Carta da Juventude Revolução ao congresso da JPT

Carta da Juventude Revolução ao congresso da JPT

Caros companheiros e companheiras, Ninguém duvida que vivemos um momento muito difícil. Ao prender Lula de forma ilegal, num processo sem provas o judiciário, com a pistola do exército apontada, avançou ainda mais o Estado de exceção no Brasil. A prisão de lula e a perseguição implacável ao PT ameaçam o futuro da nação e da juventude. É a expressão no Brasil dos ataques do Imperialismo que promove os bombardeios na Síria, o massacre de crianças na Palestina, o Bloqueio na Venezuela.

16 anos da Lei de LIBRAS: Pelo direito à expressão da comunidade surda!

16 anos da Lei de LIBRAS: Pelo direito à expressão da comunidade surda!

Hoje, dia 24 de abril de 2018, é comemorado o aniversário de 16 anos da Lei nº 10.436 que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como meio legal de comunicação e expressão. Essa lei, que veio a ser regulamentada somente em 2005, foi um dos passos mais importantes no que diz respeito ao direito à língua e acesso à cultura e educação de qualidade da comunidade surda. Ela garante por lei seu direito a uma comunicação que os respeite como indivíduos parte da população e, acima de tudo, que garanta a eles uma identidade que por muitos anos lhes foi negada. Foi a partir da intitulada “Lei de Libras” que em 2005, através de sua regulamentação, tornou-se obrigatória a presença de intérpretes de LIBRAS – Língua Portuguesa nos espaços públicos e a oferta da língua de sinais a alunos surdos nas escolas. Apesar do grande passo de garantir, por lei, todos esses direitos, ainda há muita luta pela frente para que saiam do papel e passem para a prática! Diversos passos vinham sendo dados como a criação de 37 centrais de intérpretes no ano de 2013: Uma grande medida do governo federal que vislumbrava a acessibilidade em mais de 20 estados do país. Porém, os retrocessos do golpe de 2016 que arranca nossos direitos de maneira avassaladora, atingiu também a acessibilidade com o fechamento de diversas centrais de intérpretes como em São Paulo, Juiz de Fora e Vitória da Conquista. A Juventude Revolução se coloca como um ponto de apoio à luta pelos direitos da comunidade surda e parabeniza todos os surdos pelo aniversário desse marco tão importante de sua história. Leo Zótico – militante da JR de Florianópolis

APROVAR A GREVE GERAL DA UNB! Por recomposição orçamentária e autonomia universitária.

APROVAR A GREVE GERAL DA UNB!  Por recomposição orçamentária e autonomia universitária.

A Juventude Revolução (JR) participa ativamente da luta dos estudantes da UNB contra os cortes orçamentários e seus efeitos nefastos como a demissão de terceirizados, estagiários e tentativas de aumento do valor do RU. No último dia 10, uma grande mobilização na Esplanada dos Ministérios, organizada pelas entidades dos estudantes e dos trabalhadores da UNB, conseguiu estabelecer uma mesa de negociação com o MEC. No entanto, mal ela se instalou, pedras – que nada tem de “radicais”- foram arremessadas exatamente nas janelas onde começava essa negociação.

Orientação URGENTE!

Orientação URGENTE!

Todos os militantes da JR devem participar dos atos em defesa da democracia e contra a prisão de Lula, que acontecem hoje nos Estados. Em São Paulo, nossa militância deve dispor de todo o esforço para se deslocar ao ato em São Bernardo. Durante o dia de hoje, todos os núcleos devem passar em salas, convocando a juventude e entidades estudantis, explicando o que tá em jogo (emprego, educação, democracia), imprimir cartazes pra colar pelas cidades e fazer pirulitos e faixas para levar aos atos. Todos às ruas em defesa da liberdade de Lula! Não à prisão de Lula! Lula livre! Eleição sem Lula é fraude! Conselho Nacional da Juventude Revolução

Contribuição ao Encontro de Mulheres Estudantes da UNE – 2018

Contribuição ao Encontro de Mulheres Estudantes da UNE – 2018

A UNE organiza seu 8º Encontro de Mulheres Estudantes numa situação em que os direitos são atacados, o estado de exceção se aprofunda em cada passo que o golpe dá. E, por outro lado, a resistência existe como vimos na histórica greve geral, e vai desde as pequenas lutas à busca por uma saída política que se expressa na defesa do direito de Lula ser candidato. Cabe a nós muito debate e unidade para avançarmos na luta pelos nossos direitos. NAS UNIVERSIDADES: NÃO À EC 95 POR CRECHE, SEGURANÇA E ILUMINAÇÃO! A luta por creches universitárias e por mais segurança nos campi é antiga. As creches foram construídas a partir de uma mobilização iniciada em 1970 freada pelo decreto nº 977/1993 que manteve as creches existentes, proibiu a construção de novas, instituiu aos servidores o auxílio financeiro para a educação infantil dos dependentes e criou convênios com instituições particulares. Esse decreto inviabiliza o cumprimento do Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES que prevê o investimento em creches levando reitorias à criarem auxílios creches que não são suficientes para a manutenção de uma criança no estabelecimento particular. Da mesma maneira, através de um decreto nº 4.547/2002, as carreiras de segurança e vigilância foram extintas. O que temos é o serviço executado por profissionais terceirizados, com função patrimonial e sem treinamento especializado para atendimento da comunidade acadêmica. Por todo país a queixa é comum: falta iluminação.  É necessária cooperação entre governos locais e reitorias para iluminarem tanto as vias que passam pelo campus universitário tanto quanto as áreas no interior do campus. O que falta atualmente é orçamento. A UNE precisa reivindicar um programa nacional de iluminação nos campi universitário que permita a redução da insegurança para a comunidade acadêmica, sobretudo, as mulheres. A situação se agrava porque a Emenda Constitucional 95 (antiga PEC 241) já mostra a face por meio do brutal corte orçamentário. O resultado é a ameaça ao funcionamento das creches existentes, impossibilidade de aplicação do PNAES e o corte do auxílio creche. Os seguranças e vigilantes estão sendo demitidos aos montes deixando um quadro funcional escasso insuficiente para a manutenção segura dos campi. A demanda de iluminação fica só no papel, afinal, nem governo local e nem reitoria tem dinheiro para resolver o problema. É necessário que a UNE organize a luta pela revogação da EC 95 para retomada do investimento na educação e pela derrubada dos decretos que proíbe a criação de creche, a contratação de novos servidores de carreira da segurança e vigilância. Além disso, exigir a criação de um programa nacional de iluminação dos campi que reduza a insegurança para a comunidade acadêmica, sobretudo, as mulheres. Essa luta deve ser feita por todos os estudantes! O GOLPE ATACA AS MULHERES! A mulher e o mercado de trabalho Salário igual por trabalho igual! Revogação da Reforma Trabalhista! Não à Reforma da Previdência! A realidade do golpe pesa sobre todo o povo e, sobre nossas costas o peso é ainda maior. A reforma trabalhista desprotege gestantes

Março Vermelho: Por direitos, por futuro!

Março Vermelho: Por direitos, por futuro!

Todo ano a Juventude Revolução se propõe a construir o Março Vermelho, uma série de atividades dedicadas a relembrar a luta das mulheres e construir sua luta nos dias atuais. Se nesse tempo as mulheres trabalhadoras travaram grandes batalhas hoje enfrentamos batalhas diferentes mas igualmente grandes. O sistema capitalista de hoje, na fase dos monopólios, o imperialismo, não consegue atender as necessidades da população num geral e consegue atender ainda menos as demandas específicas das mulheres. Nossa luta está inteiramente ligada à luta pelo fim da exploração de classe porque são as mulheres, sobretudo negras, que predominam nos serviços mais precarizados, por exemplo, com as relações de trabalho mais instáveis e desprotegidas.

Em defesa da democracia, pelo direito de Lula ser candidato: Criar comitês de mobilização!

Em defesa da democracia, pelo direito de Lula ser candidato: Criar comitês de mobilização!

Queremos cada vez mais investimento na educação, saúde, moradia, transporte, segurança, esporte, lazer e cultura. Só que desde o golpe somos atingidos em cheio com o desemprego crescente e empurrados a trabalhos informais. Passagens de ônibus mais caras e passe estudantil em risco. Nossas universidades estão com orçamento estrangulado e o MEC persegue a autonomia universitária. No ensino particular os professores são demitidos e substituídos por disciplinas online comprometendo a qualidade no ensino.

Não à Transfobia! Queremos viver!

Não à Transfobia! Queremos viver!

Hoje, 29.01, comemora-se o Dia Nacional da Visibilidade Trans e ainda temos pouco a comemorar. O Brasil é o país que mais mata LGBTQs no mundo, o que agrava quando se refere às trans já que a cada 48 horas uma pessoa trans é assassinada no Brasil, o que reflete em uma expectativa de 35 anos, metade da média nacional segundo o IBGE. Isso significa na prática a violação do próprio direito fundamental à vida.