APROVAR A GREVE GERAL DA UNB! Por recomposição orçamentária e autonomia universitária.

APROVAR A GREVE GERAL DA UNB!  Por recomposição orçamentária e autonomia universitária.

A Juventude Revolução (JR) participa ativamente da luta dos estudantes da UNB contra os cortes orçamentários e seus efeitos nefastos como a demissão de terceirizados, estagiários e tentativas de aumento do valor do RU. No último dia 10, uma grande mobilização na Esplanada dos Ministérios, organizada pelas entidades dos estudantes e dos trabalhadores da UNB, conseguiu estabelecer uma mesa de negociação com o MEC. No entanto, mal ela se instalou, pedras – que nada tem de “radicais”- foram arremessadas exatamente nas janelas onde começava essa negociação.

Orientação URGENTE!

Orientação URGENTE!

Todos os militantes da JR devem participar dos atos em defesa da democracia e contra a prisão de Lula, que acontecem hoje nos Estados. Em São Paulo, nossa militância deve dispor de todo o esforço para se deslocar ao ato em São Bernardo. Durante o dia de hoje, todos os núcleos devem passar em salas, convocando a juventude e entidades estudantis, explicando o que tá em jogo (emprego, educação, democracia), imprimir cartazes pra colar pelas cidades e fazer pirulitos e faixas para levar aos atos. Todos às ruas em defesa da liberdade de Lula! Não à prisão de Lula! Lula livre! Eleição sem Lula é fraude! Conselho Nacional da Juventude Revolução

Contribuição ao Encontro de Mulheres Estudantes da UNE – 2018

Contribuição ao Encontro de Mulheres Estudantes da UNE – 2018

A UNE organiza seu 8º Encontro de Mulheres Estudantes numa situação em que os direitos são atacados, o estado de exceção se aprofunda em cada passo que o golpe dá. E, por outro lado, a resistência existe como vimos na histórica greve geral, e vai desde as pequenas lutas à busca por uma saída política que se expressa na defesa do direito de Lula ser candidato. Cabe a nós muito debate e unidade para avançarmos na luta pelos nossos direitos. NAS UNIVERSIDADES: NÃO À EC 95 POR CRECHE, SEGURANÇA E ILUMINAÇÃO! A luta por creches universitárias e por mais segurança nos campi é antiga. As creches foram construídas a partir de uma mobilização iniciada em 1970 freada pelo decreto nº 977/1993 que manteve as creches existentes, proibiu a construção de novas, instituiu aos servidores o auxílio financeiro para a educação infantil dos dependentes e criou convênios com instituições particulares. Esse decreto inviabiliza o cumprimento do Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES que prevê o investimento em creches levando reitorias à criarem auxílios creches que não são suficientes para a manutenção de uma criança no estabelecimento particular. Da mesma maneira, através de um decreto nº 4.547/2002, as carreiras de segurança e vigilância foram extintas. O que temos é o serviço executado por profissionais terceirizados, com função patrimonial e sem treinamento especializado para atendimento da comunidade acadêmica. Por todo país a queixa é comum: falta iluminação.  É necessária cooperação entre governos locais e reitorias para iluminarem tanto as vias que passam pelo campus universitário tanto quanto as áreas no interior do campus. O que falta atualmente é orçamento. A UNE precisa reivindicar um programa nacional de iluminação nos campi universitário que permita a redução da insegurança para a comunidade acadêmica, sobretudo, as mulheres. A situação se agrava porque a Emenda Constitucional 95 (antiga PEC 241) já mostra a face por meio do brutal corte orçamentário. O resultado é a ameaça ao funcionamento das creches existentes, impossibilidade de aplicação do PNAES e o corte do auxílio creche. Os seguranças e vigilantes estão sendo demitidos aos montes deixando um quadro funcional escasso insuficiente para a manutenção segura dos campi. A demanda de iluminação fica só no papel, afinal, nem governo local e nem reitoria tem dinheiro para resolver o problema. É necessário que a UNE organize a luta pela revogação da EC 95 para retomada do investimento na educação e pela derrubada dos decretos que proíbe a criação de creche, a contratação de novos servidores de carreira da segurança e vigilância. Além disso, exigir a criação de um programa nacional de iluminação dos campi que reduza a insegurança para a comunidade acadêmica, sobretudo, as mulheres. Essa luta deve ser feita por todos os estudantes! O GOLPE ATACA AS MULHERES! A mulher e o mercado de trabalho Salário igual por trabalho igual! Revogação da Reforma Trabalhista! Não à Reforma da Previdência! A realidade do golpe pesa sobre todo o povo e, sobre nossas costas o peso é ainda maior. A reforma trabalhista desprotege gestantes

Março Vermelho: Por direitos, por futuro!

Março Vermelho: Por direitos, por futuro!

Todo ano a Juventude Revolução se propõe a construir o Março Vermelho, uma série de atividades dedicadas a relembrar a luta das mulheres e construir sua luta nos dias atuais. Se nesse tempo as mulheres trabalhadoras travaram grandes batalhas hoje enfrentamos batalhas diferentes mas igualmente grandes. O sistema capitalista de hoje, na fase dos monopólios, o imperialismo, não consegue atender as necessidades da população num geral e consegue atender ainda menos as demandas específicas das mulheres. Nossa luta está inteiramente ligada à luta pelo fim da exploração de classe porque são as mulheres, sobretudo negras, que predominam nos serviços mais precarizados, por exemplo, com as relações de trabalho mais instáveis e desprotegidas.

Em defesa da democracia, pelo direito de Lula ser candidato: Criar comitês de mobilização!

Em defesa da democracia, pelo direito de Lula ser candidato: Criar comitês de mobilização!

Queremos cada vez mais investimento na educação, saúde, moradia, transporte, segurança, esporte, lazer e cultura. Só que desde o golpe somos atingidos em cheio com o desemprego crescente e empurrados a trabalhos informais. Passagens de ônibus mais caras e passe estudantil em risco. Nossas universidades estão com orçamento estrangulado e o MEC persegue a autonomia universitária. No ensino particular os professores são demitidos e substituídos por disciplinas online comprometendo a qualidade no ensino.

Não à Transfobia! Queremos viver!

Não à Transfobia! Queremos viver!

Hoje, 29.01, comemora-se o Dia Nacional da Visibilidade Trans e ainda temos pouco a comemorar. O Brasil é o país que mais mata LGBTQs no mundo, o que agrava quando se refere às trans já que a cada 48 horas uma pessoa trans é assassinada no Brasil, o que reflete em uma expectativa de 35 anos, metade da média nacional segundo o IBGE. Isso significa na prática a violação do próprio direito fundamental à vida.

Sobre a situação da reitoria da UFSC

Sobre a situação da reitoria da UFSC

Em 27 de novembro a Juventude Revolução e a União Catarinense das e dos Estudantes (UCE) estiveram presentes na aula pública “Resistência ao abuso de poder e ao fascismo”, realizada na Universidade Federal de Santa Catarina. A atividade teve como objetivo discutir o Estado Democrático de Direito e a Autonomia Universitária. Tivemos a oportunidade de debater nossas posições sobre o Estado de Exceção que vivemos, principalmente em relação aos últimos acontecimentos da universidade. A UFSC passa por momentos incertos quanto à sua administração, visto os acontecimentos que tiveram início com a ação da Operação Ouvidos Moucos que afastou o reitor sem provas concretas e com acusação de obstrução de justiça. No dia 14 de setembro, a Polícia Federal prendeu 7 pessoas na universidade, incluindo o então reitor, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, culminando no suicídio do mesmo no dia 02 de outubro. A PF e Ministério Público Federal o prenderam e afastaram da universidade em uma investigação sobre desvio de recursos sem ter apresentado nenhuma prova e sem dar a Cancellier a chance da plena defesa. No dia 10 outubro, o Conselho Universitário da UFSC (CUn) aprovou a permanência da vice-reitora de Cancellier, Alacoque Erdmann, no cargo de reitora até 2020, contudo o Ministério da Educação entrou em contato afirmando que há uma nota técnica que estabelece os procedimentos necessários para a escolha de novo reitor. Nesse meio tempo, a reitora em exercício suspendeu o afastamento do corregedor geral da universidade, membro que trabalha juntamente ao MPF nas investigações na UFSC. O chefe de gabinete da reitoria e outros membros da universidade sofreram pressão do MPF para deixarem seu cargo o que resultou em vários pedidos de exoneração por parte dos citados. A UFSC, assim como diversas universidades brasileiras, passam por um crise, reflexo do estado de exceção que vivemos hoje e do judiciário que extrapola seus limites e avança colaborando com um projeto de sucateamento da educação pública brasileira e a destruição dos direitos dos trabalhadores e da juventude. No dia primeiro de novembro ocorreu uma sessão extraordinária do CUn objetivando decidir como se dará o processo de escolha do novo reitor, após afastamento médico da reitora em exercício. Ubaldo Balthazar, diretor do Centro de Ciências Jurídicas e membro mais antigo do conselho, é aprovado por unanimidade reitor pro tempore até 26/04/2018, prazo solicitado ao MEC para a nomeação do novo reitor, além disso haverá uma consulta à comunidade universitária no dia 24 de março. A recente licença médica do corregedor geral da universidade mostra uma reviravolta na história, já que ele vinha trabalhando juntamente a PF nas investigações e é uma figura representativa das perseguições que o sistema educacional público brasileiro vem vivendo. É essencial termos a clareza que a operação envolvendo a Corregedoria Geral da União(CGU), Ministério Público Federal, a Polícia Federal e Judiciário demonstram o apodrecimento das instituições e seus órgãos, além de, no caso em específico, atacar o caráter público da universidade. Os acontecimentos na UFSC não são casos isolados. Situações de perseguição, fechamento de

Para defender os direitos e o futuro da juventude brasileira: Filie-se ao PT!

Para defender os direitos e o futuro da juventude brasileira: Filie-se ao PT!

O governo golpista de Michel Temer com Congresso Nacional agem para surrupiar da juventude seus direitos e um futuro digno. Querem destruir educação pública com limite de verbas da PEC 95. Entregam soberania com venda do Pré-sal. Desemprego cresce na juventude. A Reforma Trabalhista diminuirá renda e direitos. Nossa liberdade é golpeada pela justiça injusta. Jovens negros são sacrificados com genocídio policial permitido pela impunidade. Querem obrigar jovens a parir filhos de estupradores com a PEC 181.