UNE reedita cartilha que ensina como formar CAs e DCES

UNE reedita cartilha que ensina como formar CAs e DCES

Publicação pode ser baixada online e incentiva participação dos estudantes no movimento estudantil A universidade é um espaço onde os jovens podem organizar coletivamente suas opiniões e também formularem propostas. A essa atividade, que acontece dentro e fora das salas, é dado o nome de movimento estudantil, algo que envolve tanto a organização de uma festa como a participação em uma passeata, a criação de uma empresa júnior ou a representação política para debater as principais questões do país. Nesse processo, os jovens se organizam em entidades como os DAs, DCEs, Uniões Municipais e Estaduais de estudantes, Executivas Nacionais de cursos. Todas essas organizações juntas formam, há mais de 81 anos, a União Nacional dos Estudantes (UNE). Existem diversas formas para participar da UNE e do movimento estudantil. A principal é a própria colaboração em cada DA, DCE ou qualquer outra entidade dos estudantes, debatendo os problemas locais e propondo soluções. Para sanar as dúvidas em relação ao tema e incentivar a participação dos estudantes no movimento estudantil a UNE reeditou a cartilha que explica um passo a passo como formar seu CA, DA ou DCE. Fonte: UNE ACESSE A CARTILHA 👇

Nota do PT: Repúdio à violência policial contra candidatos no PR

Nota do PT: Repúdio à violência policial contra candidatos no PR

O estado de exceção vem se aprofundando desde o golpe de 2016. O mesmo estado que destrói direitos tenta nos impedir de lutar, sobretudo quando apontamos uma saída política para interromper o golpe. Assim como os tiros disparados contra a caravana de Lula, que seguem sem apuração, são inaceitáveis os últimos casos de violência contra os candidatos do PT do Paraná, Edna Dantas e Renato Almeida. Atos de violência física são a face mais reacionária de uma perseguição política que o PT sofre da justiça e da mídia. Defendemos o PT dessa perseguição e seguiremos na rua lutando por um “Brasil feliz de novo” Segue a nota do PT sobre os casos de violência. Nesta noite de domingo, 09, o candidato a deputado pelo PT Paraná, Renato Almeida Freitas, fazia panfletagem no centro de Curitiba e foi agredido pela Guarda Municipal que o atacou com balas de borracha e o levou preso. Nenhum motivo para a prisão e nem para a violência policial. Da mesma forma, no dia 07, durante o desfile cívico, Edna Dantas, candidata a deputada estadual pelo PT-PR, realizava manifestação em prol da libertação do presidente Lula junto a outros militantes do partido e foram agredidos e detidos pela Polícia. Nos dois casos, a única explicação para a perseguição é que ambos são negros, do PT e dos movimentos sociais. O que estamos vendo é uma assustadora onda crescente de violência e perseguição a quem se manifesta e luta a favor dos oprimidos. Não houve nenhuma preocupação com os ônibus da Caravana do Presidente Lula que giram alvejados, estamos há seis meses sem saber quem matou Marielle e ainda o judiciário determina que não podemos nos manifestar em apoio a Lula. Estive hoje acompanhando, logo que soube, o desenrolar da prisão arbitrária do Renato. Como estarei solicitando desde já apuração sobre desvio de função policial em ambos os casos. Estou ao lado da Democracia e, portanto, lutando contra o estado de exceção que vivemos. Basta de perseguição! Basta de violência! Por Dr. Rosinha, presidente do PT Paraná.

Jovens se reúnem em São Carlos para discutir o PT

Jovens se reúnem em São Carlos para discutir o PT

No dia 21 de abril, jovens interessados em discutir a conjuntura nacional e o protagonismo da juventude no Partido dos Trabalhadores se reuniram na Praça XV para uma segunda roda de conversa. O encontro não se restringiu a filiados; estudantes da USP São Carlos, da UFSCar e secundaristas compareceram para tirar dúvidas sobre o funcionamento do partido e pensar as possibilidades de atuação dos jovens dentro de suas instâncias de decisão.

UnB em defesa da autonomia universitária

UnB em defesa da autonomia universitária

Golpistas ameaçam acionar o MPF contra curso oferecido pela universidade Num contexto de dezenas de medidas obscurantistas contra a educação, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) anunciou que pretende acionar o Ministério Público federal (MPF), numa ação judicial contra a Universidade de Brasília (UnB). O motivo: a oferta de uma disciplina no Instituto de Ciência Política intitulada: Tópicos especiais em ciência política: o golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil.