Caminhada contra “Reformas” em Volta Redonda

Caminhada contra “Reformas” em Volta Redonda

Dia 21/04 foi realizado uma Caminhada Contra as “Reformas” de Temer, em Volta Redonda, chamado pela Igreja Católica na região onde dias antes tinha acontecido o mesmo ato nas cidades de Quatis e Barra Mansa e que movimentou muitas pessoas. Em Volta Redonda a caminhada, que tinha por volta de mil pessoas, com a presença do Sindicato da Construção Civil, Sindicato das Domésticas, Pastoral da Juventude, as Comunidade Eclesial de Base (CEB), seguiu o trajeto da Igreja Santa Cecilia, no centro da cidade, indo até uma outra igreja no bairro Conforto. No carro de som os cantos religiosos que colocavam a necessidade da luta foram reforçados pelo grito das pessoas que seguiam o “Fora Temer” e a necessidade da greve geral. Nós da Juventude Revolução estivemos presente no ato com panfletos colocando a importância da luta contra as “reformas” da previdência e trabalhista que afetam em cheio também a juventude. Além disso estivemos com nossos marcadores de página e cartilhas, vendendo, levando a frente nossa independência financeira que acreditamos ser o que possibilita a independência política. Tamires Perete, militante JR de Volta Redonda-Rj

Ato em São Paulo exige liberdade para Rafael Braga!

Ato em São Paulo exige liberdade para Rafael Braga!

O ato que ocorreu na segunda feira (24) contra a prisão arbitrária de Rafael Braga, começou por volta das 18h00 e se reuniu no vão livre do MASP. Em seguida caminhou com um carro de som entoando palavras de ordem contra a militarização da polícia e contra o governo golpista, seguido pela multidão que acompanhava a marcha. Encerrou em frente ao escritório presidencial, com intervenções emocionadas denunciando o estado polícial que assola as periferias e que com sua PM persegue, executa ou encarcera em massa os pretos e pobres. Mas quem é Rafael Braga? Em 2013 durante as jornadas de junho, milhares de pessoas foram às ruas em atos inicialmente contra o aumento das passagens, mas que logo passaram a ter muitas reivindicações, demonstrando o descontentamento com as instituições apodrecidas. A repressão era descomunal, ferindo e prendendo tanto quem lutava por seus direitos, como quem apenas passava na rua. Como no caso de Rafael, o único condenado que foi preso nesse contexto. Ele foi pego ao passar pelo ato com duas garrafas lacradas de pinho sol, mesmo com a perícia alegando que o material dá garrafa não poderia ser usado para se fazer um “coquetel molotov”, arma que ele só passou a conhecer depois da prisão. Por bom comportamento pode cumprir um regime semiaberto, mas foi preso novamente em janeiro do ano passado enquanto caminhava até a padaria, na favela da Vila Cruzeiro (RJ) onde mora sua mãe. Supostamente portando maconha, cocaína e um rojão. Foi condenado a 11 anos de prisão, por tráfico de drogas. Mesmo que ele e  uma testemunha aleguem que ele não estava segurando nada quando foi abordado e agredido pelos policiais, cujos depoimentos são tidos como provas suficientes para a condenação. Mesmo que mais da metade da população brasileira seja negra, o racismo é estrutural e institucionalizado. Aos negros é negada a educação de qualidade, acarretando em piores empregos e moradias. Formando a camada mais pobre dá sociedade são obrigados a morar em periferias, sem locais para a prática de esportes ou incentivo a cultura. Só conhecem o poder público através da violência polícial praticada diariamente, que alegando estar em busca de drogas, pratica um verdadeiro genocídio e um encarceramento em massa de milhares de inocentes todos os anos. Prosseguir a campanha pela libertação de Rafael Braga é uma obrigação de todos aqueles que lutam contra o genocídio e o encarceramento em massa  da juventude negra, e por todos aqueles que simplesmente defendem a democracia. Bianca Alves, é militante da JR em São Paulo

Eleição DCE UNB: os estudantes elegeram o Fora Temer e Nenhum Direito a Menos!

Eleição DCE UNB: os estudantes elegeram o Fora Temer e Nenhum Direito a Menos!

Após 5 anos de gestão da Aliança pela Liberdade (gestão de direita) na Universidade de Brasília, mais de 12 mil estudantes foram às urnas, nos dias 5 e 6 de abril, para derrotar o projeto privatista de universidade que compactua com o golpismo e com a retirada de direitos que ataca em cheio a nós, jovens e estudantes. A ameaça contra o caráter público e gratuito da universidade, a reforma da previdência o congelamento de gastos na educação, reforma no ensino médio, demandam de nós estudantes muita mobilização. Por isso, os estudantes da UNB decidiram por fim aos anos de paralisia do movimento estudantil e abrir ala para um programa que deixe bem claro de qual lado está, o lado da defesa dos direitos e da luta por mais conquistas.

Em Arapiraca, JR realiza debate contra a reforma da previdência

Em Arapiraca, JR realiza debate contra a reforma da previdência

Na última quinta feira, dia 30 de março, o núcleo de Arapiraca da Juventude Revolução realizou debate no Campus da UFAL Arapiraca sobre os efeitos da contrarreforma da previdência para a juventude e classe trabalhadora. A atividade contou com a participação de dezenas de estudantes que ficaram concentrados no pátio da universidade acompanhando atentamente a discussão realizada pelo Professor de História da UNEAL e dirigente da CUT-AL Luiz Gomes.

Solidariedade ao presidente da FATEC! Abaixo a repressão!

Solidariedade ao presidente da FATEC! Abaixo a repressão!

Enquanto tentava passar em sala, cumprindo o seu mandato, o presidente do DCE da Faculdade de tecnologia de São Paulo (universidade pública estadual) foi detido pela PM numa ação truculenta, acionada pelo diretor da unidade do Ipiranga. Henrique domingues foi detido ao mobilizar os estudantes contra a tentativa do governo estadual de discutir no conselho estadual de educação a aprovação de pagamento de mensalidades na FATEC. O fato é grave e acontece num momento em que aumenta a cada dia o estado de exceção, protagonizado pelo judiciário. Henrique tem nossa solidariedade irrestrita contra a repressão! Não à criminalização do movimento estudantil!

Com forte repressão policial, Alckmin e Zago aprovam teto de gastos na USP. Luta deve continuar!

Com forte repressão policial, Alckmin e Zago aprovam teto  de gastos na USP. Luta deve continuar!

Nesta tarde de terça-feira, (07/03), a reitoria da USP convocou um Conselho Universitário – instância máxima de decisão da universidade – para aprovar um projeto proposto pela reitoria da USP de teto de gastos da universidade. Atualmente a USP gasta 105% do seu orçamento na folha de pagamentos de técnicos e professores. A proposta da reitoria é reduzir a 80% este gasto, o que poderá levar a demissão de mais de 6 mil trabalhadores da USP. Uma proposta para esconder o fato de que o “aperto” orçamentário da USP se deve a política de Geraldo Alckmin de não repassar corretamente as verbas, inclusive as prevista em lei, e fazer cortes sucessivos do orçamento. Devido à estrutura burocratizada e distante da maioria dos estudantes e funcionários d Conselho – composta em sua maioria por professores ligados à reitoria -, a aprovação da medida era previsível. Em resposta ao projeto, o Sindicato dos Trabalhadores da USP (SINTUSP), em conjunto com a Associação dos Docentes da USP (ADUSP) e o Diretório Central dos Estudantes Livre da USP (DCE), convocaram um ato com a chamada “Não ao teto de gastos” para as 12h00 em frente à reitoria, onde ocorreria o Conselho Universitário. A manifestação tinha por objetivo impedir a instauração do Conselho, dessa forma, barrando a medida. Os funcionários, estudantes e professores colocaram-se à frente dos vários portões da reitoria, cantando palavras de ordem, apresentando faixas com os dizeres: “Não ao teto de gastos” e “Mais verba para a educação”; barrando a entrada dos conselheiros no prédio. A resposta de Zago – reitor da USP ligado ao governo Alckmin/ PSDB -, aos pedidos por uma educação pública de qualidade, por empregos dignos aos funcionários e professores, pela manutenção da pesquisa e das políticas de permanência, foi uma brutal repressão por meio da Polícia Militar do Estado de São Paulo. A repressão se deu através de balas de borracha, bombas de gás lacrimogênio e efeito moral; além da agressão física aos manifestantes. Como se não fosse suficiente, diversos alunos e funcionários foram detidos e levados a 93 DP. Enquanto ocorria o massacre do lad de fora do conselho, do lado de dentro Zago aprovava sua medida na integra, sem qualquer debate com a comunidade acadêmica, confirmando o jogo de cartas marcadas do Conselho. Em resposta a tal atitude do governo Alckmin, que se orquestrou por meio de seu fantoche, a reitoria Zago, o movimento estudantil da USP – através de suas entidades, Centros Acadêmicos e DCE -, convocaram para a quinta-feira (09/03), um dia de luta contra a repressão, por nenhum estudante preso e contra a destruição da USP. As atividades terão início com um ato em frente à reitoria, às 13h00 e se encerrarão com uma Assembleia Geral dos Estudantes da USP, às 18h00, no Vão da História. A Juventude Revolução, presente no ato, repudia a repressão contra a liberdade de organização e expressão dos estudantes, funcionários e professores, e se põe ao lado do movimento estudantil por uma universidade pública, gratuita, de qualidade

Em Recife, JR debate a (contra)reforma do Ensino Médio

Em Recife, JR debate a (contra)reforma do Ensino Médio

Após uma série de ataques, agora com a aprovação de mais uma medida do governo golpista de Michel Temer, desta vez que ataca o Ensino Médio do país, o núcleo da Juventude Revolução de Recife promoveu o debate intitulado “Reforma do Ensino Médio: os desafios para uma educação de qualidade”, nesta segunda feira (20/02), na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O espaço teve como debatedores os professores Eduardo Jorge, do Departamento de Educação (DEd) da universidade e com formação em Educação Física, e da professora Juliana Andrade, também professora do DEd e com formação em História. O debate contou com cerca de 60 pessoas, entre professores e estudantes, tendo na sua maioria estudantes do curso de História, e trouxe à tona pontos importantes sobre esse ataque direto á classe trabalhadora. Cada um dos palestrantes trouxe suas percepções, desde a análise da conjuntura da política mundial até os rebatimentos diretos desta reforma do ensino médio no campo da educação. Terminadas as exposições, houve o debate com a participação dos ouvintes. No final, o espaço foi um sucesso. A Juventude Revolução vem se articulando em Recife cada vez mais e tomando a frente em ações dentro da universidade e no movimento estudantil como um todo. No dia 07 de Março, haverá a reunião de mobilização e organização para a paralisação nacional do dia 15, entre outras ações que serão realizadas. Contamos com a sua participação. Vamos para as ruas! Marcelo Gomes – Militante da JR em Recife-PE

Estudantes do Gama nas ruas em defesa da educação!

Estudantes do Gama nas ruas em defesa da educação!

  O ano de 2017, já começou com turbulências, não é pra menos, sob o governo de Temer e Rollemberg, as escolas seguem sucateadas, muitas sem estrutura para enfrentar o racionamento de água, sem merenda e agora, sem limpeza. No CEM 01 do gama, a situação é exatamente esta, e a direção está suspendendo as aulas. Face a isso, os estudantes tem se mobilizado. Realizou-se nesta quarta feira (23) no Gama, um ato estudantil composto majoritariamente por alunos do CEM 01. Um ato em solidariedade aos servidores terceirizados, que estão sem receber seus salários desde dezembro de 2016, incluindo o 13°, o que é um absurdo e, também em apoio aos professores, que cumprindo um calendário de lutas, caminham rumo a uma greve nacional da educação que se inicia no dia 15 de março, contra as políticas de retrocessos aplicadas tanto pelo governo local, quando federal, em particular a  reforma da previdência. Durante o ato, uniram-se a nós, os trabalhadores terceirizados que estavam concentrados em frente à Coordenação Regional de Ensino do Gama, e seguiram conosco proclamando palavras de ordem. O ato foi de grande importância, e mostra que o movimento estudantil é forte, pulsante e organizado, para reagir às ofensivas a que nos sujeitam. A educação sofre mas não sofre calada, resistimos! EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA, TODO APOIO À LUTA DOS PROFESSORES!

Todo apoio à companheira Juliana Cardoso, vereadora do PT!

Todo apoio à companheira Juliana Cardoso, vereadora do PT!

Nesta quarta – feira à tarde, 14/02, na Câmara Municipal de São Paulo, vários movimentos sociais, entre os quais a Juventude Revolução, fizeram um ato de solidariedade à vereadora Juliana Cardoso do PT. Após os assessores e comparsas do vereador Fernando Holiday (DEM), coordenador nacional do MBL, tentarem invadir e filmar uma reunião com o senador Lindberg (PT) com o mandato da vereadora, uma reunião fechada do gabinete de Juliana, Holiday divulgou vídeos distorcendo os fatos e atacando a petista, chegando inclusive a entrar com pedido de cassação do seu mandato. O ato teve iniciou as 14h na entrada da Câmara Municipal com falas solidárias à Juliana, denunciando o ataque fascista do vereador e depois prosseguiu para o plenário, local onde Fernando Holiday revidou as acusações com ataques diretos ao Partido dos Trabalhadores, até mesmo sugeriu a extinção do PT, mostrando que serve aos interesses daqueles que querem destruir as organizações da juventude e dos trabalhadores. Por sua vez, a vereadora descreveu o ataque desmentindo versões dele, agradeceu a solidariedade dos movimentos sociais e respondeu a altura com um pedido de cassação do mandato de Holiday pelas provocações e invasões inaceitáveis. A Juventude Revolução que esteve presente em solidariedade a companheira Juliana repudia as ações fascistas do MBL e de Fernando Holiday e qualquer outro ataque que fere a democracia e as organizações populares. Veridiana Santana, é militante da JR em São Paulo