“Rui Costa, vou te dizer: privatizar não é coisa do PT!”

“Rui Costa, vou te dizer: privatizar não é coisa do PT!”

No 7° Congresso do PT, aproveitamos pra trocar aquela ideia com o governador Rui Costa. Nós, juntos com outros companheiros e companheiras da JPT, além de professores e militantes petistas, exigimos do governador a REVOGAÇÃO DA PORTARIA 770, que entrega a gestão das escolas públicas de quatro municípios do Estado às Organizações Sociais! Rui, isso nada mais é do que privatização! O governador nos convidou pra conversar no gabinete. Iremos até lá e continuaremos exigindo a revogação dessa portaria!

Estudantes são brutalmente reprimidos na Argélia

Estudantes são brutalmente reprimidos na Argélia

Publicamos abaixo o comunicado do Pacto pela Alternativa Democrática (PAD) – formada por PT, RCD, a Frente de Forças Socialistas, partidos da União Pela Mudança e o Progresso, Socialista dos Trabalhadores, pela Laicidade e Democracia, Movimento Democrático e Social e Liga de Defesa de Direitos Humanos. A Juventude Revolução do PT expressa a sua solidariedade e apoio à luta dos jovens argelinos, permanecendo na campanha pela liberdade de Luisa Hanune e todos os presos políticos. COMUNICADO No dia 08 de outrubro, centenas de manifestantes, entre eles estudantes e jornalistas, foram brutalmente reprimidos, tendo até prisões, como tentativa da polícia em impedir a manifestação pacífica que ocorre semanalmente. Em vez de atender a vontade da maioria do povo que reivindica semanalmente, por quase oito meses, a saída do sistema/regime, o governo de fato aumenta a repressão em todas as direções contra todos aqueles que se opõem a ele. Na cidade de Constantina, um jovem manifestante que usava um símbolo amazigh (referente aos povos Berberes) acaba de ser condenado a um ano de prisão e um cidadão de Djelfa acaba de receber a mesma pena por protestar contra a instalação da pseudo-comissão wilaya (divisão administrativa) de controle eleitoral. As forças do Pacto pela Alternativa Democrática se solidariza incondicionalmente com as vítimas da repressão. Denunciamos que o serviço de segurança nas universidades da cidade de Argel tenta impedir que a comunidade universitária se manifeste em defesa dos detidos. Apoiamos a rejeição popular  contra as eleições de cartas marcadas para presidente previstas para ocorrer em dezembro. Nos preocupamos profundamente com as conseqüências negativas após esses acontecimentos gravíssimos e exigimos o fim imediato de todas as medidas repressivas. Saudamos a atitude corajosa dos jornalistas da rádio nacional que enfrentam a censura e a tutela policial sobre sua prática profissional do serviço público.  Apelamos aos magistrados a fim de se libertarem das garras do poder de fato sobre o judiciário. Argel, 09 de outubro de 2019 Pacto pela Alternativa Democrática

Atividade cultural em escola discute violência institucional

Atividade cultural em escola discute violência institucional

“Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), foram registrados 170 homicídios cometidos por policiais em todo o mês de agosto, esse número corresponde ao total de 5 mortes por dia no Rio de Janeiro, estado que, nos seus cinco primeiros meses com Witzel teve recorde de mortes violentas causadas por policiais. De janeiro a maio, o número passava já das 700 mortes.” ( O caso Ágatha e a política de extermínio da juventude no Brasil – http://tiny.cc/vwqydz) Na ultima sexta-feira, dia 04/10, a Juventude Revolução do PT de Juiz de Fora organizou uma atividade cultural com a presença de MC Sp, Da Lagoa do grupo Sararau Crioulos e Gustavo Bolonha da crew Flow Killa. A atividade teve o intuito de abordar a violência institucional e policial no Brasil e em Minas Gerais que afeta cotidianamente diversos jovens como no caso de racismo na UFMG em que seguranças da instituição agrediram um ex-estudante negro que iria se matricular num curso, e a agressão ocorreu porque, de acordo com a segurança o rapaz estava lá para “roubar os estudantes” (leia aqui nota sobre o caso) Na Escola Estadual Maria Ilydia, no bairro Furtado, mcs, poetas slammers, bboys se apresentaram para cerca de 150 estudantes que estiveram atentos às mensagens que foram passadas. Inclusive estudantes da escola se animaram e também apresentaram suas letras, suas rimas e alguns até se arriscaram em apresentar alguns passos de breaking. Nos intervalos das apresentações artísticas pudemos conversar sobre a morte de Agatha Felix, criança de 8 anos que nos Rio de Janeiro foi baleada com tiro de fuzil, que infelizmente não foi a primeira e nem foi a última – depois dela outras crianças foram vitimadas, mas que com sorte estas sobreviveram.   Pudemos falar sobre a desmilitarização da polícia militar, proposta que – segundo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Centro de Pesquisas Jurídicas Aplicadas da Fundação Getúlio Vargas e Secretaria Nacional de Segurança Pública – 77% da própria PM é a favor, ainda mais no momento em que o índice de suicídio entre policiais só aumenta. E quando este assunto é tratado sempre lembramos da truculenta abordagem feita pela PM, pq eles batem primeiro e perguntam depois desrespeitando o morador, como disse um jovem. Lembramos ainda que a polícia militarizada como conhecemos hoje, é uma herança da ditadura militar brasileira, que surgiu por um decreto em 1969.  Além disso nestes espaços pudemos discutir sobre a política de Bolsonaro que só faz agravar estes números que passarão impunes com o excludente de ilicitude (exclusão de alguma ação ilícita) do PL da morte (pacote “anti-crime) de Sérgio Moro. (Leia mais sobre isso aqui)  Ainda por cima discutimos o absurdo da política de austeridade do governador Zema que se enche de alegria com a ideia de privatizações, que na prática significa expulsar os mais pobres e negros dos espaços, significa expulsá-los das escolas, jogá-los nas ruas num cenário que não há emprego fazendo aumentar ainda mais marginalidade na qual a população negra se encontra.  Leonardo, militante da Juventude Revolução do

Em São Leopoldo-RS, a JRdoPT discute a convocatória da Plenária Nacional

Em São Leopoldo-RS, a JRdoPT discute a convocatória da Plenária Nacional

Na última segunda-feira (30/09), a JRdoPT realizou sua plenária municipal em São Leopoldo-RS.  Discutimos a convocatória da Plenária Nacional da JRdoPT (PNJR), reforçando a importância de se organizar para resistir frente ao governo Bolsonaro, que somente ataca e retira direitos dos jovens e trabalhadores. Além disso, reforçamos a discussão sobre nossa delegação para o PNJR e o financiamento da ida de nossos delegados, distribuindo nossas rifas e dialogando sobre novas formas de arrecadação para os núcleos leopoldenses. Finalizamos a discussão encaminhando panfletagens nas escolas e universidades que estamos inseridos a fim de dialogar com os estudantes e convocar a todos para o ato da GREVE GERAL DA EDUCAÇÃO que ocorrerá no dia 3/10 na Esquina Democrática (POA) às 17h30, organizando nosso dispositivo para o dia. Vem com a gente participar dessa mobilização! Somente a resistência pode por fim ao governo Bolsonaro, por um futuro para nossos jovens, por um futuro para a classe trabalhadora!Lula Livre! Não ao Future-se! Não a Reforma da Previdência!Organize-se conosco!  Márcia, militante da JR-RS

Nota de repudio ao caso de racismo na UFMG

Nota de repudio ao caso de racismo na UFMG

A Juventude Revolução do PT de Minas Gerais repudia completamente a abordagem racista da segurança da UFMG neste sábado (28) que, como pode ser visto em vídeo feito por pessoas que estavam no local, um estudante negro foi agredido com socos e chutes no campus da Pampulha em BH. De acordo com o Boletim de Ocorrência feito pela vítima, foram feitas três abordagens. Na primeira, esclareceu que era ex-aluno e que iria se matricular em um curso do Centro de Extensão da Faculdade de Letras. Na segunda, questionaram o caminho que o ex-estudante fazia. Já na terceira, três seguranças se aproximaram acusando o rapaz de fingir ser estudante para ROUBAR outros alunos e que ele seria expulso do campus. Daí em diante, as agressões físicas começaram. Nos solidarizamos à vitima e nos somamos as entidades, movimentos e todos estudantes que se indignam com este ocorrido e apoiamos que todas as medidas cabíveis sejam tomadas para que não tenhamos mais acontecimentos como esse, consequência do racismo estrutural no Brasil, que fere e tira vidas de negros e negras todos os dias no país. JRdoPT-MG – 30/09/2019

O caso Ágatha e a política de extermínio da juventude no Brasil

O caso Ágatha e a política de extermínio da juventude no Brasil

O estado do Rio de Janeiro vem protagonizando as manchetes de jornais com os mais recentes recordes em relação ao aumento de mortes violentas decorrentes de operações policiais. Marcado por políticas de segurança pública, como por exemplo as UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora), os sumiços, óbitos e relatos de tortura tornaram-se parte do cotidiano do povo fluminense. Hoje, sob governo de Wilson Witzel, o crescimento de mortes autorizadas e defendidas pelo governador coloca em alerta todo o país. O caso mais recente de Ágatha Félix, morta por um tiro de fuzil enquanto estava dentro de uma Kombi com sua família, comoveu o país e reacendeu um profundo debate sobre violência policial, genocídio dos jovens brasileiros – principalmente negros – e o modelo de política de segurança pública, não só do governo do estado do Rio, mas da segurança pública a nível nacional. O caso Ágatha Félix e as estatísticas do Rio. Já em 2018, quando recém eleito ao governo do estado, Witzel apresentava sua política genocida ao defender que os policiais cariocas “iriam mirar na cabecinha e… fogo” reafirmando, assim, que o caminho a ser traçado era transformar as periferias do Rio de Janeiro em um grande campo de guerra. Apesar de dizer que, os inimigos são os bandidos os “não cidadãos de bem” -, a política de segurança pública falida, de Wilson Witzel, apresenta números assustadores. No mês de agosto, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP) , foram registrados 170 homicídios cometidos por policiais em todo o mês de agosto, esse número corresponde ao total de 5 mortes por dia no Rio de Janeiro, estado que, nos seus cinco primeiros meses com Witzel teve recorde de mortes violentas causadas por policiais. De janeiro a maio, o número passava já das 700 mortes. O caso Ágatha Félix apresenta outro número, também, assustador: ​Ágatha foi a quinta criança morta no Rio de Janeiro pela polícia militar e outras 16 foram baleadas. Hoje, no Rio de Janeiro, até mesmo a infância está ameaçada diante da perspectiva assassina e sanguinária de Wilson Witzel que, em seu pronunciamento recente sobre o caso, lamentou a morte de Ágatha mas defendeu, firmemente, a política de extermínio aplicada nas periferias cariocas. Ao fim, o que está em jogo é que para a juventude poder ter direito de viver, no estado do Rio, é necessário dar fim à política de Witzel, seu governo e, também, na forma de segurança pública baseada em uma polícia militarizada. Sob o discurso da “segurança pública” colocam em prática um plano de extermínio, enquanto destroem os direitos básicos – escola, trabalho e moradia – desses jovens e trabalhadores, e na ausência de políticas públicas que garantam esses direitos, a massa negra e pobre do Brasil periferia continua sendo a maior vítima do descaso e da violência. Governo Bolsonaro, Sérgio Moro e Witzel: todos defensores do extermínio! O governo federal não escapa à regra defendida por Witzel. Bolsonaro, recentemente, ao defender o Pacote Anti-Crime de Sérgio Moro, que dá carta branca para que