Rumo ao 7º Congresso do PT: “nosso papel é mobilizar e discutir”!

Rumo ao 7º Congresso do PT:  “nosso papel é mobilizar e discutir”!

No dia 26 de julho, acabou o prazo para as inscrições de chapa do Processo de Eleições Diretas (PED) do Partido dos Trabalhadores. A Juventude Revolução do PT participou desse processo em dezenas de chapas do Diálogo e Ação Petista (DAP), envolvendo centenas de jovens em todo o Brasil. “o nosso papel como juventude é mobilizar e discutir as propostas que serão levadas ao congresso.” mILITANTE DA JUVENTUDE REVOLUÇÃO DO PT, NO ESPÍRITO SANTO. Em todas essas chapas, junto com o DAP, estamos defendendo a autonomia da JPT, necessária para que o PT consiga organizar a resistência que se expressa nos jovens. Por isso, defendemos nesse PED ampliar a resistência pelo fim do governo de Bolsonaro, lutando contra a reforma da previdência, o desemprego e em defesa da educação pública e gratuita. Também defendemos a anulação dos julgamentos de Lula, combatendo por um governo encabeçado pelo PT, com Lula Livre para revogar as medidas de Temer e Bolsonaro. Nessa plataforma, defendemos a reforma radical do Estado, através de uma Assembleia Constituinte Soberana que mude as instituições golpistas. Em 2020, o PT deve ter candidaturas próprias nos municípios, onde possível, e com alianças programáticas numa frente antiimperialista com partidos como PC do B e setores populares do PSB, PDT e outros. É necessário fazer o balanço da conciliação dos 13 anos, que impediu o avanço nas medidas em defesa da juventude e do povo trabalhador. Com essa política, é hora de se jogar na campanha com toda a disposição, realizando a mais ampla discussão com o máximo de jovens petistas filiados! Listar os filiados nos locais, ir de casa em casa, conversar com amigos, vizinhos nos bairros e ruas! Sabemos que as regras do PED não nos favorece. Mais que isso: prejudicam o PT, pois é praticamente inexistente a discussão política com os filiados, que são chamados a votar no dia 08.09. Não concordamos com essas regras, mas as respeitamos e entramos no jogo pra ampliar ao máximo a discussão com cada petista. Como disse o jovem Werlis Mota na Bahia: “O Brasil precisa ser organizado! E dentre todos os caminhos possíveis, o PT foi o que mais atendeu a minha necessidade de luta. Sou jovem, gay, interiorano e negro! O PT abraçou todas as minhas causas e agora é minha vez de abraçar o partido como causa maior”. Nessa disposição, a JR do PT inicia a campanha do PED! Mãos à obra! Venha conosco! Rodrigo Lantyer, membro do Conselho Nacional da JR do PT.

Carta aos jovens petistas é entregue para a presidenta do PT no 57º CONUNE

Carta aos jovens petistas é entregue para a presidenta do PT no 57º CONUNE

A Juventude Revolução do PT chegou forte no ato Lula Livre do 57º CONUNE. Centenas de jovens participaram do “ato em defesa da democracia e da liberdade de Lula”. Preso político há mais de 1 ano. A farsa da operação lava jato não mais se sustenta. Sérgio Moro pau mandado, prendeu o Lula pra eleger o Bolsonaro! A JR não para! Durante o ato, a JR do PT aproveitou para apresentar a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, nossa contribuição para o 7º Congresso do PT. A Carta aos Jovens Petistas traz como central a construção de uma juventude do PT autônoma. Uma JPT que organize a luta pelos interesses da maioria oprimida dos jovens brasileiros. É o que precisamos nesse momento decisivo do país.  Não dá pra vacilar! O PT está vivo. Os jovens encontram no PT o ponto de resistência contra os ataques. Não podemos vacilar! Seguimos o combate aqui no Congresso da UNE. Para barrar a reforma da previdência. Contra os cortes. Na defesa dos direitos, da democracia e da liberdade de Lula. “É hora da JPT se lançar na luta sem tréguas para massificar a campanha Lula Livre em cada canto desse país”.

Carta aos jovens petistas

Carta aos jovens petistas

Contribuição da Juventude Revolução do PT ao 7° Congresso do partido A JR do PT decidiu participar do Processo de Eleições Diretas (PED) nas chapas do Diálogo e Ação Petista após debate e incorporação da bandeira da autonomia da Juventude do PT e da defesa de pautas comuns (*abaixo). Até o dia 26 de julho estaremos engajados nesta luta e queremos discutir com vocês a participação nas chapas nacional, estaduais, municipais e zonais. Vem com a gente! No momento que se prepara o 7º Congresso do PT é importante dizer: precisamos de uma Juventude do PT autônoma. Essa é uma questão chave: defender uma organização autônoma da juventude do partido, onde se discuta democraticamente as questões e se decida coletivamente o que fazer e como agir. Ela é necessária para fazermos nossa própria experiência, errando e acertando, buscando se conectar verdadeiramente com a periferia, escolas etc., e aprender a lutar junto com a classe trabalhadora. A JPT não precisa esperar autorização da direção para falar ou agir, muito menos ficar presa na estrutura de gabinetes, mandatos e prefeituras. Sim, é possível. A JPT fez isso quando questionou de bate pronto a declaração do governador da Bahia, Rui Costa (PT), ao defender cobranças nas universidades públicas. Fez certo! Não precisa pedir licença para defender direitos. Fala-se muito de valorizar a juventude no partido, mas infelizmente somos lembrados na hora de cumprir as cotas no PED, quando as chapas são obrigadas a ter certo número de jovens para se inscrever. Como se fôssemosobjetos para cumprir regras burocráticas. Como Juventude do PT, queremos ser parte viva do partido nas lutas sociais por emprego, pela vida, por educação pública e direito ao futuro digno com aposentadoria pública e solidária, sobretudo porque o desemprego já alcança 25% dos jovens, os cortes na educação atingem escolas e universidades, e aumenta violência da PM e do tráfico nas periferias. Queremos participar dos debates e decisões sem amarras. Aprendemos com os mais experientes, sem dúvida, mas também podemos ensinar e contribuir com nossa disposição e ousadia. Queremos ajudar o partido no que for preciso, mas questionando o que não concordarmos. Por exemplo, não somos obrigados a defender alianças com setores das oligarquias ou de partidos burgueses nas eleições em nome da tal “governabilidade”. Queremos autonomia para combater o genocídio da juventude negra pelas PMs, independente do governo que esteja no poder. A JPT deve ter reuniões periódicas para discutir, por exemplo, a intervenção nos congressos como o da UNE. A ação unitária dos jovens do partido, respeitada a pluralidade das correntes e grupos internos, é o caminho para disputar a UNE e recolocá-la na linha de frente das lutas estudantis. A fragmentação da JPT nesta disputa só interessa aqueles que dominaram a direção da entidade há 30 anos e, agora bajulam o STF, essa instituição antidemocrática que mantém Lula preso. A JPT pode ser um verdadeiro ponto de apoio para aqueles que querem lutar contra as medidas desse governo autoritário, obscurantista e entreguista de Bolsonaro, lambe-botas de Trump. Defendemos a JPT viva na resistência,

Juventude do PT manda recado para as declarações do governador da Bahia Rui Costa

Juventude do PT manda recado para as declarações do governador da Bahia Rui Costa

A Juventude Revolução do PT publica abaixo a nota nacional da JPT repudiando as declarações do governador da Bahia, Rui Costa (PT). Na contramão do mandato que recebeu, o governador defendeu que mensalidade em universidade pública não pode ser um tabu. A nota da JPT demonstra que a juventude do partido está atenta e defende a educação pública e GRATUITA Confira as notas: 📜 JPT Nacional | 📜 JPT Bahia

Plenária do PT em Portão – RS organiza a agenda de lutas

Plenária do PT em Portão – RS organiza a agenda de lutas

A Juventude Revolução do PT esteve presente na plenária do PT em Portão – RS, no dia 01 de maio. Defendemos que essa é a hora de se lançar a dialogar com o povo trabalhador sobre a Reforma da Previdência associando com a luta pela liberdade do Lula. Por isso, a importância das agendas como a Greve Nacional da Educação no dia 15 de maio e a Greve Geral da classe trabalhadora em 16 de junho. É possível derrotar a proposta do governo com a força da mobilização. Foi isso que provou o dia 22 de março. Seguiremos engajados na mobilização entre os jovens em defesa dos nossos direitos ao passo que se prepara o 7º Congresso do PT. Juventude Revolução do PT – RS.

Comunicado do PT contra tentativa de golpe na Venezuela

Comunicado do PT contra tentativa de golpe na Venezuela

O Partido dos Trabalhadores condena a recente tentativa de golpe na Venezuela, levada a cabo pela oposição da direita golpista e antichavista. Estes grupos opositores tentam há anos derrubar o governo democraticamente eleito do Partido Socialista Unido da Venezuela. Seu fracasso em alcançar este objetivo é um resultado claro do apoio que o partido e seu governo tem junto às pessoas, após anos de políticas voltadas ao bem-estar da população e contrárias à exploração imperialista e das elites locais. Não aceitamos atitudes antidemocráticas como estas. A solução dos problemas venezuelanos passa por levantar o embargo econômico internacional de que o país e, principalmente, sua população, são vítimas. É importante que as forças democráticas busquem o caminho do diálogo e levem em consideração a vontade expressa no voto popular. A paz na Venezuela é uma luta de todas e todos os democratas latino-americanos e do mundo. Gleisi HoffmannPresidenta NacionalHumberto CostaLíder no SenadoPaulo PimentaLíder na CâmaraMonica ValenteSecretária de Relações Internacionais

Solidariedade ao presidente Lula e sua família!

Solidariedade ao presidente Lula e sua família!

A Juventude Revolução do Partido dos Trabalhadores (JR do PT) se solidariza com o companheiro Lula pelo falecimento de seu neto de apenas 7 anos. Os golpistas tiraram de Lula, preso político, o direito de conviver com sua família, desde que o prenderam sem provas. Estamos ao lado de Lula, lutando por sua liberdade e contra a reforma da previdência que destruirá os direitos da juventude. A Justiça, dessa vez, autorizou sua ida no velório, o que somente reforça que, no episódio do falecimento de seu irmão, mais um vez, retiraram brutalmente o direito do ex-presidente. Força, companheiro Lula! Conselho Nacional da Juventude Revolução do PT Reproduzimos abaixo a nota da Juventude do PT: Querido Presidente Lula, Não há palavras suficientes para expressar qualquer solidariedade que possa atenuar a dor que é a de perder um neto. Na ordem natural das coisas, a vida nos ensina que os filhos que se despedem dos seus pais e os netos dos seus avós e, quando essa ordem é invertida, a dor e a saudade se multiplicam. Nós, da Juventude do PT, queremos dizer para ti, Presidente Lula, que estamos contigo neste momento tão difícil. Que as boas lembranças e a felicidade vivida possam confortar o coração de ti e dos seus familiares. Exigimos à justiça que não repita a desumanidade cometida ao impedir quw Lula se despedisse do irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, e permita, desta vez, que Lula possa se despedir do seu querido neto Arthur Araújo Lula da Silva. Juventude do PT Nacional

Impressões sobre o Seminário da JPT

Impressões sobre o Seminário da JPT

Uma boa iniciativa, mas com resultados nem tanto A Juventude do PT (JPT) realizou o Seminário “Organizar e Resistir” logo após o resultado eleitoral. Uma iniciativa positiva que deveria ajudar a JPT ser ponto de apoio para milhares de jovens que se engajaram na campanha do PT e, agora, busca seguir na batalha contra o governo que pretende atacar seus direitos e a perspectiva de futuro. Quem tem medo de fazer balanço? A Carta à juventude brasileira, publicada após o Seminário, arrisca um balanço sobre a derrota eleitoral quando diz “É preciso reconhecer que os nossos governos, […] tiveram dificuldades de responder a algumas das demandas concretas do nosso povo e pouco contribuíram para avançara consciência de classe dos trabalhadores e das trabalhadoras”. Apesar de justa, é incompleta, pois não chega à raiz dos problemas, cujo debate é fundamental para ajudar os militantes do PT, em particular os jovens, a enfrentar a situação. A verdadeira dificuldade foi porque o PT no governo se adaptou, buscando conciliar com instituições falidas, tanto no plano político com alianças erradas, como na economia pagando juros a banqueiro desde Lula. Assim, fez falta as reformas estruturais que permitiriam mudar as instituições como o judiciário e o Congresso no qual deveria ter representatividade do povo e com isso se adotar medidas como desmilitarizar PM, fim do genocídio da juventude negra, ampliar ensino gratuito e de qualidade, reforma agrária, etc. Foram essas contradições que fragilizaram nossa base social e, fizeram muitos jovens não votarem 13. Não desviar o rumo O que será daqui para frente vai depender de uma série de elementos, mas sem dúvida terá grande peso aquilo que fará o PT. Por isso que é preciso fazer um verdadeiro balanço para armar a militância. Do contrário, aumenta as possibilidades de desviarmos do caminho ou cairmos em armadilhas. É o caso dos defensores das lutas identitárias, como no caso da opressão da mulher, mas não apenas. numa sociedade de classes. Vimos o que deu o “Ele não”, por exemplo. Bolsonaro subiu  nas pesquisas, enquanto Haddad caiu. Não cair na armadilha do identitarismo não significa abandonar a luta pelos direitos democráticos, significa defende-los com o conjunto da classe trabalhadora, sem segmentar “identidades”, por fora da exploração de classe. É verdade que o PT tem que ampliar a filiação de jovens e formar novos quadros dirigentes, afinal estes que seguirão. Mas, isso não significa criar mecanismos estéreis que promovem disputas por cargos. Quais problemas foram resolvidos após anos de cotas geracionais? A crise agravou, porque a questão é a política do partido que precisa mudar, como sinalizou o 6º Congresso. Há também quem acredite que precisamos de uma “nova política” para substituir as formas de organização acumuladas pela história da luta de classes para nos reconectar com a base. Daí tenta se reinventar com velhas fórmulas do tipo assistencialismo da igreja ou ONGs com sopões, desresponsabilizando o estado das políticas sociais. Autonomia da JPT A JPT deveria tirar as lições dos erros da derrota e retomar aquilo que fez o partido

Nota do Partido dos Trabalhadores: Crueldade contra Lula

Nota do Partido dos Trabalhadores: Crueldade contra Lula

A decisão do Supremo Tribunal Federal, reconhecendo o direito legal de Lula, chegou tarde demais para que ele acompanhasse o sepultamento do irmão mais velho. A decisão também impôs restrições ao encontro de Lula que inviabilizavam a possibilidade dele ver o irmão pela última vez e estar com seus entes queridos no momento. Uma dessas restrições era a de que o encontro ocorresse em uma unidade militar. Quando a decisão foi divulgada, Vavá já estava sendo sepultado. As condições do corpo não permitiam aguardar os rituais da burocracia. A perseguição ao ex-presidente Lula não tem fim e neste episódio rebaixou-se ao nível da crueldade e da vingança. A Polícia Federal de Sérgio Moro negou autorização para Lula acompanhar o velório do irmão Genival (Vavá) Inácio da Silva, que faleceu de câncer na terça (29) e foi sepultado hoje às 13 h. O artigo 120, parágrafo 1o., da Lei de Execução Penal garante a todo cidadão participar dos funerais de familiares: irmãos, pais e filhos. Esse direito legal e humanitário, que atende a todos os cidadãos, foi negado a Lula pelos mesmos perseguidores e carrascos que o condenaram e prenderam ilegalmente, para impedir que fosse eleito presidente da República. A autorização para Lula participar do velório do irmão era um ato meramente administrativo, conforme a lei. O responsável pela garantia desse direito era o delegado Luciano Flores, atual superintendente da Polícia Federal no Paraná, onde Lula está cumprindo sua injusta e ilegal pena de prisão. Ao receber petição da defesa de Lula para o comparecimento ao velório de Vavá, o delegado Flores alegou verbalmente que não tinha condições logísticas e materiais para transportar o ex-presidente até São Bernardo. No dia 4 de março de 2016, no entanto, o mesmo delegado Flores deslocou-se em avião da PF até São Bernardo, com uma grande equipe da Lava Jato, para submeter Lula a uma condução coercitiva ilegal no aeroporto de Congonhas. O atual ministro da Justiça, Sergio Moro, que determinou a condução coercitiva em 2016, nada fez para que seu subordinado cumprisse a lei. Ambos são cúmplices, junto com os procuradores da Lava Jato, da farsa judicial que levou Lula à prisão, sem ter cometido crime algum, sem acusações plausíveis e sem provas. Diante de mais esta agressão à lei e aos direitos de Lula, a defesa apelou sucessivamente à juíza responsável pela execução penal e ao desembargador de plantão no TRF-4. Ambos, com grande morosidade, reafirmaram sua notória parcialidade contra o ex-presidente Lula, submetendo-o a um regime de exceção por motivos claramente políticos. Lula já foi perseguido, falsamente acusado, condenado sem provas, teve negado o direito de disputar as eleições, de dar entrevistas, receber visitas religiosas e até de nomear seus próprios advogados. Negar-lhe, por ação, protelação ou omissão, o direito de compartilhar, com a família e os amigos, as despedidas ao irmão mais velho é um gesto mesquinho, além de ilegal, que reforça sua condição de preso político, vítima de odiosa armação jurídica. Nem mesmo a ditadura foi tão cruel e mesquinha