Vem aí a Plenária Nacional da JR do PT

Vem aí a Plenária Nacional da JR do PT

Vem com a gente construir uma organização autônoma da juventude e lutar por nossos direitos! O país passa por uma crise e dá pra ver que tem bastante coisa podre. Basta olhar para Bolsonaro e o Congresso Nacional atacando nossos direitos. O judiciário conspirador, forjou a prisão de Lula para impedir que ele ganhasse as eleições. E assim, milhares de jovens são empurrados a “dar um jeito” para sobreviver já que diminui a perspectiva de futuro.  Nós não podemos ficar de braços cruzados! A Juventude Revolução do PT convoca a Plenária Nacional para reunir representantes dos núcleos de todo o país para construir uma organização autônoma de juventude que lute pelas reivindicações da juventude nos bairros, escolas e universidades. A juventude vem tendo a sua perspectiva de futuro e de existência ameaçada, com o desemprego, o genocídio da juventude negra e a perseguição constante aos LGBTs. O desemprego bate recorde na juventude, principalmente entre mulheres e negros. A informalidade e subemprego são as opções para muitos que precisam ajudar a complementar a renda de casa, mesmo que isso signifique abandonar os estudos.  Ao mesmo tempo, o governo Bolsonaro corta cada vez mais no orçamento público, afetando diretamente as nossas vidas. Por exemplo, pode comprometer a compra de livros escolares, acabar com o “Minha Casa Minha Vida” e prejudicar a oferta de remédios na “Farmácia Popular”!  Nas escolas, os secundaristas estão com o conteúdo reduzido pela Reforma do Ensino Médio aprovada lá atrás por Temer. “Falta carteiras, mesas adequadas, quadro, canetas, já teve caso que entraram na escola e roubaram tudo, ou seja, [falta] maior segurança para a escola, funcionários e alunos” relata estudante em Juiz de Fora/MG onde a escola está num bairro que os jovens querem não só escola de qualidade, mas, também emprego, assistência social, atenção psicossocial, posto de saúde, pista de skate, espaços públicos de cultura e lazer, etc.  Para quem conseguiu chegar no ensino superior, a luta é para permanecer. Nas faculdades privadas é preciso defender os direitos dos estudantes, contra a demissão em massa dos professores e o aumento das disciplinas à distância, além dos cortes no FIES e PROUNI que tiram milhares na sala de aula.  Nas universidades públicas, a luta continua contra os cortes que estão obrigando o fechamento dos portões! A solução de Bolsonaro na educação é a implementação do “Future-se” que quer privatizar as universidades públicas. É hora de se apoiar na resistência que tem crescido contra esse projeto e derrotar o governo. Sim é possível, se todos se juntarem nesta luta, ao invés de dispersar forças propondo um Projeto de Lei alternativo nesse Congresso ultrarreacionário como quer a diretoria da UNE e outros.  Nas comunidades cabe organizar a luta contra o genocídio e encarceramento da juventude negra, vítima do tráfico e da PM – resquício da ditadura militar que tem que ser desmilitarizada. Sem perspectivas para os jovens, aumentam as chances de suicídios. O jovem preto quer viver, quer emprego, educação, saúde e cultura na periferia. Esse é o futuro

Nossa luta depois do Impeachment

Nossa luta depois do Impeachment

Depois do golpe consolidado pelo impeachment uma nova onda de manifestações, composta sobretudo por jovens, tem varrido o país em ritmo quase diário. Milhares vão às ruas gritar “FORA TEMER, nenhum direito a menos”. Essas manifestações enfrentam a crescente repressão policial e abrem uma nova situação, com possibilidades amplas de organização da juventude brasileira, que exigem reflexão, debate e ousadia da nossa parte. O que se concretizou com a votação do impeachment não foi um simples “golpe parlamentar”, mas um processo que durou mais de um ano, comandado desde o poder judiciário, com o evidente apoio da grande mídia, com o objetivo de atender os interesses da burguesia subordinada ao capital internacional.

O “Grito dos Excluídos” no dia 07.09: FORA TEMER!

O “Grito dos Excluídos” no dia 07.09: FORA TEMER!

No dia 07 de setembro, milhares de jovens foram às ruas no tradicional “Grito dos Excluídos”, que ocorre em paralelo aos desfiles da Independência do Brasil. Em todos os cartazes, faixas e vozes aparecia o “Fora Temer!”. O governo usurpador, que já anunciou diversos ataques à educação e aos direitos, não terá sossego! Desde o dia em que a presidenta Dilma foi definitivamente afastada pelo Congresso mais reacionário desde 1964, a juventude tem ocupado as ruas e praças por todo o Brasil. Fora Temer! Nenhum direito a menos!   A Juventude Revolução esteve presente em diversas cidades do país. Confira!   Santa Catarina Em Joinville, o Grito dos Excluídos contou com cerca de 300 pessoas. A JR esteve presente com faixas e agitando palavras de ordem. O ato em Florianópolis, no dia anterior, contou com cerca de 10 mil e a JR arrastou a galera da UFSC. Nossa coluna, com cerca de 100 jovens, agitou palavras de ordem que condenavam os ataques do governo usurpador ao nosso pré-sal. Rio de Janeiro  O “capacho imperialista”, Michel Temer, foi assim chamado por dezenas de milhares de pessoas no Rio de Janeiro. A JR estava presente nessa luta! Bahia Cerca de 10 mil pessoas caminharam no tradicional circuito do Campo Grande até a Praça Castro Alves. O “Grito dos Excluídos” foi marcado pelo “Fora Temer!”. O presidente da CUT BA, Cedro Silva, do carro de som, cantou junto com a JR: “golpista, golpista, golpista passa mal! O povo ta na rua pra fazer greve geral!”. Distrito Federal Em Brasília, cerca de 10 mil pessoas gritaram “Fora Temer! Nenhum direito a menos!”. A JR esteve presente puxando palavras de ordem que ligavam à greve geral. São Paulo  Na capital de São Paulo, cerca de 10 mil manifestantes foram às ruas para defender seus direitos. Vagner Freitas, presidente da CUT, falou da necessidade da construção da greve geral para derrubar os ataques do governo golpista. Em Guarulhos, a JR ajudou a agitar uma manifestação com mais de 100 jovens.

05/08 NO RIO DE JANEIRO: FORA TEMER! NENHUM DIREITO A MENOS!

O “Fora Temer ! Nenhum direito a menos” esteve presente na abertura das Olimpíadas, no Rio de Janeiro. O ato, convocado pela Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, diversos coletivos e organizações, ocorreu no dia 05/08 e contou com a participação de cerca de 30 mil pessoas. Mais uma vez, as mobilizações marcam a necessidade de derrubar o governo golpista para defender nossos direitos.

14º Encontro Nacional da JR reafirma: “Fora Temer! Nenhum direito a menos!”

14º Encontro Nacional da JR reafirma: “Fora Temer! Nenhum direito a menos!”

  Nos dias 22, 23 e 24 de julho, na cidade de São Paulo, ocorreu o 14º Encontro Nacional da Juventude Revolução, com a presença de 58 delegados, eleitos em núcleos de 10 Estados. Foram três dias em que, além de eleger a nova direção da JR, fizemos um rico debate sobre a situação nacional e a luta da juventude e dos estudantes frente aos ataques do governo golpista.

[VÍDEO] Geraldo Azevedo puxa FORA TEMER em show no Rio

[VÍDEO] Geraldo Azevedo puxa FORA TEMER em show no Rio

O presidente golpista Michel Temer vem fazendo sucesso por sua rejeição no país a fora., não era de se esperar outra coisa de um “rei mal coroado”, que não queria a paz em seu reinado, pois sabia que não ia ser amado (Brasil 247). Usando esse dado da realidade, de um governo ilegítimo, sem apoio popular, que veio para acabar com os direitos dos trabalhadores e da juventude, Geral Azevedo puxou em seu show no Rio de Janeiro, no último sábado, dia 17, um FORA TEMER onde foi acompanhado pela plateia. Para completar, o FORA TEMER foi sucedido da música “Canção da despedida”, composta em 1968 em parceria com Geraldo Vandré em repúdio à ditadura militar.

Na UFSC, estudantes e professores lançam o Comitê de Letras Contra o Golpe

Na terça feira, dia 14 de junho, por iniciativa dos estudantes do Centro Acadêmico Livre de Letras, aconteceu uma reunião que contou com a presença de estudantes e professores dos cursos de Letras da UFSC para fundação do Comitê de Letras Contra o Golpe. A UFSC já conta com um Comitê Geral Contra o Golpe que envolve as três categorias (estudantes, professores e técnicos) mas com o acirramento dos ataques percebeu-se a necessidade de atingir mais alunos do curso e organizar atividades locais nas bases. No curso de Letras, o debate da situação política do nosso país já vinha acontecendo desde o ano passado na luta contra os cortes na educação e os efeitos do golpe em curso já são sentidos na Universidade pública, principalmente em questões de ensino, pesquisa, extensão e permanência estudantil.