Governo golpista ataca novamente juventude, aumentando a inscrição do enem

Governo golpista ataca novamente juventude, aumentando a inscrição do enem

A cada dia que passa, o governo golpista de Michel Temer avança sua política de ataques e de destruição dos nossos direitos. Além de acabar com o ciências sem fronteiras, propor cobrança de mensalidades nas universidades públicas, o alvo da vez foi a taxa de inscrição do Enem que sofreu um aumento de 20,5%, passando de R$ 68 para R$82. Um verdadeiro assalto ao bolso dos jovens que tem interesse em prestar o exame. Além disso, a partir deste ano, não será mais possível concluir o ensino médio prestando o Enem. Isso resulta em mais jovens, principalmente os mais pobres, com dificuldade de concluir seus estudos, tendo sua mão de obra menos qualificada para o mercado de trabalho. Em 2016, cerca de 9,2 milhões de pessoas se inscreveram para as provas, que além de avaliarem o ensino médio, são portas de entrada para as universidades e institutos federais e, para programas de ingresso ao ensino superior como Prouni e o Fies O Enem é a porta de entrada para as principais universidades públicas do país. É nele que muitos jovens enxergam a oportunidade de conseguir ingressar em uma universidade e construir uma carreira profissional. Só que com esse aumento, o número de jovens que viam o Enem como uma oportunidade, diminuirá. O objetivo desse aumento é aplicar uma política de ajuste fiscal e restringir a entrada de jovens nas universidades, aumentando ainda mais a elitização dentro das instituições de ensino superior e criando obstáculos para que a juventude possa ter uma mão de obra muito mais especializada e qualificada, dando-a condições de ter salários melhores.  Mesmo com os avanços nos governos petistas, a universidade pública, gratuita e de qualidade não é uma realidade dos brasileiros, se tornando um sonho mais distantes com o governo de Temer, que com sua polítca de ataques e congelamentos de investimento faz com que o número de jovens desempregados só aumente, chegando ao de 24,1%  de 18 e 24 anos dos jovens brasileiros estejam na condição de desempregados. É por isso que nós da Juventude Revolução estamos na luta contra o governo Temer, preparando a greve geral do dia 28, e cobrando da UNE, que mobilize os estudantes para que continuemos o combate à esse governo e Congresso golpista, que tenta, cada dia, nos tirar o direito ao conhecimento! João Santana, militante da JR de São Paulo

Educação Pública, gratuita e de qualidade não cabe no Brasil do golpe

Educação Pública, gratuita e de qualidade não cabe no Brasil do golpe

  O golpe promove pesado ataque à educação. Além de combater a educação pública com a macabra deforma do ensino médio, aponta seus canhões agora para as instituições federais de ensino superior, pretendendo privatizá-las e varrer delas qualquer responsabilidade do Estado e garantia do direito à educação. A lógica em que se baseiam os golpistas para botar em prática seu plano perverso e excludente, pode ser  reparada  nas palavras das bocas que pronunciam o golpe. Maria Helena Guimarães Castro, Secretária Executiva do MEC de Mendonça Filho e Temer assim falou em uma audiência com dirigentes do Proifes-Federação: “Não podemos criar situações incompatíveis com o mundo que estamos vivendo, de queda de receita, de mudança no paradigma da economia do país. Nós só aumentamos em folha de pagamento”. Disse mais: “Sinto muito, mas vamos (cobrar mensalidades)”. Analisando as barbaridades ditas por Maria Helena, percebe-se como concebem a educação e o papel do estado, os usurpadores; são indiscriminadamente tomados pela lógica do capital financeiro. Ela coloca as universidades a um patamar de insustentabilidade financeira, algo que não cabe na análise de faculdades públicas, essas não são empresas, não tem que gerar lucro. Os estudantes da Faculdade Municipal de Palhoça/SC – uma das poucas municipais públicas e 100% gratuitas – sentem mais ainda na pele as consequências dessa política devastadora e que ignora as desigualdades no país. Os sinais preocupantes quanto ao futuro da faculdade se manifestam. Por ser uma faculdade municipal, os ataques pela turma da privatização e dos que não precisam estudar em instituições públicas sempre estiveram presentes. E como a atual prefeitura (Camilo Martins/PSD) é representante da política para os ricos e não foi a idealizadora e implementadora do projeto, o zelo pela faculdade nem é tão grande assim. Situações de demissão de funcionários e ACTs, remanejamento do quadro de professores e suas funções, com acúmulo por estes de tarefas pedagógicas, administrativas e docentes, prejudicando as aulas e os outros serviços. Encerramento da oferta do turno de um curso, não abertura de outro curso planejado para inaugurar no começo deste ano, limitação de projetos de extensão da faculdade e pressão por parte do dono da sede por aumento do aluguel, já absurdo, nesse momento de corte de gastos da prefeitura indicam mares revoltos e perigosos para a permanência da faculdade enquanto pública e gratuita. Nessa conjuntura tenebrosa, oportunistas de carteirinha, parlamentares representantes da ideologia do golpe na cidade: sugerem impensáveis e inaceitáveis medidas, tais como as de Maria Helena: a cobrança de mensalidades nos cursos de graduação e pós, que significa o fim do acesso ao ensino superior pelas populações mais carentes da cidade. Nesse contexto, mais do que nunca, é necessária a organização estudantil. Na FMP, nosso DCE está abandonado, e nós estudantes, com o apoio da Juventude Revolução, estamos montando um comitê de base para reerguer nosso instrumento de luta. Não deixaremos que os golpistas destruam nossa faculdade! Não à cobrança de mensalidades nas universidades públicas! Fora Golpistas! Fora Temer! Nenhum Direito a Menos!   Willian Nazaré, militante da JR

Chile e Argentina deram o tom: é na luta que combateremos os ataques!

Chile e Argentina deram o tom: é na luta que combateremos os ataques!

No dia 6 de Abril, na Argentina, houve uma greve geral para combater a política de recessão do governo Macri, capacho do imperialismo, que traz reformas para atender as demandas do mercado, como: o fim do controle cambial, que desvaloriza o valor da moeda argentina – o peso; aumento das taxas de juros entre outros. A greve paralisou aeroportos, transportes: trens, metrôs, ônibus, e diversos piquetes aconteceram, dando o tom de resistência dos trabalhadores e juventude. No Chile não foi diferente! No dia 26 de Março, trabalhadores fizeram uma marcha histórica, de ampla unidade, para recuperar a previdência pública e solidária. O sistema previdenciário chileno, privado há 36 anos, resultado do governo do ditador Pinochet, ainda se mantém o mesmo até os dias atuais. Para combatê-lo, milhares de chilenos atenderam ao chamado da coordenação Nacional dos Trabalhadores e fizeram marcha histórica para garantir de fato, um sistema público previdenciário. No bojo dessa resistência, no Equador a população elege Lenin Moreno, contendo a ofensiva imperialista no continente, ao mesmo tempo que, trabalhadores e juventude resistem aos ataques, diários, do imperialismo na Venezuela, que tenta derrubar o governo Maduro. Esse é  sistema capitalista! Um sistema destruidor que, para sobreviver, ataca nações e povos, dia a dia, destruindo os direitos e conquistas da juventude e trabalhadores. Mas esses ataques não são sem resistência dos povos. No mundo inteiro, assim como na América Latina, sindicatos, juventude e trabalhadores se colocam no confronto com essa sistema, ao defenderem, com suas organizações, com seus métodos tradicionais – greves -, e seus direitos. O TOM FOI DADO: DIA 28 É GREVE GERAL NO BRASIL É nesse cenário que se prepara a greve geral no Brasil dia 28 de Abril, convocada pela CUT e demais centrais, contra a reforma da previdência, trabalhista e contra a terceirização, onde a UNE tem responsabilidade de mobilizar as organizações estudantis, com assembleia nas escolas e faculdades, para construirmos um combate sólido aos ataques do governo Temer. Nós da Juventude Revolução, desde já, estamos nos organizando para a construção do dia 28, mobilizando com passagens em salas de aulas, convocando diversas reuniões com a juventude, para debater o reflexo dos ataques do governo ilegítimo de Temer na população jovem, que corre risco de não aposentar e ter sua condições de trabalho extremamente precarizadas. Dia 28 é força total na greve geral para barrar as ofensivas do governo golpista! Rodrigo Lantyer, membro do Conselho Nacional da JR.

Governo golpista doa R$ 25 bilhões ao Itaú em meio a retirada de direitos

Governo golpista doa R$ 25 bilhões ao Itaú em meio a retirada de direitos

Em meio aos ataques aos serviços públicos através da PEC 55 que congela os investimentos por 20 anos em saúde e educação, a ofensiva sobre a Previdência com uma contrarreforma, além de ataques à CLT atingindo diretamente os trabalhadores, o governo do golpista Michel Temer (PMDB) através do CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão ligado à Receita Federal, decidiu no dia 10 de abril que o banco Itaú não precisará pagar impostos sobre o processo de fusão dos bancos Itaú e Unibanco que ocorreu em 2008. O valor da renúncia fiscal sobre esses impostos é de R$ 25 bilhões, o que corresponde à maior quantia que estava para avaliação do CARF. Cada dia que passa o limite da audácia dos golpistas é superado, já que o atual presidente do Banco Central do Brasil, Ilan Goldfajn, é também sócio do banco Itaú. Para efeito de comparação, a operação Lava Jato que ingenuamente é designada como maior operação de combate à corrupção do país, apurou “desvios” de R$ 6,2 bilhões. Já os R$ 25 bilhões doados ao Itaú, que beneficiarão à meia dúzia de banqueiros, correspondem a quase os R$ 29 bilhões do orçamento anual do Bolsa Família, que beneficia 45,8 milhões de brasileiros. Essa doação do Governo Federal ao banco acontece ao mesmo tempo que o próprio governo, com o pretexto de falta de dinheiro, orquestra o maior ataque da história do Brasil à juventude e à classe trabalhadora com a retirada de direitos sociais. É mais do que necessário derrotar os ataques do governo golpista, seus financiadores e as instituições apodrecidas. Para isso, é fundamental a construção da Greve geral do dia 28/04 por nenhum direito a menos e lutar por uma Constituinte Popular que reforme o sistema político. Douglas Beck, militante da JR em Joinville SC  

Justiça para Anderson

Justiça para Anderson

O mês de abril será marcado pela luta de classe. Está convocado pela CUT e diferentes centrais para o dia 28 a greve geral contra os ataques aos direitos dos trabalhadores e juventude, feitos por Michel Temer e seu governo ilegítimo.Nós, da Juventude Revolução, estaremos juntos nesse combate, inclusive cobrando da UNE e da UBES que mobilizem, atendendo o chamado das centrais e organizando os estudantes, nas escolas e universidades para o combate a esse governo golpista. Abril também é um mês de relembrarmos a morte do camarada Anderson. Anderson Luis foi militante da Juventude Revolução enquanto jovem e depois sindicalista, defensor da CUT e dos direitos dos trabalhadores. Por sua luta, por organizar os trabalhadores, Anderson foi brutalmente assassinado no Rio de Janeiro – baixada fluminense. Nós da Juventude Revolução, no estado do Rio de Janeiro, estamos presentes no comitê Justiça Para Anderson, que soltou uma nota em homenagem, cobrando justiça e relembrando a memória do camarada da melhor forma: preparando as lutas que virão! Queremos justiça para Anderson, sindicalista, jovem, trabalhador, negro, companheiro de lutas e lutas. Companheiro Anderson: Presente! (Abaixo a nota do comitê Justiça Para Anderson)

Sob pressão, Câmara rejeita proposta de cobrança na pós-graduação nas universidades públicas

Sob pressão, Câmara rejeita proposta de cobrança na pós-graduação nas universidades públicas

Desde o carnaval, passando pelo dias de luta das mulheres e passando, principalmente, pela resposta dos trabalhadores e juventude no dia 15 de março, o governo golpista de Temer, sentiu, mais do que nunca, que os trabalhadores e juventude não irão aceitar nenhum direito a menos. Isso ficou claro com a tentativa de manobra do golpista, ao tentar dividir os trabalhadores, quando tirou servidores públicos, do pacote da reforma da previdência, mas não deixando de atacá-los, mas passando essa responsabilidade para os estados e municípios. Esse recuo deu mais um indício!

Execução dos jovens em Acari, reforça a importância da desmilitarização da polícia

Execução dos jovens em Acari, reforça a importância da desmilitarização da polícia

Após a morte de Maria Eduarda, e a execução de dois jovens em Acarí, zona norte da cidade do Rio de Janeiro, um debate volta à tona: o fim da polícia militarizada. Entre 2010 e 2015, o Rio teve 3.250 casos, segundo ISP – Instituto de Segurança Pública – do então antes chamado, autos de resistência. Esse número tem como resultado a morte de jovens, em sua maioria negros e pobres nas periferias do país. A execução, a sangue frio, ocorrida dos dois jovens em Acari, foi a gravação do verdadeiro papel que a polícia, assume, sumariamente, de matar jovens ao seu bel prazer.

Solidariedade aos familiares de Maria Eduarda Alves da Conceição

Solidariedade aos familiares de Maria Eduarda Alves da Conceição

Na ultima quinta-feira, 30/03, Maria Eduarda Alves da Conceição, com apenas 13 anos, enquanto fazia aula de Educação Física no patio da Escola Municipal Daniel Piza, em Acari (Zona Norte do Rio de Janeiro) foi assassinada. Foi executada com três tiros: um na cabeça, um na nuca e outro nas costas. “A família gritava: “a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro matou minha irmã “.

Privatização a vista: UFSC Joinville sob ameaça

Privatização a vista: UFSC Joinville sob ameaça

Os ataques à juventude não param, após a aprovação da PEC do Fim do Mundo (PEC55), da Reforma do Ensino Médio (MP746), da Terceirização Irrestrita (PL 4302) e tramitação no Congresso das Reformas Trabalhistas e da Previdência o governo golpista de Michel Temer, inicia-se mais uma escalada contra a juventude com o projeto-modelo de privatização dos serviços acadêmicos através da aplicação da chamada PPP (Parceria Público Privada) para o término das obras da UFSC em Joinville.