Juventude Revolução realiza sua Plenária Nacional

Juventude Revolução realiza sua Plenária Nacional

Nos dias 21 e 22 a Juventude Revolução realizou em Brasília – DF a sua Plenária Nacional, que reúne coordenadores de núcleos por todo o país, para debater as principais tarefas diante da situação política, para avançar na luta em defesa da juventude em conjunto com classe trabalhadora e suas organizações. Preservando a sua independência política para discutir as necessidades da juventude, a PNJR foi totalmente autofinanciada, os delegados fizeram arrecadações nos estados para garantirem a participação na atividade.

SP não está à venda! Plebiscito já!

SP não está à venda! Plebiscito já!

Começou na última sexta feira a coleta de assinaturas por um plebiscito oficial sobre as privatizações e concessões na cidade de São Paulo. Em poucas horas mais de 1500 pessoas assinaram. O objetivo é conseguir mais de 160 mil assinaturas para dar entrada com o pedido na câmara municipal. A coleta é impulsionada pela campanha “SP não está à venda”, que reúne diversas entidades e organizações do movimento sindical, estudantil e popular, que organizaram a ocupação da câmara no mês passado. A JR tem participado ativamente desta luta. Uma luta que vem em resposta às intenções do prefeito João Dória de vender a cidade de São Paulo. Dória, além de congelar gastos com a cultura, cortar da saúde e da educação, cortar merenda, leite das crianças e tentar fechar as farmácias da UBSs e AMAs, já enviou pelo menos três projetos à câmara para que seja autorizado a privatizar ou fazer concessões dos mais diversos serviços e patrimônios públicos, agindo como se fosse o dono da cidade. Na mira do prefeito para a privatização estão parques, mercados municipais, terrenos com até 10 mil metros quadrados, terminais de ônibus, diversos imóveis e outros. Entre os mais escandalosos está a intenção de privatização do sistema de bilhetagem eletrônica da cidade. É com esse sistema que a prefeitura contabiliza o número de passageiros de ônibus e faz o repasse às empresas de transporte referente a usuários que tem passe livre ou outros direitos. Colocar uma empresa para tomar conta desse setor é como colocar a raposa para tomar conta do galinheiro. Há ainda a tentativa de entregar para a iniciativa privada o serviço funerário da cidade. Funcionando como uma autarquia, o serviço funerário garante a quem não pode pagar o direito ao enterro gratuito e é um dos poucos setores da prefeitura que é superavitário, embora sofra com o atraso da prefeitura em convocar trabalhadores concursados e com a falta de segurança. O prefeito prepara a concessão do serviço para entregar a algum empresário o direito de lucrar com a morte do paulistano. O prefeito que vendeu sua imagem ao povo como “gestor” e não político (aham!) quer agora vender toda a cidade se livrando da responsabilidade de administrar. É aliás o que faz enquanto viaja pelo país recebendo “homenagens” para alavancar sua candidatura a presidente e oferecer a empresários do país e do mundo, na bacia das almas, a cidade de SP. Quem perderá com isso é a população que sustenta os serviços públicos da cidade com o pagamento de impostos e ainda terá, em caso de privatização, pagar outra vez para acessar estes serviços. E se é verdade que Dória foi eleito falando em privatizar alguns setores, com 3.085.187 votos, lembremos que a soma de votos nulos, brancos e abstenções ultrapassa esse número (3.096.304) fora o voto em outros candidatos. Nada mais justo então que consultar a população sobre suas intenções, já que o que está em jogo é o próprio futuro do povo da cidade. Caso aprovado o plebiscito na

JR participa da Audiência pública que discutiu o caso de Rafael Braga

JR participa da Audiência pública que discutiu o caso de Rafael Braga

A Juventude Revolução participou da Audiência Pública realizada dia 30/08 pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados para discutir o caso de Rafael Braga. Trata-se do único “preso político” das manifestações de junho de 2013. Ele foi condenado injustamente sobre a suposta acusação de porte de material inflamável. O material em questão era o pinho sol e uma agua sanitária, produtos de limpeza. Rafael não estava sequer participando da manifestação. Ao cumprir a pena em semiaberto, ocorreu a segunda prisão por porte ilegal de drogas, uma quantidade ínfima e implantada pela própria PM , foi baseada apenas no depoimento dos policiais. A justiça se recusou a ouvir o depoimento das testemunhas. Enquanto isso, o dono do helicóptero que carregava 450 kg de cocaína está solto e bem longe de ser preso. Rafael Braga sofre maus tratos e está em um quadro grave de saúde , foi encarcerado injustamente em uma prisão racista e arbitrária . Rafael é mais uma vítima do estado racista que promove o genocídio da população negra e pobre. A polícia militarizada, herança da ditadura militar, atua como uma máquina de guerra , que quando não mata, encarcera toda juventude negra, sobre condições desumanas e em presídios superlotados. Nós da Juventude Revolução além de lutar pela desmilitarização da PM, nos somamos à luta pela liberdade para Rafael Braga. Livia Cairus, tesoureira do DCE UnB e militante da JR.

Plenária Nacional da Juventude Revolução – 21 e 22 de outubro, Brasília

Plenária Nacional da Juventude Revolução – 21 e 22 de outubro, Brasília

O Brasil sofreu um golpe para destruir os direitos e atacar a soberania nacional. A educação teve o investimento limitado por 20 anos e sofreu graves cortes orçamentários, o Ensino Médio teve reforma que retirou conteúdos, os trabalhadores sofrem com a aprovação da reforma trabalhista e toda a nação é ameaçada com o plano anunciado de privatizações. Temer, o congresso e o judiciário, rezando a cartilha do capital financeiro querem avançar sobre todos os nossos direitos e conquistas, impedindo a juventude de ter direito a um futuro digno! Mas a luta da juventude em 2016 com centenas de ocupações de escolas e mobilizações, a greve geral de abril dos trabalhadores e suas organizações mostraram a disposição de resistência, que apesar das dificuldades, precisa prosseguir. Só através da luta é que poderemos defender nossos direitos!

O passe livre fica! SP não está a venda!

O passe livre fica! SP não está a venda!

No dia 09 de agosto, a Juventude Revolução, em conjunto com os movimentos sociais, culturais e os estudantes da cidade de São Paulo, ocuparam por 48h a câmara municipal de São Paulo para dar um recado ao Prefake João Dória: Não aceitamos que venda nossa cidade e muito menos que prive a juventude de ter acesso a ela. A ocupação teve como centro a luta contra os PL’s de privatizações do governo Dória e também contra as recentes mudanças implementadas pela gestão ao passe livre estudantil, que priva a juventude de realizar, utilizando o passe livre, qualquer tarefa extracurricular, como ir ao museu, teatro, biblioteca, estágio, etc.

Em SP, JR realiza seminário do Movimento estudantil

Em SP, JR realiza seminário do Movimento estudantil

A JR Paulista, neste ultimo sábado(29), realizou no sindicato dos petroleiros um seminário do movimento estudantil. Que teve como texto base o manifesto de Córdoba, passou pela discussão da história do ensino superior e do movimento estudantil no brasil e concluiu o dia com a explanação sobre as entidades estudantis (CA´s, DA’s, DCE´s, UNE, UBES, UEE, etc) e encaminhando a luta prática para o Próximo período.

Cine-debate no Capão Redondo em SP discute situação da educação

Cine-debate no Capão Redondo em SP discute situação da educação

Racionais MC’s, genocídio da juventude preta e periférica, miséria e desigualdade social. Essas são as imagens que muitas pessoas imaginam ao ouvir sobre bairro Capão Redondo. A realidade dos moradores do Capão não é exclusividade do distrito em questão, já que muitas regiões da cidade, do estado e do país, passam pelo mesmo problema. Um sistema que oprime, marginaliza e mata milhões de trabalhadores no mundo, o capitalismo.

JR no DF faz formação sobre questão negra

JR no DF faz formação sobre questão negra

No Distrito Federal (DF) ocorreu, uma atividade de formação sobre a questão negra no Brasil e os problemas políticos relacionados com o tema. O informe foi apresentado por Ricardo Cavalcanti, militante da Juventude Revolução e estudante de pedagogia na Universidade de Brasília. Foi apresentado para os participantes os principais problemas advindos do racismo estrutural, o informante focou um pouco do informe para explicar a situação que vivemos e como isso reflete na vida do jovem negro/negra da periferia.