UnB em defesa da autonomia universitária

UnB em defesa da autonomia universitária

Golpistas ameaçam acionar o MPF contra curso oferecido pela universidade Num contexto de dezenas de medidas obscurantistas contra a educação, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) anunciou que pretende acionar o Ministério Público federal (MPF), numa ação judicial contra a Universidade de Brasília (UnB). O motivo: a oferta de uma disciplina no Instituto de Ciência Política intitulada: Tópicos especiais em ciência política: o golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil.

“Nossa Voz” vence eleições do DCE da USP

“Nossa Voz” vence eleições do DCE da USP

Texto publicado originalmente no Jornal O Trabalho n° 818 Vitória arrasadora encerra 10 anos de hegemonia do PSOL na entidade Nos dias 7,8 e 9 de novembro ocorreu a eleição para o DCE Livre da USP. A chapa “Nossa Voz”, composta pelo Balaio (núcleo de estudantes petistas da USP), por militantes da Juventude Revolução, do Levante Popular da Juventude e União da Juventude Socialista – foi vitoriosa com 4342 votos (65%). A atual gestão (Chapa “Pode chegar e não para”) obteve 1520 votos. Mais quatro chapas participaram do processo, “Primavera nos dentes” (MRT, 229 votos), “Embarca na Luta” (PSTU,144 votos), “Abstenção” (PSL/ Livres, 238 votos) e Território Livre (MNN,71 votos).

Eleição DCE UNB: os estudantes elegeram o Fora Temer e Nenhum Direito a Menos!

Eleição DCE UNB: os estudantes elegeram o Fora Temer e Nenhum Direito a Menos!

Após 5 anos de gestão da Aliança pela Liberdade (gestão de direita) na Universidade de Brasília, mais de 12 mil estudantes foram às urnas, nos dias 5 e 6 de abril, para derrotar o projeto privatista de universidade que compactua com o golpismo e com a retirada de direitos que ataca em cheio a nós, jovens e estudantes. A ameaça contra o caráter público e gratuito da universidade, a reforma da previdência o congelamento de gastos na educação, reforma no ensino médio, demandam de nós estudantes muita mobilização. Por isso, os estudantes da UNB decidiram por fim aos anos de paralisia do movimento estudantil e abrir ala para um programa que deixe bem claro de qual lado está, o lado da defesa dos direitos e da luta por mais conquistas.