Comunicado do PT contra tentativa de golpe na Venezuela

Comunicado do PT contra tentativa de golpe na Venezuela

O Partido dos Trabalhadores condena a recente tentativa de golpe na Venezuela, levada a cabo pela oposição da direita golpista e antichavista. Estes grupos opositores tentam há anos derrubar o governo democraticamente eleito do Partido Socialista Unido da Venezuela. Seu fracasso em alcançar este objetivo é um resultado claro do apoio que o partido e seu governo tem junto às pessoas, após anos de políticas voltadas ao bem-estar da população e contrárias à exploração imperialista e das elites locais. Não aceitamos atitudes antidemocráticas como estas. A solução dos problemas venezuelanos passa por levantar o embargo econômico internacional de que o país e, principalmente, sua população, são vítimas. É importante que as forças democráticas busquem o caminho do diálogo e levem em consideração a vontade expressa no voto popular. A paz na Venezuela é uma luta de todas e todos os democratas latino-americanos e do mundo. Gleisi HoffmannPresidenta NacionalHumberto CostaLíder no SenadoPaulo PimentaLíder na CâmaraMonica ValenteSecretária de Relações Internacionais

Solidariedade ao presidente Lula e sua família!

Solidariedade ao presidente Lula e sua família!

A Juventude Revolução do Partido dos Trabalhadores (JR do PT) se solidariza com o companheiro Lula pelo falecimento de seu neto de apenas 7 anos. Os golpistas tiraram de Lula, preso político, o direito de conviver com sua família, desde que o prenderam sem provas. Estamos ao lado de Lula, lutando por sua liberdade e contra a reforma da previdência que destruirá os direitos da juventude. A Justiça, dessa vez, autorizou sua ida no velório, o que somente reforça que, no episódio do falecimento de seu irmão, mais um vez, retiraram brutalmente o direito do ex-presidente. Força, companheiro Lula! Conselho Nacional da Juventude Revolução do PT Reproduzimos abaixo a nota da Juventude do PT: Querido Presidente Lula, Não há palavras suficientes para expressar qualquer solidariedade que possa atenuar a dor que é a de perder um neto. Na ordem natural das coisas, a vida nos ensina que os filhos que se despedem dos seus pais e os netos dos seus avós e, quando essa ordem é invertida, a dor e a saudade se multiplicam. Nós, da Juventude do PT, queremos dizer para ti, Presidente Lula, que estamos contigo neste momento tão difícil. Que as boas lembranças e a felicidade vivida possam confortar o coração de ti e dos seus familiares. Exigimos à justiça que não repita a desumanidade cometida ao impedir quw Lula se despedisse do irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, e permita, desta vez, que Lula possa se despedir do seu querido neto Arthur Araújo Lula da Silva. Juventude do PT Nacional

Impressões sobre o Seminário da JPT

Impressões sobre o Seminário da JPT

Uma boa iniciativa, mas com resultados nem tanto A Juventude do PT (JPT) realizou o Seminário “Organizar e Resistir” logo após o resultado eleitoral. Uma iniciativa positiva que deveria ajudar a JPT ser ponto de apoio para milhares de jovens que se engajaram na campanha do PT e, agora, busca seguir na batalha contra o governo que pretende atacar seus direitos e a perspectiva de futuro. Quem tem medo de fazer balanço? A Carta à juventude brasileira, publicada após o Seminário, arrisca um balanço sobre a derrota eleitoral quando diz “É preciso reconhecer que os nossos governos, […] tiveram dificuldades de responder a algumas das demandas concretas do nosso povo e pouco contribuíram para avançara consciência de classe dos trabalhadores e das trabalhadoras”. Apesar de justa, é incompleta, pois não chega à raiz dos problemas, cujo debate é fundamental para ajudar os militantes do PT, em particular os jovens, a enfrentar a situação. A verdadeira dificuldade foi porque o PT no governo se adaptou, buscando conciliar com instituições falidas, tanto no plano político com alianças erradas, como na economia pagando juros a banqueiro desde Lula. Assim, fez falta as reformas estruturais que permitiriam mudar as instituições como o judiciário e o Congresso no qual deveria ter representatividade do povo e com isso se adotar medidas como desmilitarizar PM, fim do genocídio da juventude negra, ampliar ensino gratuito e de qualidade, reforma agrária, etc. Foram essas contradições que fragilizaram nossa base social e, fizeram muitos jovens não votarem 13. Não desviar o rumo O que será daqui para frente vai depender de uma série de elementos, mas sem dúvida terá grande peso aquilo que fará o PT. Por isso que é preciso fazer um verdadeiro balanço para armar a militância. Do contrário, aumenta as possibilidades de desviarmos do caminho ou cairmos em armadilhas. É o caso dos defensores das lutas identitárias, como no caso da opressão da mulher, mas não apenas. numa sociedade de classes. Vimos o que deu o “Ele não”, por exemplo. Bolsonaro subiu  nas pesquisas, enquanto Haddad caiu. Não cair na armadilha do identitarismo não significa abandonar a luta pelos direitos democráticos, significa defende-los com o conjunto da classe trabalhadora, sem segmentar “identidades”, por fora da exploração de classe. É verdade que o PT tem que ampliar a filiação de jovens e formar novos quadros dirigentes, afinal estes que seguirão. Mas, isso não significa criar mecanismos estéreis que promovem disputas por cargos. Quais problemas foram resolvidos após anos de cotas geracionais? A crise agravou, porque a questão é a política do partido que precisa mudar, como sinalizou o 6º Congresso. Há também quem acredite que precisamos de uma “nova política” para substituir as formas de organização acumuladas pela história da luta de classes para nos reconectar com a base. Daí tenta se reinventar com velhas fórmulas do tipo assistencialismo da igreja ou ONGs com sopões, desresponsabilizando o estado das políticas sociais. Autonomia da JPT A JPT deveria tirar as lições dos erros da derrota e retomar aquilo que fez o partido

Nota do Partido dos Trabalhadores: Crueldade contra Lula

Nota do Partido dos Trabalhadores: Crueldade contra Lula

A decisão do Supremo Tribunal Federal, reconhecendo o direito legal de Lula, chegou tarde demais para que ele acompanhasse o sepultamento do irmão mais velho. A decisão também impôs restrições ao encontro de Lula que inviabilizavam a possibilidade dele ver o irmão pela última vez e estar com seus entes queridos no momento. Uma dessas restrições era a de que o encontro ocorresse em uma unidade militar. Quando a decisão foi divulgada, Vavá já estava sendo sepultado. As condições do corpo não permitiam aguardar os rituais da burocracia. A perseguição ao ex-presidente Lula não tem fim e neste episódio rebaixou-se ao nível da crueldade e da vingança. A Polícia Federal de Sérgio Moro negou autorização para Lula acompanhar o velório do irmão Genival (Vavá) Inácio da Silva, que faleceu de câncer na terça (29) e foi sepultado hoje às 13 h. O artigo 120, parágrafo 1o., da Lei de Execução Penal garante a todo cidadão participar dos funerais de familiares: irmãos, pais e filhos. Esse direito legal e humanitário, que atende a todos os cidadãos, foi negado a Lula pelos mesmos perseguidores e carrascos que o condenaram e prenderam ilegalmente, para impedir que fosse eleito presidente da República. A autorização para Lula participar do velório do irmão era um ato meramente administrativo, conforme a lei. O responsável pela garantia desse direito era o delegado Luciano Flores, atual superintendente da Polícia Federal no Paraná, onde Lula está cumprindo sua injusta e ilegal pena de prisão. Ao receber petição da defesa de Lula para o comparecimento ao velório de Vavá, o delegado Flores alegou verbalmente que não tinha condições logísticas e materiais para transportar o ex-presidente até São Bernardo. No dia 4 de março de 2016, no entanto, o mesmo delegado Flores deslocou-se em avião da PF até São Bernardo, com uma grande equipe da Lava Jato, para submeter Lula a uma condução coercitiva ilegal no aeroporto de Congonhas. O atual ministro da Justiça, Sergio Moro, que determinou a condução coercitiva em 2016, nada fez para que seu subordinado cumprisse a lei. Ambos são cúmplices, junto com os procuradores da Lava Jato, da farsa judicial que levou Lula à prisão, sem ter cometido crime algum, sem acusações plausíveis e sem provas. Diante de mais esta agressão à lei e aos direitos de Lula, a defesa apelou sucessivamente à juíza responsável pela execução penal e ao desembargador de plantão no TRF-4. Ambos, com grande morosidade, reafirmaram sua notória parcialidade contra o ex-presidente Lula, submetendo-o a um regime de exceção por motivos claramente políticos. Lula já foi perseguido, falsamente acusado, condenado sem provas, teve negado o direito de disputar as eleições, de dar entrevistas, receber visitas religiosas e até de nomear seus próprios advogados. Negar-lhe, por ação, protelação ou omissão, o direito de compartilhar, com a família e os amigos, as despedidas ao irmão mais velho é um gesto mesquinho, além de ilegal, que reforça sua condição de preso político, vítima de odiosa armação jurídica. Nem mesmo a ditadura foi tão cruel e mesquinha

Contribuição ao seminário da Juventude do PT

Contribuição ao seminário da Juventude do PT

O golpe de 2016 foi o meio encontrado pelo imperialismo para colocar um governo disposto em ir até o fim na retirada de direitos se apoiando nas instituições apodrecidas. Foi a toque de caixa que Temer aprovou no congresso apodrecido as medidas antipovo até esbarrar na histórica greve geral convocada pela CUT que impediu a contrarreforma da previdência.

Juventude do Partido Trabalhista da Grã Bretanha apoia o PT no Brasil

Juventude do Partido Trabalhista da Grã Bretanha apoia o PT no Brasil

A Juventude do Partido Trabalhista da Grã Bretanha (Young Labour) declarou seu apoio ao presidente Lula, e o transformou em seu presidente honorário. Às vésperas de uma eleição decisiva no cenário político brasileiro, essa é mais uma manifestação importante a nível internacional, aumentando a força da candidatura do PT. O tradicional Labor Party (Partido trabalhista Britanico) teve milhares de filiações, sobretudo de jovens, após as eleições de 2015 quando o deputado Jeremy Corbin encabeçou a luta contra os cortes e as privatizações, política imposta pelo imperialismo através da União Europeia e sustentada pela antiga direção derrotada na disputa interna. O apoio do Young Labour, sem dúvida, significa mais alguns braços e ainda mais fôlego para continuar uma ampla campanha pela vitória do 13 no dia 07/10/2018! Lula é Haddad com Constituinte! Confira a declaração na íntegra: _______________________________________________________ Declaração do YOUNG LABOUR (Juventude do Partido Trabalhista da Grã Bretanha): Porquê Elegemos Lula Nosso Presidente de Honra 3 de outubro de 2018 “não importa quantas rosas matem, eles nunca conseguirão impedir a chegada da primavera”. Desde o início de abril, Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente, socialista, do Brasil, vem sendo mantido numa solitária com limitado acesso ao mundo exterior – após ter sido sentenciado a 12 anos de prisão. Durante todo período que levou sua prisão, ele foi submetido – e continua sendo – a um processo midiático, como parte de uma campanha de calúnias e difamações articulada e organizada pelas classes dominantes do Brasil contra o movimento dos trabalhadores, que luta contra os privilégios de tal elite. A sentença contra Lula é violentamente desproporcional às acusações atribuídas a ele – que estão longe de serem inequívocas. A acusação central, baseada em delações premiadas – devidamente barganhadas – de empresários processados por corrupção, é que teria sido oferecido a ele um apartamento (o qual ele nunca usou). Mas a verdadeira razão para punirem Lula é que nos próximos dias o Brasil enfrentará uma eleição que terá profunda importância aos rumos futuros do país. Nesta eleição, o candidato preferido pelos brasileiros reacionários é Jair Bolsonaro, um candidato de extrema-direita [que se apresenta como] “anti-sistema”. Bolsonaro, que abertamente se diz simpatizante da ditadura militar, promete continuar com todas as políticas neoliberais do presidente Michel Temer, que esteve envolvido no golpe “suave” contra a presidenta socialista Dilma Rousseff em 2016. Depois de anular a vontade democrática 54 milhões de brasileiros removendo Rousseff, Temer colocou em marcha sua política de austeridade: ele impôs um congelamento de 20 anos nos gastos públicos, e deixou claro sua intenção de privatizar a empresa estatal brasileira de petróleo. Paulo Guedes, o cérebro econômico (treinado na universidade de Chicago) de Bolsonaro, pretende continuar essa trajetória e anuncia “privatizar tudo” como solução declarada ao “caos” da economia brasileira. Todas as pesquisas eleitorais mostram que Lula era de longe o mais popular dentre todos os candidatos. Tendo sido um trabalhador sem formação acadêmica, militante sindicalista e uma figura política inata com grande experiência, Lula tem representado a resistência do povo brasileiro

Nota do PT: Repúdio à violência policial contra candidatos no PR

Nota do PT: Repúdio à violência policial contra candidatos no PR

O estado de exceção vem se aprofundando desde o golpe de 2016. O mesmo estado que destrói direitos tenta nos impedir de lutar, sobretudo quando apontamos uma saída política para interromper o golpe. Assim como os tiros disparados contra a caravana de Lula, que seguem sem apuração, são inaceitáveis os últimos casos de violência contra os candidatos do PT do Paraná, Edna Dantas e Renato Almeida. Atos de violência física são a face mais reacionária de uma perseguição política que o PT sofre da justiça e da mídia. Defendemos o PT dessa perseguição e seguiremos na rua lutando por um “Brasil feliz de novo” Segue a nota do PT sobre os casos de violência. Nesta noite de domingo, 09, o candidato a deputado pelo PT Paraná, Renato Almeida Freitas, fazia panfletagem no centro de Curitiba e foi agredido pela Guarda Municipal que o atacou com balas de borracha e o levou preso. Nenhum motivo para a prisão e nem para a violência policial. Da mesma forma, no dia 07, durante o desfile cívico, Edna Dantas, candidata a deputada estadual pelo PT-PR, realizava manifestação em prol da libertação do presidente Lula junto a outros militantes do partido e foram agredidos e detidos pela Polícia. Nos dois casos, a única explicação para a perseguição é que ambos são negros, do PT e dos movimentos sociais. O que estamos vendo é uma assustadora onda crescente de violência e perseguição a quem se manifesta e luta a favor dos oprimidos. Não houve nenhuma preocupação com os ônibus da Caravana do Presidente Lula que giram alvejados, estamos há seis meses sem saber quem matou Marielle e ainda o judiciário determina que não podemos nos manifestar em apoio a Lula. Estive hoje acompanhando, logo que soube, o desenrolar da prisão arbitrária do Renato. Como estarei solicitando desde já apuração sobre desvio de função policial em ambos os casos. Estou ao lado da Democracia e, portanto, lutando contra o estado de exceção que vivemos. Basta de perseguição! Basta de violência! Por Dr. Rosinha, presidente do PT Paraná.

Nota do PT: Contra a cassação política, com Lula até o fim

Nota do PT: Contra a cassação política, com Lula até o fim

Diante da violência cometida hoje (31) pelo Tribunal Superior Eleitoral contra os direitos de Lula e do povo que quer elegê-lo presidente da República, o Partido dos Trabalhadores afirma que continuará lutando por todos os meios para garantir sua candidatura nas eleições de 7 de outubro. Vamos apresentar todos os recursos aos tribunais para que sejam reconhecidos os direitos políticos de Lula, previstos na lei e nos tratados internacionais ratificados pelo Brasil. Vamos defender Lula nas ruas, junto com o povo, porque ele é o candidato da esperança. É mentira que a Lei da Ficha Limpa impediria a candidatura de quem foi condenado em segunda instância, como é a situação injusta de Lula. O artigo 26-C desta Lei diz que a inelegibilidade pode ser suspensa quando houver recurso plausível a ser julgado. E Lula tem recursos tramitando no STJ e no STF contra a sentença arbitrária. É mentira que Lula não poderia participar da eleição porque está preso. O artigo 16-A da Lei Eleitoral prevê que um candidato sub judice (em fase de julgamento) pode “efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e ter seu nome mantido na urna eletrônica”. A Justiça Eleitoral reconheceu os direitos previstos nestas duas leis a dezenas de candidatos em eleições recentes. Em 2016, 145 candidatos a prefeito disputaram a eleição sub judice, com registro indeferido, e 98 foram eleitos e governam suas cidades. É só para Lula que a lei não vale? O Comitê de Direitos Humanos da ONU determinou ao Brasil garantir os direitos políticos de Lula, inclusive o de ser candidato. E o Brasil tem obrigação de cumprir, porque assinou o Protocolo Facultativo do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. E o Congresso Nacional aprovou o Decreto Legislativo 311 que reconhece a autoridade do Comitê. O TSE não tem autoridade para negar o que diz um tratado internacional que o Brasil assinou soberanamente. É falso o argumento de que o TSE teria de decidir sobre o registro de Lula antes do horário eleitoral, como alegou o ministro Barroso. Os prazos foram atropelados com o objetivo de excluir Lula. São arbitrariedades assim que geram insegurança jurídica. Há um sistema legal para os poderosos e um sistema de exceção para o cidadão Lula. Em uma semana que envergonhará o Judiciário para sempre, a cúpula desse Poder negociou aumento de 16,4% nos salários já indecentes de ministros e juízes, sancionou a criminosa terceirização dos contratos de trabalho e, agora, atacou frontalmente a democracia, os direitos dos eleitores e os direitos do maior líder político do país. É uma cassação política, baseada na mentira e no arbítrio, como se fazia no tempo da ditadura. A violência praticada hoje expõe o Brasil diante do mundo como um país que não respeita suas próprias leis, que não cumpre seus compromissos internacionais, que manipula o sistema judicial, em cumplicidade com a mídia, para fazer perseguição política. Este sistema de poder, fortemente sustentado pela Rede Globo, levou

Congresso da JPT decide Marcha a Brasília em 15 de agosto

Congresso da JPT decide Marcha a Brasília em 15 de agosto

Ultrapassando as expectativas, mais de 1200 jovens de todo o país participaram do congresso nacional da Juventude do PT (JPT) em Curitiba (PR). Marcado pela unidade ao redor de Lula Livre, Lula presidente, o congresso reafirmou a candidatura Lula ligada à convocação de uma Constituinte, a realização de uma grande marcha da juventude à Brasília em 15 de agosto, dia da inscrição de Lula, e recompôs a direção da JPT, elegendo uma executiva de 22 membros e o militante carioca Ronald “Sorriso”, da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), como secretário nacional.