UnB em defesa da autonomia universitária

UnB em defesa da autonomia universitária

Golpistas ameaçam acionar o MPF contra curso oferecido pela universidade Num contexto de dezenas de medidas obscurantistas contra a educação, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) anunciou que pretende acionar o Ministério Público federal (MPF), numa ação judicial contra a Universidade de Brasília (UnB). O motivo: a oferta de uma disciplina no Instituto de Ciência Política intitulada: Tópicos especiais em ciência política: o golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil.

Nossa luta depois do Impeachment

Nossa luta depois do Impeachment

Depois do golpe consolidado pelo impeachment uma nova onda de manifestações, composta sobretudo por jovens, tem varrido o país em ritmo quase diário. Milhares vão às ruas gritar “FORA TEMER, nenhum direito a menos”. Essas manifestações enfrentam a crescente repressão policial e abrem uma nova situação, com possibilidades amplas de organização da juventude brasileira, que exigem reflexão, debate e ousadia da nossa parte. O que se concretizou com a votação do impeachment não foi um simples “golpe parlamentar”, mas um processo que durou mais de um ano, comandado desde o poder judiciário, com o evidente apoio da grande mídia, com o objetivo de atender os interesses da burguesia subordinada ao capital internacional.

Na UFSC, estudantes e professores lançam o Comitê de Letras Contra o Golpe

Na terça feira, dia 14 de junho, por iniciativa dos estudantes do Centro Acadêmico Livre de Letras, aconteceu uma reunião que contou com a presença de estudantes e professores dos cursos de Letras da UFSC para fundação do Comitê de Letras Contra o Golpe. A UFSC já conta com um Comitê Geral Contra o Golpe que envolve as três categorias (estudantes, professores e técnicos) mas com o acirramento dos ataques percebeu-se a necessidade de atingir mais alunos do curso e organizar atividades locais nas bases. No curso de Letras, o debate da situação política do nosso país já vinha acontecendo desde o ano passado na luta contra os cortes na educação e os efeitos do golpe em curso já são sentidos na Universidade pública, principalmente em questões de ensino, pesquisa, extensão e permanência estudantil.