Após a primeira reunião do núcleo de Florianópolis que discutiu o 12° ENJR e organizou a campanha financeira para a participação de militantes ao encontro, o núcleo se engajou na organização de atividades políticas.

A organização de uma atividade pública no dia 20 de abril na UFSC, junto com pixações nos muros, foram as ações pela exigência a Dilma de retirada das tropas do Haiti.


A partir dos cartazes que foram disponibilizados no site da JR acerca dos crimes da ditadura, organizamos colagens pelo campus UFSC.


Um dia após a colagem dos cartazes, encontramos uma provocação fascista colada ao lado de alguns deles. Esta provocação, que acusava militantes de assassinarem militares – e que não estava assinada -, mostra que o aparato militar que ainda hoje reprime o movimento social, sindical e a juventude, sobretudo a juventude negra nas periferias através de setores da policia militar, também encontra espaço ainda hoje, nas universidades. De imediato estamos nos dirigindo a todas as organizações de juventude da UFSC, Centros Acadêmicos e DCE para organizar uma atividade de repúdio a todo e qualquer ato de apoio a ditadura militar e cobrar da Reitoria uma posição frente ao ocorrido.

Desde já, o minimo que podemos dizer: FORA OS PROVOCADORES DO CAMPUS!

Este fato também mostra como a campanha pela punição aos torturadores e assassinos da ditadura, incomoda os defensores da ditadura. Nós queremos justiça. É isso que o governo Dilma do PT, partido que nasceu da luta contra a ditadura militar deve assumir!

Leonardo Nurnberg, militante da JR-IRJ em Florianópolis

Núcleo da JR de Florianópolis na construção do 12º ENJR

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