Nenhum corte na educação, nenhuma escola fechada! 2015 terminou com uma importante vitória para a juventude brasileira: os estudantes em São Paulo obrigaram o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a recuar do seu plano de reorganização, que pretendia fechar centenas de escolas e salas de aula. Com mais de 200 escolas ocupadas, muita organização e disciplina, os estudantes – que contaram com enorme apoio popular, dos sindicatos e de trabalhadores – mostraram que lutar é o caminho para a defesa da educação pública, do direito da juventude – o nosso direito – a estudar e ter um futuro digno. Isso porque a escola está ameaçada, não só em São Paulo, mas em todo o país, como demonstra a luta dos estudantes de Goiás contra a militarização e a entrega das escolas às “organizações sociais”, empresas privadas que administram escolas públicas. Defender o ensino público contra o ajuste A política de ajuste fiscal do governo Dilma continua cortando gastos sociais em nome do “superavit primário”, destinado ao pagamento de juros da dívida, que engorda o bolso de banqueiros e especuladores. Combinado com a política de juros altos, o resultado é o aumento do desemprego e a recessão. Só no ano passado, R$11 bilhões foram cortados da educação. As universidades não tem dinheiro para pagar segurança, limpeza, contas e a assistência estudantil sofreu severos cortes. No Ensino superior são milhões de jovens disputando as vagas, que deveriam continuar crescendo para que todos tivessem o direito a estudar gratuitamente. Outros milhares brigam pelas vagas do FIES e do Pronatec, reduzidas com o corte. O ajuste atinge também os estados e municípios, diminuindo a arrecadação e os investimentos públicos. A educação básica que já sofria com a falta de investimentos, com escolas sem laboratórios, bibliotecas ou quadras cobertas, com professores mal remunerados, está agora ameaçada com o fechamento de salas, das próprias escolas ou com a privatização. Para justificar os ataques à educação, se inventam todo tipo de desculpas ou teorias. Em SP, por exemplo, Alckmin se esconde atrás da “reorganização em ciclos” (uma tentativa de dividir as escolas, separando ensino médio do fundamental, facilitando a aplicação da “aprovação automática”), tudo para cortar gastos, enquanto rouba o dinheiro da merenda. Mas por trás das desculpas, das falsas justificativas, estão os interesses daqueles que querem preservar o sistema capitalista com “tudo” que ele tem a nos oferecer. Nessa crise os empregos, que já começam a faltar para a juventude (quando existem!) são sempre os mais precários, e agora ainda se fala em aumentar a idade para a aposentadoria com uma reforma da previdência, o que na prática significa que os jovens terão que trabalhar mais para ter o direito a se aposentar. A juventude negra brasileira tem sido alvo de um verdadeiro genocídio nas periferias. São mais de 30 mil jovens mortos por ano, grande parte assassinados pelas mãos de uma polícia militarizada. A juventude quase não tem acesso ao lazer, à cultura e a diversão. Nas

Confira o rap “Palestina” que pede o fim do massacre em Gaza e uma Palestina livre!

Apresentamos a música do camarada Zazo, da Juventude Revolução de Maceió – AL, sobre o genocídio que o Estado assassino Sionista de Israel vem fazendo contra o povo palestino. __________ Estúdio Kzebre | Voz estrofes-Letra-Beat-Edição do vídeo: ZaZo | Imagens da Internet | Voz refrão: Nego Love – Pantera – Fiasco + vídeo internet | Maceió – AL  

Pelo fim do Massacre de Israel em Gaza! Palestina livre, laica e soberana em todo o território histórico!

Enquanto escrevemos, já são mais de 556 mortos em gaza com o massacre promovido pelo Estado de Israel esse ano.  Pelo menos 100 crianças assassinadas. Um hospital em Gaza foi recentemente atacado pela infantaria de Israel, que detém o segundo exército mais poderoso do mundo. Do “lado” de Israel foram 27 mortos. Ninguém em sã consciência pode chamar isso de guerra. É um genocídio. É preciso por fim a esse massacre! Dilma condenou, mas é preciso ir mais longe. A presidente Dilma condenou as ações de Israel, o que certamente é mais do que fez Obama que com seu sorriso amarelo promete ajuda aos refugiados enquanto afirma que “Israel tem o direito de se defender”. Mas é preciso ir mais longe. É preciso cortar relações com esse Estado Sionista. Nenhuma ajuda. Nenhuma relação comercial ou diplomática! É preciso dar esse passo prático. Um estado racista como esse não pode ser sustentado. A Juventude Revolução está solidária ao povo palestino e na luta pelo fim do massacre em Gaza. As origens do “conflito” na região Muita gente acha que o que se passa nesta região foi criado e é movido pela disputa religiosa. Nada mais falso. A religião, como sempre, é usada de cobertura ideológica. A origem do conflito é bem material. O estado de Israel foi criado em 1948, por uma resolução votada na ONU em 1947, que contou com o voto favorável dos Imperialismos dos Estados Unidos  e da Inglaterra; da URSS dirigida por Stálin, além do voto brasileiro. Um crime contra os povos da região, que permitiu a criação de um Estado Sionista. Continue Lendo…