Março Vermelho: Por direitos, por futuro!

Março Vermelho: Por direitos, por futuro!

Todo ano a Juventude Revolução se propõe a construir o Março Vermelho, uma série de atividades dedicadas a relembrar a luta das mulheres e construir sua luta nos dias atuais. Se nesse tempo as mulheres trabalhadoras travaram grandes batalhas hoje enfrentamos batalhas diferentes mas igualmente grandes. O sistema capitalista de hoje, na fase dos monopólios, o imperialismo, não consegue atender as necessidades da população num geral e consegue atender ainda menos as demandas específicas das mulheres. Nossa luta está inteiramente ligada à luta pelo fim da exploração de classe porque são as mulheres, sobretudo negras, que predominam nos serviços mais precarizados, por exemplo, com as relações de trabalho mais instáveis e desprotegidas.

Em defesa da democracia, pelo direito de Lula ser candidato: Criar comitês de mobilização!

Em defesa da democracia, pelo direito de Lula ser candidato: Criar comitês de mobilização!

Queremos cada vez mais investimento na educação, saúde, moradia, transporte, segurança, esporte, lazer e cultura. Só que desde o golpe somos atingidos em cheio com o desemprego crescente e empurrados a trabalhos informais. Passagens de ônibus mais caras e passe estudantil em risco. Nossas universidades estão com orçamento estrangulado e o MEC persegue a autonomia universitária. No ensino particular os professores são demitidos e substituídos por disciplinas online comprometendo a qualidade no ensino.

Não à Transfobia! Queremos viver!

Não à Transfobia! Queremos viver!

Hoje, 29.01, comemora-se o Dia Nacional da Visibilidade Trans e ainda temos pouco a comemorar. O Brasil é o país que mais mata LGBTQs no mundo, o que agrava quando se refere às trans já que a cada 48 horas uma pessoa trans é assassinada no Brasil, o que reflete em uma expectativa de 35 anos, metade da média nacional segundo o IBGE. Isso significa na prática a violação do próprio direito fundamental à vida.

Sobre a situação da reitoria da UFSC

Sobre a situação da reitoria da UFSC

Em 27 de novembro a Juventude Revolução e a União Catarinense das e dos Estudantes (UCE) estiveram presentes na aula pública “Resistência ao abuso de poder e ao fascismo”, realizada na Universidade Federal de Santa Catarina. A atividade teve como objetivo discutir o Estado Democrático de Direito e a Autonomia Universitária. Tivemos a oportunidade de debater nossas posições sobre o Estado de Exceção que vivemos, principalmente em relação aos últimos acontecimentos da universidade. A UFSC passa por momentos incertos quanto à sua administração, visto os acontecimentos que tiveram início com a ação da Operação Ouvidos Moucos que afastou o reitor sem provas concretas e com acusação de obstrução de justiça. No dia 14 de setembro, a Polícia Federal prendeu 7 pessoas na universidade, incluindo o então reitor, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, culminando no suicídio do mesmo no dia 02 de outubro. A PF e Ministério Público Federal o prenderam e afastaram da universidade em uma investigação sobre desvio de recursos sem ter apresentado nenhuma prova e sem dar a Cancellier a chance da plena defesa. No dia 10 outubro, o Conselho Universitário da UFSC (CUn) aprovou a permanência da vice-reitora de Cancellier, Alacoque Erdmann, no cargo de reitora até 2020, contudo o Ministério da Educação entrou em contato afirmando que há uma nota técnica que estabelece os procedimentos necessários para a escolha de novo reitor. Nesse meio tempo, a reitora em exercício suspendeu o afastamento do corregedor geral da universidade, membro que trabalha juntamente ao MPF nas investigações na UFSC. O chefe de gabinete da reitoria e outros membros da universidade sofreram pressão do MPF para deixarem seu cargo o que resultou em vários pedidos de exoneração por parte dos citados. A UFSC, assim como diversas universidades brasileiras, passam por um crise, reflexo do estado de exceção que vivemos hoje e do judiciário que extrapola seus limites e avança colaborando com um projeto de sucateamento da educação pública brasileira e a destruição dos direitos dos trabalhadores e da juventude. No dia primeiro de novembro ocorreu uma sessão extraordinária do CUn objetivando decidir como se dará o processo de escolha do novo reitor, após afastamento médico da reitora em exercício. Ubaldo Balthazar, diretor do Centro de Ciências Jurídicas e membro mais antigo do conselho, é aprovado por unanimidade reitor pro tempore até 26/04/2018, prazo solicitado ao MEC para a nomeação do novo reitor, além disso haverá uma consulta à comunidade universitária no dia 24 de março. A recente licença médica do corregedor geral da universidade mostra uma reviravolta na história, já que ele vinha trabalhando juntamente a PF nas investigações e é uma figura representativa das perseguições que o sistema educacional público brasileiro vem vivendo. É essencial termos a clareza que a operação envolvendo a Corregedoria Geral da União(CGU), Ministério Público Federal, a Polícia Federal e Judiciário demonstram o apodrecimento das instituições e seus órgãos, além de, no caso em específico, atacar o caráter público da universidade. Os acontecimentos na UFSC não são casos isolados. Situações de perseguição, fechamento de

Para defender os direitos e o futuro da juventude brasileira: Filie-se ao PT!

Para defender os direitos e o futuro da juventude brasileira: Filie-se ao PT!

O governo golpista de Michel Temer com Congresso Nacional agem para surrupiar da juventude seus direitos e um futuro digno. Querem destruir educação pública com limite de verbas da PEC 95. Entregam soberania com venda do Pré-sal. Desemprego cresce na juventude. A Reforma Trabalhista diminuirá renda e direitos. Nossa liberdade é golpeada pela justiça injusta. Jovens negros são sacrificados com genocídio policial permitido pela impunidade. Querem obrigar jovens a parir filhos de estupradores com a PEC 181.

Consequência da contrarreforma trabalhista na educação, o exemplo da Estácio

Consequência da contrarreforma trabalhista na educação, o exemplo da Estácio

Desde o dia 11 de Novembro está em vigor a Lei 13.467, da contrarreforma trabalhista, que modifica a CLT pra saciar a sede de lucro dos grandes empresários, e que só fazem atacar os direitos dos trabalhadores. E desde que entrou em vigor as mudanças já passam a ser adotadas. Já começa a acumular casos em que trabalhadores pelo Brasil a fora são atingidos, mas esse mês as vítimas foram os professores da Universidade Estácio do Rio de Janeiro. A instituição informou que dos seus 10 mil docentes demitiu 1,2 mil que eram registrados em carteira, e essas vagas serão preenchidas novamente em janeiro, mas com o salário mais baixo e sem CLT. As regras do jogo mudaram A nova lei trabalhista formalizou os “bicos”, chamado trabalho intermitente, permitindo que as empresas criem um banco de funcionários que possam ser utilizados quando houver demanda. O pagamento é proporcional ao tempo dedicado, então uma empresa pode contratar funcionários para trabalharem 3 horas por dia, 2 vezes nas semana, e esta pessoa receberá na semana o equivalente a 6 horas e nada mais, e pior, sem saber se na semana seguinte será chamada para trabalhar. Para fingir que se importam com nossos direitos criam uma cláusula que diz que até dezembro de 2020, funcionários demitidos não podem ser recontratados pela mesma empresa sob contrato intermitente por um período menor de 18 meses.  Então, neste caso, a Estácio não pode contratar agora esses mesmos 1.200 docentes recém-demitidos, para fazer bicos, com contratos intermitentes. Mas com um exército de desempregados neste ramo — e que somada às demais categorias ultrapassam os 14 milhões — alguem acredita que será realmente necessário? É o próprio presidente da Estácio, Pedro Thompson, quem responde isso dizendo que o “objetivo é fazer um ajuste no custo da hora/aula — leia-se redução –por haver distorções para cima na remuneração de alguns professores”, e afirma que “outros 1.200 profissionais serão contratados pelo grupo, com salários de acordo com os valores médios praticados no mercado.”, que no bom português significa “com salários menores”. Este ataque aos trabalhadores universitários antecipa o que podemos esperar da burguesia com a contrarreforma. E como se não bastasse os ataques infligidos diretamente à educação, este caso representa também, indiretamente, uma maior precarização do ensino superior, a começar pelas universidades privadas, onde se reduz a quantidade de professores, sua disponibilidade para auxiliar alunos numa situação em que as cobranças como com xerox, comida e a própria mensalidade só aumentam pondo-se como obstáculo para que estes concluam seus cursos. Reviravolta Na noite desta quinta-feira, 08/12, a Justiça do Trabalho do Rio suspendeu as demissões de professores iniciadas pela Estácio. A decisão da juíza Larissa Lopes concede liminar com tutela antecipada em favor do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio). A dispensa dos profissionais fica impedida até que a universidade apresente à Justiça a lista de todos os professores demitidos, os termos de revisão desses profissionais, e a relação de pessoal que será contratado em substituição a eles.

O Morro dos Cavalos é terra Guarani!

O Morro dos Cavalos é terra Guarani!

Desde a madrugada do dia 02 de novembro de 2017, as aldeias indígenas do Morro dos Cavalos, no município de Palhoça (na região da Grande Florianópolis – SC), voltaram a ser alvos de violentos ataques, quando a mãe de uma das lideranças da comunidade foi vítima de uma tentativa de homicídio dentro de sua casa, tendo sua mão decepada e vários cortes pelo corpo. Alguns dias depois, também de madrugada, as aldeias Tekoa Itaty e Tekoa Yaka Porã estiveram na mira de vários disparos de tiros. Uma pessoa que passava no carro gritou: “já era” e atirou em direção a aldeia. Nesse mesmo momento houveram disparos em outros pontos.

O PIBID não cabe no Brasil do golpe

O Ministério da Educação (MEC) anunciou uma proposta de residência pedagógica como substituição do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência. Essa é mais uma face do projeto do governo golpista de Temer – que já vem sendo sentido com a EC 95 (antiga PEC 55), a reforma do ensino médio, e a lei da mordaça ainda a ser votada – para a educação. O programa atua desde 2009 como uma iniciativa de aperfeiçoar e valorizar a formação de professores da educação básica. Em seu tempo de duração já possibilitou a diversos alunos dos cursos de licenciatura o contato com a prática da docência e o enriquecimento de sua formação e também proporcionou experiências enriquecedoras para as escolas públicas contempladas com o programa. O PIBID, que é o maior programa prático de formação de professores a nível nacional e que tem hoje mais de 70 mil bolsas e convênio com mais de 5 mil escolas pelo Brasil, já foi reduzido e agora corre o risco de ser extinto. São editais atrasados há meses e agora essa proposta de residência pedagógica vinda do MEC. As implicações do término irão refletir na retirada de bolsas nas Instituições de Ensino Superior (IES), na fragilização da permanência dos estudantes da universidade, diminuição da qualidade de formação inicial dos futuros professores, enfraquecendo o compromisso e a ligação entre as universidades e as escolas públicas. Como a UNE explicitou em nota, “a substituição do PIBID por uma residência pedagógica, disfarçado num falso discurso de modernização, não é nada mais que a substituição da contratação de professores pela mão de obra dos estudantes de licenciatura, precarizando ainda mais nossa educação”. Certa está a UNE e a UCE  em se posicionar a favor da educação pública e contra mais essa tentativa de precarização. Agora é preciso mobilizar os estudantes para a luta pela ampliação do programa, pela prorrogação dos editais, e contrário ao investimento de 2 bilhões de reais em um programa que não trará nada de novo e ainda acarretará em perdas como explicitado anteriormente, esses 2 bilhões devem ser destinados a ampliação do programa que hoje não supre todas as demandas, não contempla os cursos de Libras por exemplo. O PIBID não cabe no Brasil do golpe. O golpista Temer (com 3% de aprovação, e olhe lá!) tem um plano para educação do país, e com certeza não é o plano que nós queremos e precisamos, é um plano de precarização e desmonte, de privatização, de formação de mão de obra barata e nós não vamos aceitar. Por isso acreditamos na constituinte soberana como saída real, para que além de revertermos os ataques que estamos sofrendo  ainda possamos avançar nos nossos direitos. #PIBIDficaTemersai Duda Contezini – militante da Juventude Revolucao de Santa Catarina

Pela legalização do aborto: Não à PEC 181/15!

Pela legalização do aborto: Não à PEC 181/15!

No dia 08/11, na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, o relatório da PEC 181/15 foi aprovado por 18 votos a 1, no dia 21/11 serão votados os destaques do texto e será encaminhada ao plenário para votação. Esse projeto de emenda constitucional foi proposto por Aécio Neves (PSDB) para alterar a redação do inciso XIII do artigo 7º da Constituição Federal que diz “licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias”. O objetivo inicial era aumentar o período de licença maternidade nos casos de bebês prematuros. Assim, além dos cento e vinte dias previstos por lei seria acrescido a quantidade de dias que o recém-nascido ficasse internado.

As estranhas mentiras do MAIS nas eleições do CALL da UFSC

No dia 18 de outubro a juventude do MAIS (ex pstu, atual PSOL) de Florianopólis publicou na página do MAIS no facebook, em resposta a uma nota da Juventude Revolução, uma nota que nos acusava de “Falsa polêmica” e “distorção dos fatos”, pois teríamos acusado-os (os presentes na reunião, do MAIS) de “não querer um Centro Acadêmico que lute contra as arbitrariedades do judiciário e que são favoráveis à prisão de Lula” (nota do mais). A nota do MAIS tentava explicar: “Falsa polêmica a que os companheiros criaram! Na reunião, ninguém se opôs a caracterização de que Lula é um perseguido político, apontamos, inclusive, seus direitos democráticos de se candidatar a presidência. A discussão girou em torno da necessidade de apontar ao longo de tantas linhas uma defesa de Lula e pouco se falar, de fato, das reivindicações a nível de universidade e seus cursos. Por óbvio um Centro Acadêmico com programa eleito jamais deve se abster de discussões de conjuntura nacional (…)” Em nossa nota não acusamos os companheiros do MAIS de defender esta ou aquela posição – mas simplesmente afirmamos o que considerávamos necessário discutir e repudiamos a postura pouco política com que trataram a discussão, com chacotas e provocações. Quem tem dúvida pode conferir nas notas das duas organizações que reproduzimos abaixo (anexo). Mas isso nem é o mais estranho. O que nos espanta é que depois de negarem acusações (que nem sequer fizemos), afirmarem defender certas posições e dizer que só teriam sido contrários a “gastar três parágrafos” sobre o assunto, além de realçarem a importância política da discussão de conjuntura, a chapa 1 – Não me Callo impulsionada pelo MAIS, tenha lançado um material que não tem sequer uma linha de conjuntura (veja fotos). Nem mesmo Fora Temer! Aproveitamos para apresentar o material da chapa que fazemos parte, para comparação. Nada como um dia após o outro…     Anexo 1 – Nota da JR e independentes em 17/10 É POSSÍVEL ESSA UNIDADE? Levando em consideração a gravidade do momento político que vivemos e que precisamos de força para barrar os retrocessos, acreditamos que é importante uma chapa forte e que esteja convicta em fazer a resistência, das demandas locais até a raiz dos problemas. Por isso, fizemos um esforço em nos somar a construção de uma unidade para criar uma chapa ampla mesmo apesar das divergências que começaram desde a forma como foi convocada a primeira reunião, sem partir das reivindicações. Por acreditarmos que a unidade não pode se dar apenas sobre a política que defendemos, e que é necessário esforço de todos interessados em construí-la, aceitamos ceder em nossas PRINCIPAIS POSIÇÕES em nome da construção conjunta. Recuamos na nossa posição de apoiar Lula presidente pro ano que vem, falando apenas que devemos sair em defesa do DIREITO DEMOCRÁTICO de ele se candidatar, entendendo a perseguição política que sofre pela burguesia caracterizada no estado de exceção. Recuamos também em apontar a constituinte como a ÚNICA SAÍDA política plausível expondo na reunião que não teríamos