Companheiro Felipe Doss, PRESENTE!

Companheiro Felipe Doss, PRESENTE!

A Juventude Revolução vem por meio desta demonstrar total solidariedade aos familiares e amigos do companheiro de luta Felipe dos Santos, mais conhecido como Felipe Doss, um jovem negro e LGBT militante do Coletivo Quilombo e da Esquerda Popular Socialista (PT), membro do Diretório Central dos/das Estudantes da UFBA, secretário geral da União dos/das Estudantes da Bahia que, aos 26 anos de idade, teve seu futuro destruído pela violência urbana cotidiana das periferias brasileiras. A morte do co

Caderno de resoluções da Plenária Nacional da Juventude Revolução

Caderno de resoluções da Plenária Nacional da Juventude Revolução

Nos dias 21 e 22 a Juventude Revolução realizou em Brasília – DF a sua Plenária Nacional, que reúne coordenadores de núcleos por todo o país, para debater as principais tarefas diante da situação política, para avançar na luta em defesa da juventude em conjunto com classe trabalhadora e suas organizações. Preservando a sua independência política para discutir as necessidades da juventude, a PNJR foi totalmente autofinanciada, os delegados fizeram arrecadações nos estados para garantirem a participação na atividade. Baixe aqui o caderno de resoluções

Em SP, JR realiza seminário do Movimento estudantil

Em SP, JR realiza seminário do Movimento estudantil

A JR Paulista, neste ultimo sábado(29), realizou no sindicato dos petroleiros um seminário do movimento estudantil. Que teve como texto base o manifesto de Córdoba, passou pela discussão da história do ensino superior e do movimento estudantil no brasil e concluiu o dia com a explanação sobre as entidades estudantis (CA´s, DA’s, DCE´s, UNE, UBES, UEE, etc) e encaminhando a luta prática para o Próximo período.

Documentário: A Rebelião Popular em Maceió – 17 de Julho

Documentário: A Rebelião Popular em Maceió – 17 de Julho

Há 20 anos, os servidores públicos do estado de Alagoas viviam uma situação de desespero com mais de 5 meses de salários atrasados, o povo já não tinha mais acesso aos serviços públicos essências. Cansados desta situação, servidores públicos e o povo foram às ruas com as polícias civil e militar na linha de frente para derrubar o governo de Dilvaldo Suruagy em 17 de julho de 1997.

Depois de parar o Brasil, vamos juntos ocupar Brasília pela Retirada da Reforma da Previdencia

Depois de parar o Brasil, vamos juntos ocupar Brasília pela Retirada da Reforma da Previdencia

A paralisação nacional no dia 15 e as mobilizações no dia 31, ambas em março, significaram a abertura de uma nova situação em nosso país. Foram iniciativas convocadas pela CUT e outras centrais sindicais que ajudaram a preparar a histórica greve geral do dia 28. O resultado foram categorias como metalúrgicos, bancários, professores de escolas públicas e privadas, rodoviários, metroviários, portuários, borracheiros, eletricistas, servidores públicos e em alguns locais o comércio parou, além de atos em várias cidades, capitais ou interiores. Foi uma demonstração de unidade e de uma crescente força de mobilização que reflete a disposição da classe trabalhadora e da juventude em impedir a retirada de direitos a qual tantos golpistas querem emplacar. Só o governo e sua mídia golpistas tentaram esconder! Mas com certeza eles sentiram o impacto. É preciso parar o país. Os piquetes ajudaram a materializar essa necessidade. Foi certa a decisão de jogar peso nas ações que garantia que não houvesse expediente ao invés de apenas chamar um ato ainda que eles também tenham tido sua importância. A Juventude Revolução em vários estados se envolveu nessa tarefa. Ao lado dos sindicatos fez piquetes, trancou vias, panfletou e fez coluna em atos resultante de toda essa mobilização durante o dia. Derrotar a reforma da previdência é possível e além de mobilização, exige atenção para não cair em armadilhas. Alguns parlamentares insistem em emendar o texto para torná-lo “menos pior” tentando salvar algumas categorias, na prática levando uma a se opor às outras. Está certa a CUT que rejeita as emendas e exige que a PEC seja retirada de tramitação para que não seja emendada e nem votada. Em outro sentido se comporta a UNE, dirigida majoritariamente pela a UJS. Na greve foi apequenada, não mobilizou a base a partir de assembleias como deveria. Onde houve assembleias como na UFSC, UNB e outras universidades e faculdades o resultado foi um engajamento maior e piquetes nos locais de estudo. O surpreendente, é que nesta conjuntura que se cria a força capaz de retirar a reforma da previdência, é que a direção da UNE despende forças em um abaixo assinado para emendar a PEC da Previdência negociando a manutenção das isenções fiscais das instituições filantrópicas que ofertam as bolsas do programa. Nos fatos, é uma campanha que divide o movimento e enfraquece a luta. Só a luta conjunta pela retirada da PEC 287 pode afastar a ameaça às bolsas do Prouni, pois nada impede que outra emenda do tipo seja incorporada, se continuar tramitando. A melhor defesa para que estudantes não percam suas bolsas e, o melhor caminho para defender os direitos, inclusive dos estudantes do PROUNI, é somar forças na luta pela retirada para que não seja votada. A PM e a Justiça tentam parar a mobilização Diante da mobilização, o governador do Goiás, Marconi Perillo (PSDB) mandou a PM reprimir brutalmente ao ponto de um policial quebrar um cassetete na cabeça do estudante da UFG Mateus Ferreira da Silva resultando em um traumatismo cranioencefálico e múltiplas

Nem o golpe e nem a repressão da PM irá parar nossa luta!

Nem o golpe e nem a repressão da PM irá parar nossa luta!

No dia 28 de Abril os trabalhadores e juventude de todo o Brasil, deram um recado muito claro ao governo golpista de Temer. Com a maior Greve Geral da história do nosso país, exatamente cem anos depois da primeira greve geral feita em nosso país, mais de 40 milhões disseram ao governo golpista, capacho dos interesses do imperialismo, que não aceitarão as reformas propostas por Temer e esse Congresso ilegítimo, que ataca direitos históricos da CLT e mexem na previdência, fazendo com que trabalhemos até a morte.

Semana de luta indígena sofre repressão em Brasília.

Semana de luta indígena sofre repressão em Brasília.

Durante os dias 24 a 28 de abril aconteceu a semana da edição do 14° Acampamento Indígena: Terra Livre, para pressionar pela demarcação imediata das terras, que podem ser ainda mais ameaçada com o prosseguimento do governo Temer e seus aliados, abrindo portas para a possível volta e aprovação da PEC 215 e total extermínio desse povo que já vem sendo atacado duramente.