Companheiro Davidtchen, presente! Punição aos criminosos!

Companheiro Davidtchen, presente! Punição aos criminosos!

Tomamos conhecimento do covarde assassinato do companheiro Davidtchen, jovem de 23 anos, na saída de uma reunião do Movimento de Liberdade, Igualdade dos Haitianos pela Fraternidade (MOLEGHAF). Um jovem engajado na luta em defesa da soberania do povo haitiano, pelo fim da ocupação da ONU, vergonhosamente comandada pelo Exército Brasileiro. A Juventude Revolução combate pelo fim da ocupação da ONU no Haiti (Fora Minustah!) e continuaremos essa batalha em memória de Davidtchen. Assim, nos solidarizamos com a família e amigos de Davidtchen, e nos somamos à luta para exigir a punição dos criminosos. Companheiro Davidthen, presente! Conselho Nacional da Juventude Revolução Modelo de moção Prezados Senhores, Fomos informados do terrível assassinato do jovem Davidtchen Simeon, militante da organização Moleghaf, que luta contra a ocupação do Haiti pela Minustah. Somamos nossa voz às entidades haitianas que exigem de vossas senhorias a imediata apuração do crime e punição dos responsáveis por esse ato odioso. Contando com vossa diligência, recebam nossas melhores saudações. Em defesa da democracia, contra a barbárie: punição dos responsáveis pelo assassinato de nosso companheiro Davidtchen Siméon.

14º Encontro Nacional da JR! Nenhum corte na educação, nenhuma escola fechada!

Em defesa da educação pública, na luta por um futuro! Nenhum corte na educação, nenhuma escola fechada! 2015 terminou com uma importante vitória para a juventude brasileira: os estudantes em São Paulo obrigaram o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a recuar do seu plano de reorganização, que pretendia fechar centenas de escolas e salas de aula. Com mais de 200 escolas ocupadas, muita organização e disciplina, os estudantes – que contaram com enorme apoio popular, dos sindicatos e de trabalhadores – mostraram que lutar é o caminho para a defesa da educação pública, do direito da juventude – o nosso direito – a estudar e ter um futuro digno. Isso porque a escola está ameaçada, não só em São Paulo, mas em todo o país, como demonstra a luta dos estudantes de Goiás contra a militarização e a entrega das escolas às “organizações sociais”, empresas privadas que administram escolas públicas. Defender o ensino público contra o ajuste A política de ajuste fiscal do governo Dilma continua cortando gastos sociais em nome do “superavit primário”, destinado ao pagamento de juros da dívida, que engorda o bolso de banqueiros e especuladores. Combinado com a política de juros altos, o resultado é o aumento do desemprego e a recessão. Só no ano passado, R$11 bilhões foram cortados da educação. As universidades não tem dinheiro para pagar segurança, limpeza, contas e a assistência estudantil sofreu severos cortes. No Ensino superior são milhões de jovens disputando as vagas, que deveriam continuar crescendo para que todos tivessem o direito a estudar gratuitamente. Outros milhares brigam pelas vagas do FIES e do Pronatec, reduzidas com o corte. O ajuste atinge também os estados e municípios, diminuindo a arrecadação e os investimentos públicos. A educação básica que já sofria com a falta de investimentos, com escolas sem laboratórios, bibliotecas ou quadras cobertas, com professores mal remunerados, está agora ameaçada com o fechamento de salas, das próprias escolas ou com a privatização. Para justificar os ataques à educação, se inventam todo tipo de desculpas ou teorias. Em SP, por exemplo, Alckmin se esconde atrás da “reorganização em ciclos” (uma tentativa de dividir as escolas, separando ensino médio do fundamental, facilitando a aplicação da “aprovação automática”), tudo para cortar gastos, enquanto rouba o dinheiro da merenda. Mas por trás das desculpas, das falsas justificativas, estão os interesses daqueles que querem preservar o sistema capitalista com “tudo” que ele tem a nos oferecer. Nessa crise os empregos, que já começam a faltar para a juventude (quando existem!) são sempre os mais precários, e agora ainda se fala em aumentar a idade para a aposentadoria com uma reforma da previdência, o que na prática significa que os jovens terão que trabalhar mais para ter o direito a se aposentar. A juventude negra brasileira tem sido alvo de um verdadeiro genocídio nas periferias. São mais de 30 mil jovens mortos por ano, grande parte assassinados pelas mãos de uma polícia militarizada. A juventude quase não tem acesso ao lazer, à cultura e a diversão. Nas

Confira o rap “Palestina” que pede o fim do massacre em Gaza e uma Palestina livre!

Apresentamos a música do camarada Zazo, da Juventude Revolução de Maceió – AL, sobre o genocídio que o Estado assassino Sionista de Israel vem fazendo contra o povo palestino. __________ Estúdio Kzebre | Voz estrofes-Letra-Beat-Edição do vídeo: ZaZo | Imagens da Internet | Voz refrão: Nego Love – Pantera – Fiasco + vídeo internet | Maceió – AL  

Pelo fim do Massacre de Israel em Gaza! Palestina livre, laica e soberana em todo o território histórico!

Enquanto escrevemos, já são mais de 556 mortos em gaza com o massacre promovido pelo Estado de Israel esse ano.  Pelo menos 100 crianças assassinadas. Um hospital em Gaza foi recentemente atacado pela infantaria de Israel, que detém o segundo exército mais poderoso do mundo. Do “lado” de Israel foram 27 mortos. Ninguém em sã consciência pode chamar isso de guerra. É um genocídio. É preciso por fim a esse massacre! Dilma condenou, mas é preciso ir mais longe. A presidente Dilma condenou as ações de Israel, o que certamente é mais do que fez Obama que com seu sorriso amarelo promete ajuda aos refugiados enquanto afirma que “Israel tem o direito de se defender”. Mas é preciso ir mais longe. É preciso cortar relações com esse Estado Sionista. Nenhuma ajuda. Nenhuma relação comercial ou diplomática! É preciso dar esse passo prático. Um estado racista como esse não pode ser sustentado. A Juventude Revolução está solidária ao povo palestino e na luta pelo fim do massacre em Gaza. As origens do “conflito” na região Muita gente acha que o que se passa nesta região foi criado e é movido pela disputa religiosa. Nada mais falso. A religião, como sempre, é usada de cobertura ideológica. A origem do conflito é bem material. O estado de Israel foi criado em 1948, por uma resolução votada na ONU em 1947, que contou com o voto favorável dos Imperialismos dos Estados Unidos  e da Inglaterra; da URSS dirigida por Stálin, além do voto brasileiro. Um crime contra os povos da região, que permitiu a criação de um Estado Sionista. Continue Lendo…