Março Vermelho: Por direitos, por futuro!

Março Vermelho: Por direitos, por futuro!

Todo ano a Juventude Revolução se propõe a construir o Março Vermelho, uma série de atividades dedicadas a relembrar a luta das mulheres e construir sua luta nos dias atuais. Se nesse tempo as mulheres trabalhadoras travaram grandes batalhas hoje enfrentamos batalhas diferentes mas igualmente grandes. O sistema capitalista de hoje, na fase dos monopólios, o imperialismo, não consegue atender as necessidades da população num geral e consegue atender ainda menos as demandas específicas das mulheres. Nossa luta está inteiramente ligada à luta pelo fim da exploração de classe porque são as mulheres, sobretudo negras, que predominam nos serviços mais precarizados, por exemplo, com as relações de trabalho mais instáveis e desprotegidas.

A greve internacional de mulheres e as armadilhas do capitalismo para segmentar a luta dos trabalhadores e das trabalhadoras.

A greve internacional de mulheres e as armadilhas do capitalismo para segmentar a luta dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Está sendo chamado para o dia 08 de março (dia Internacional da Mulher) pelo movimento Ni Una a Menos (um coletivo argentino que organizou marchas de protesto contra a violência de gênero em várias cidades da Argentina, Chile e Uruguai em 2015), uma greve internacional de mulheres para protestar contra o “feminicídio, exploração no trabalho/econômica e a desumanização e desierarquização das mulheres”. O movimento está previsto para acontecer em mais de 40 países e aqui no Brasil tem como sua propagandista Luciana Genro (PSOL). Sim, a mesma que declara aos quatro cantos do Brasil que a operação Lava Jato precisa continuar e punir todos os corruptos (quando sabemos que esta não tem e nunca teve a intenção de punir corruptos, e sim destruir as organizações da juventude e da classe trabalhadora, um instrumento de caráter seletivo e ideológico a serviço do judiciário golpista) e que também não houve golpe (mesmo quando a reforma da previdência está batendo à porta para tirar os direitos dos trabalhadores e principalmente das mulheres trabalhadoras as quais parece que foram esquecidas por Luciana Genro).