Para defender os direitos e o futuro da juventude brasileira: Filie-se ao PT!

Para defender os direitos e o futuro da juventude brasileira: Filie-se ao PT!

O governo golpista de Michel Temer com Congresso Nacional agem para surrupiar da juventude seus direitos e um futuro digno. Querem destruir educação pública com limite de verbas da PEC 95. Entregam soberania com venda do Pré-sal. Desemprego cresce na juventude. A Reforma Trabalhista diminuirá renda e direitos. Nossa liberdade é golpeada pela justiça injusta. Jovens negros são sacrificados com genocídio policial permitido pela impunidade. Querem obrigar jovens a parir filhos de estupradores com a PEC 181.

Audiência Pública sobre PIBID em Florianópolis

Audiência Pública sobre PIBID em Florianópolis

Na segunda-feira, 4 de dezembro, a Juventude Revolução e a União Catarinense das e dos Estudantes (UCE) participaram de uma audiência pública sobre o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID que ocorreu na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O evento foi convocado pela deputada petista Luciane Carminatti  e tinha como objetivo levar um posicionamento sobre o cancelamento do programa e a substituição por uma alternativa que não representa o necessário para a boa formação de profissionais da educação. Recentemente o MEC apresentou um projeto de reformulação do programa de formação de professores chamado Residência Pedagógica. A Residência Pedagógica representa mais um passo na precarização da formação de professores e por consequência da educação brasileira. Ela muda o caráter de integração universidade-escola do programa já em vigor, além de tratar o PIBID somente como um programa de bolsas, ignorando o valores que o mesmo carrega. Anterior à audiência, ocorreu um ato em frente à Alesc onde os estudantes de licenciatura e apoiadores manifestaram sua insatisfação com o sucateamento das ferramentas educacionais dispostas e pelo desmonte da educação. Os estudantes de licenciatura da UFSC levaram como reivindicações principais a prorrogação do edital do PIBID de 2013 e o aumento do número de bolsas. O evento oficial contou com a intervenção de entidades estudantis – DCE e CA’s da UFSC, além da UCE -, com organizações do movimento estudantil, estudantes secundaristas e pibidianos de diferentes cursos e cidades do estado. O PIBID existe desde 2009 se apresenta como o melhor programa prático de formação de docentes, contando com mais de 70 mil bolsas e 5 mil escolas conveniadas no Brasil. A possível extinção do programa acarretará na fragilização da permanência de estudantes no ensino superior, na má formação de futuros professores e no rompimento da conexão necessária entre universidade e escola pública. Nós sabemos o plano dos golpistas para a educação: a destruição do ensino público, a retirada de pensamento crítico dos estudantes e a produção de mão de obra barata. O investimento que será feito na Residência Pedagógica deve ser destinado ao melhoramento e ampliação do PIBID. Enfatizamos também a importância das entidades estudantis de representação, UNE e UCE, se posicionarem em defesa dos estudantes e que essas devem cumprir seu papel histórico e continuar mobilizando para a luta. Não há horizonte de mudança política com as instituições apodrecidas que estão no comando do país. O que nos resta é eleger um presidente com respaldo popular para convocar uma constituinte que revogue as reformas feitas por Temer e sua corja e mantenha os programas educacionais, o caráter público da universidade, qualidade na formação de professores e a soberania do povo brasileiro. E esse candidato tem nome: Luiz Inácio, Lula do partido dos trabalhadores!! Raissa Lira –  militante da Juventude Revolução de Florianópolis Leia outras materias da Juventude Revolução sobre o mesmo assunto: O PIBID não cabe no Brasil do golpe

Consequência da contrarreforma trabalhista na educação, o exemplo da Estácio

Consequência da contrarreforma trabalhista na educação, o exemplo da Estácio

Desde o dia 11 de Novembro está em vigor a Lei 13.467, da contrarreforma trabalhista, que modifica a CLT pra saciar a sede de lucro dos grandes empresários, e que só fazem atacar os direitos dos trabalhadores. E desde que entrou em vigor as mudanças já passam a ser adotadas. Já começa a acumular casos em que trabalhadores pelo Brasil a fora são atingidos, mas esse mês as vítimas foram os professores da Universidade Estácio do Rio de Janeiro. A instituição informou que dos seus 10 mil docentes demitiu 1,2 mil que eram registrados em carteira, e essas vagas serão preenchidas novamente em janeiro, mas com o salário mais baixo e sem CLT. As regras do jogo mudaram A nova lei trabalhista formalizou os “bicos”, chamado trabalho intermitente, permitindo que as empresas criem um banco de funcionários que possam ser utilizados quando houver demanda. O pagamento é proporcional ao tempo dedicado, então uma empresa pode contratar funcionários para trabalharem 3 horas por dia, 2 vezes nas semana, e esta pessoa receberá na semana o equivalente a 6 horas e nada mais, e pior, sem saber se na semana seguinte será chamada para trabalhar. Para fingir que se importam com nossos direitos criam uma cláusula que diz que até dezembro de 2020, funcionários demitidos não podem ser recontratados pela mesma empresa sob contrato intermitente por um período menor de 18 meses.  Então, neste caso, a Estácio não pode contratar agora esses mesmos 1.200 docentes recém-demitidos, para fazer bicos, com contratos intermitentes. Mas com um exército de desempregados neste ramo — e que somada às demais categorias ultrapassam os 14 milhões — alguem acredita que será realmente necessário? É o próprio presidente da Estácio, Pedro Thompson, quem responde isso dizendo que o “objetivo é fazer um ajuste no custo da hora/aula — leia-se redução –por haver distorções para cima na remuneração de alguns professores”, e afirma que “outros 1.200 profissionais serão contratados pelo grupo, com salários de acordo com os valores médios praticados no mercado.”, que no bom português significa “com salários menores”. Este ataque aos trabalhadores universitários antecipa o que podemos esperar da burguesia com a contrarreforma. E como se não bastasse os ataques infligidos diretamente à educação, este caso representa também, indiretamente, uma maior precarização do ensino superior, a começar pelas universidades privadas, onde se reduz a quantidade de professores, sua disponibilidade para auxiliar alunos numa situação em que as cobranças como com xerox, comida e a própria mensalidade só aumentam pondo-se como obstáculo para que estes concluam seus cursos. Reviravolta Na noite desta quinta-feira, 08/12, a Justiça do Trabalho do Rio suspendeu as demissões de professores iniciadas pela Estácio. A decisão da juíza Larissa Lopes concede liminar com tutela antecipada em favor do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio). A dispensa dos profissionais fica impedida até que a universidade apresente à Justiça a lista de todos os professores demitidos, os termos de revisão desses profissionais, e a relação de pessoal que será contratado em substituição a eles.

O Morro dos Cavalos é terra Guarani!

O Morro dos Cavalos é terra Guarani!

Desde a madrugada do dia 02 de novembro de 2017, as aldeias indígenas do Morro dos Cavalos, no município de Palhoça (na região da Grande Florianópolis – SC), voltaram a ser alvos de violentos ataques, quando a mãe de uma das lideranças da comunidade foi vítima de uma tentativa de homicídio dentro de sua casa, tendo sua mão decepada e vários cortes pelo corpo. Alguns dias depois, também de madrugada, as aldeias Tekoa Itaty e Tekoa Yaka Porã estiveram na mira de vários disparos de tiros. Uma pessoa que passava no carro gritou: “já era” e atirou em direção a aldeia. Nesse mesmo momento houveram disparos em outros pontos.

O PIBID não cabe no Brasil do golpe

O Ministério da Educação (MEC) anunciou uma proposta de residência pedagógica como substituição do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência. Essa é mais uma face do projeto do governo golpista de Temer – que já vem sendo sentido com a EC 95 (antiga PEC 55), a reforma do ensino médio, e a lei da mordaça ainda a ser votada – para a educação. O programa atua desde 2009 como uma iniciativa de aperfeiçoar e valorizar a formação de professores da educação básica. Em seu tempo de duração já possibilitou a diversos alunos dos cursos de licenciatura o contato com a prática da docência e o enriquecimento de sua formação e também proporcionou experiências enriquecedoras para as escolas públicas contempladas com o programa. O PIBID, que é o maior programa prático de formação de professores a nível nacional e que tem hoje mais de 70 mil bolsas e convênio com mais de 5 mil escolas pelo Brasil, já foi reduzido e agora corre o risco de ser extinto. São editais atrasados há meses e agora essa proposta de residência pedagógica vinda do MEC. As implicações do término irão refletir na retirada de bolsas nas Instituições de Ensino Superior (IES), na fragilização da permanência dos estudantes da universidade, diminuição da qualidade de formação inicial dos futuros professores, enfraquecendo o compromisso e a ligação entre as universidades e as escolas públicas. Como a UNE explicitou em nota, “a substituição do PIBID por uma residência pedagógica, disfarçado num falso discurso de modernização, não é nada mais que a substituição da contratação de professores pela mão de obra dos estudantes de licenciatura, precarizando ainda mais nossa educação”. Certa está a UNE e a UCE  em se posicionar a favor da educação pública e contra mais essa tentativa de precarização. Agora é preciso mobilizar os estudantes para a luta pela ampliação do programa, pela prorrogação dos editais, e contrário ao investimento de 2 bilhões de reais em um programa que não trará nada de novo e ainda acarretará em perdas como explicitado anteriormente, esses 2 bilhões devem ser destinados a ampliação do programa que hoje não supre todas as demandas, não contempla os cursos de Libras por exemplo. O PIBID não cabe no Brasil do golpe. O golpista Temer (com 3% de aprovação, e olhe lá!) tem um plano para educação do país, e com certeza não é o plano que nós queremos e precisamos, é um plano de precarização e desmonte, de privatização, de formação de mão de obra barata e nós não vamos aceitar. Por isso acreditamos na constituinte soberana como saída real, para que além de revertermos os ataques que estamos sofrendo  ainda possamos avançar nos nossos direitos. #PIBIDficaTemersai Duda Contezini – militante da Juventude Revolucao de Santa Catarina

Pela legalização do aborto: Não à PEC 181/15!

Pela legalização do aborto: Não à PEC 181/15!

No dia 08/11, na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, o relatório da PEC 181/15 foi aprovado por 18 votos a 1, no dia 21/11 serão votados os destaques do texto e será encaminhada ao plenário para votação. Esse projeto de emenda constitucional foi proposto por Aécio Neves (PSDB) para alterar a redação do inciso XIII do artigo 7º da Constituição Federal que diz “licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias”. O objetivo inicial era aumentar o período de licença maternidade nos casos de bebês prematuros. Assim, além dos cento e vinte dias previstos por lei seria acrescido a quantidade de dias que o recém-nascido ficasse internado.

As estranhas mentiras do MAIS nas eleições do CALL da UFSC

No dia 18 de outubro a juventude do MAIS (ex pstu, atual PSOL) de Florianopólis publicou na página do MAIS no facebook, em resposta a uma nota da Juventude Revolução, uma nota que nos acusava de “Falsa polêmica” e “distorção dos fatos”, pois teríamos acusado-os (os presentes na reunião, do MAIS) de “não querer um Centro Acadêmico que lute contra as arbitrariedades do judiciário e que são favoráveis à prisão de Lula” (nota do mais). A nota do MAIS tentava explicar: “Falsa polêmica a que os companheiros criaram! Na reunião, ninguém se opôs a caracterização de que Lula é um perseguido político, apontamos, inclusive, seus direitos democráticos de se candidatar a presidência. A discussão girou em torno da necessidade de apontar ao longo de tantas linhas uma defesa de Lula e pouco se falar, de fato, das reivindicações a nível de universidade e seus cursos. Por óbvio um Centro Acadêmico com programa eleito jamais deve se abster de discussões de conjuntura nacional (…)” Em nossa nota não acusamos os companheiros do MAIS de defender esta ou aquela posição – mas simplesmente afirmamos o que considerávamos necessário discutir e repudiamos a postura pouco política com que trataram a discussão, com chacotas e provocações. Quem tem dúvida pode conferir nas notas das duas organizações que reproduzimos abaixo (anexo). Mas isso nem é o mais estranho. O que nos espanta é que depois de negarem acusações (que nem sequer fizemos), afirmarem defender certas posições e dizer que só teriam sido contrários a “gastar três parágrafos” sobre o assunto, além de realçarem a importância política da discussão de conjuntura, a chapa 1 – Não me Callo impulsionada pelo MAIS, tenha lançado um material que não tem sequer uma linha de conjuntura (veja fotos). Nem mesmo Fora Temer! Aproveitamos para apresentar o material da chapa que fazemos parte, para comparação. Nada como um dia após o outro…     Anexo 1 – Nota da JR e independentes em 17/10 É POSSÍVEL ESSA UNIDADE? Levando em consideração a gravidade do momento político que vivemos e que precisamos de força para barrar os retrocessos, acreditamos que é importante uma chapa forte e que esteja convicta em fazer a resistência, das demandas locais até a raiz dos problemas. Por isso, fizemos um esforço em nos somar a construção de uma unidade para criar uma chapa ampla mesmo apesar das divergências que começaram desde a forma como foi convocada a primeira reunião, sem partir das reivindicações. Por acreditarmos que a unidade não pode se dar apenas sobre a política que defendemos, e que é necessário esforço de todos interessados em construí-la, aceitamos ceder em nossas PRINCIPAIS POSIÇÕES em nome da construção conjunta. Recuamos na nossa posição de apoiar Lula presidente pro ano que vem, falando apenas que devemos sair em defesa do DIREITO DEMOCRÁTICO de ele se candidatar, entendendo a perseguição política que sofre pela burguesia caracterizada no estado de exceção. Recuamos também em apontar a constituinte como a ÚNICA SAÍDA política plausível expondo na reunião que não teríamos

Redução não é a solução!

Redução não é a solução!

  No dia 27 de setembro , a Juventude Revolução esteve presente no Senado, aonde seria votada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2012. O texto de autoria do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) abriria a possibilidade de julgamento de adolescentes entre 16 e 18 anos pelo Código Penal, e não pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. A votação em questão foi adiada atendendo ao requerimento da Senadora Gleisi Hoffman (PT).

Eleição sem Lula é Fraude! Lula presidente com constituinte pra mudar!

Eleição sem Lula é Fraude! Lula presidente com constituinte pra mudar!

  A situação política nacional é marcada por uma insatisfação generalizada. O povo não tolera mais as instituições apodrecidas. As pesquisas indicam altos índices de rejeição, inclusive no Judiciário. São essas instituições golpistas que atacam a juventude por todos os lados. Com os cortes no investimento em educação, os estudantes sofrem com a retirada de bolsas de assistência estudantil, redução de alimentos nos restaurantes universitários, falta de reforma nas casas estudantis! E isso tudo será agravado pelo teto de gastos, que congelou o orçamento por 20 anos! Os estudantes das escolas públicas também sofrem com os ataques dos golpistas. João Dória (PSDB) restringiu o direito do passe livre estudantil em São Paulo e cortou o orçamento da educação, limitando a merenda! Em uma escola da Zona Norte, os estudantes foram marcados a caneta para não comer mais de uma vez! Um verdadeiro absurdo! Eleição sem Lula é fraude! Essa rejeição indica a descrença do povo. Ao mesmo tempo, na via da resistência cada vez mais amplas parcelas do povo se agarram à única saída possível: Lula presidente! Foi o que mostrou o resultado da caravana de Lula pelo Nordeste. Milhares de jovens estiveram presentes na caravana para declarar seu apoio ao ex-presidente. Foi a expressão prática do que dizem as pesquisas: 40% da juventude quer Lula presidente de novo. Por isso, um dia após o fim da caravana, Rodrigo Janot, Procurador-Geral da República, em menos de 24 horas, apresentou duas denúncias contra Lula, Dilma e outros petistas. E isso veio junto com o depoimento, sem provas, de Antônio Palocci. Se trata de uma perseguição jurídica para impedir a candidatura de Lula, o favorito nas pesquisas, que se coloca contra as medidas adotadas pelos golpistas. Fruto da resistência da juventude e da classe trabalhadora e da crise entre os golpistas, representantes da burguesia como Renan e Otto foram à caravana, defender publicamente o direito de Lula se candidatar. Quanto mais amplo for a defesa do direito de Lula ser candidato melhor, mas uma eventual candidatura de Lula não deve se aliar aos golpistas e velhos oligarcas do país. É preciso eleger Lula com uma Constituinte. Foi o que expressou a Juventude Revolução, quando esteve presente em algumas cidades onde Lula passou. “Para defender a educação pública, Lula com Constituinte!”, era o que dizia um faixa da JR em Quixadá (CE). Sim, por que com esse Congresso é impossível governar para atender as reivindicações da juventude e do povo trabalhador. Uma constituinte soberana SEM senado, com financiamento público EXCLUSIVO, e o voto em lista com um eleitor um voto (ao contrário do que acontece hoje, já que o critério de representação minima e máxima distorce o voto em cada estado). Esse é o caminho para defender a educação pública, revogar as medidas dos golpistas e abrir caminho às reivindicações do povo. A JR está nessa luta, preparando sua Plenária Nacional (21 e 22 de outubro) que reunirá dezenas de militantes para discutir essa situação e manter o combate pelos direitos dos jovens.