Não foi concessão, foi luta!

Não foi concessão, foi luta!

Em 13 de maio de 1888 foi assinada a Lei Áurea. Não foi concessão, foi luta do povo negro! Hoje, a dívida histórica com a população negra reforça que a resistência sempre esteve na ordem do dia. A desigualdade só cresce, principalmente com as medidas do golpe, com a reforma trabalhista, Lei da terceirização irrestrita e EC 95. O ataque a aposentadoria, os cortes na educação afetam toda a juventude, mas especialmente os negros e negras que são maioria da população. Abaixo o genocídio da população negra! Abaixo a Reforma da previdência! Abaixo os Cortes na educação! VIVA A LUTA DO POVO NEGRO! Vem com a gente lutar por um futuro digno ao povo negro! Filie-se no PT!

A UNE bajulando o STF?!

A UNE bajulando o STF?!

Depois de assinar documento em defesa do tribunal, agora visita Toffoli A matéria abaixo foi publicada originalmente no Jornal O Trabalho, edição nº 846, órgão da Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da IV Internacional. Foi escrita por nosso camarada Hélio Barreto, diretor de assistência estudantil da UNE e membro do Conselho Nacional da Juventude Revolução do PT. No último dia 25 a mesa diretora da UNE – a presidente (UJS, ligada ao PCdoB), a vice (Levante, ligada a Consulta Popular) e a secretaria geral (Kizomba, ligada a DS PT) -, esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) para uma audiência. A matéria no site assinada pela presidente Mariana Dias diz que foi um “diálogo institucional para defesa da democracia e da Constituição de 88”. Não está errado pautar institucionalmente as demandas do movimento como autonomia universitária desrespeitada pelo governo, a garantia das liberdades democráticas, as ameaças contra UNE, etc. O que não dá, é usar deste pretexto para defender o STF que segundo Mariana, que já assinara manifesto em defesa desta instituição, é o “guardião da Constituição Federal”. Mas com que mandato afirma tal posição? Porque não exigiram a Liberdade de Lula, conforme decisão dos fóruns da UNE? Na verdade, Mariana estava expressando a posição de seu Partido, o PCdoB.  Como explica Ricardo Capelli, ex-presidente da UNE, refletindo a posição do PCdoB, “defender o STF é a tarefa democrática do momento”. Mariana diz que a defesa da democracia é marca da UNE que teve “dirigentes mortos, torturados e perseguidos pela ditadura civil-militar”. Correto.  Mas, não foi esse “guardião da democracia” que anistiou torturadores do regime militar que assassinaram dirigentes estudantis como Honestino Guimarães e Edson Luís? Não foi este tribunal que, sob a luz da Constituição de 88, coordenou os trabalhos do golpe do impeachment contra a Dilma e, agora seu presidente, Dias Toffoli, bajula  Bolsonaro  que está saqueando o país e retirando direitos? Ora, o STF está mais para guardião dos golpes de estado e do atropelao dos direitos constitucionais conquistados nas lutas. Por isso Lula é mantido preso, com a anuência do STF.Na defesa da democracia, a tarefa da hora é lutar pela liberdade de Lula, e não bajular o STF, o supremo tribunal do podre poder Judiciário que o condenou sem provas.

Organizar a juventude contra a reforma da previdência!

Organizar a juventude contra a reforma da previdência!

O cenário atual no Brasil está marcado pelas mobilizações do dia 22/03. O “esquenta” da greve geral foi um sucesso. Centenas de milhares foram às ruas contra a reforma da previdência de Bolsonaro. Cerca de duas semanas depois, dia 07/04, milhares voltaram às ruas em defesa da liberdade do ex-presidente Lula. A juventude esteve presente na defesa dos direitos e da democracia.

Um diálogo com jovens franceses

Um diálogo com jovens franceses

Mobilização estudantil contra os ataques do governo Macron No dia 2 de fevereiro, a convite da Alliance des Jeunes Revolutionners (Aliança de Jovens Revolucionários, AJR), uma organização de jovens franceses participei, como militante da juventude Revolução do PT, de uma reunião em Paris. Na conversa, os militantes da AJR explicaram problemas que afetam os jovens franceses e como a mobilização da juventude sintoniza-se com as mobilizações dos coletes amarelos. Ao longo do último período os jovens franceses se mobilizam contra a política do governo Macron. Por exemplo, o “Parcousup”, que restringe o acesso ao ensino superior parar milhares de jovens, contra o aumento da taxa de inscrição nas universidades e contra a reforma do ensino médio que retira disciplinas e destrói uma base comum curricular entre as escolas. Em novembro, já com o início das mobilizações dos coletes amarelos, estudantes ocuparam liceus. Agora, como no último dia 5, os jovens saem às ruas para se manifestar com os coletes amarelos, levantando suas reivindicações. A resposta de Macron é a violência policial. Já são mais de 2 mil feridos por balas de borracha ou estilhaços de granada. Dentre os feridos está Louis Boyard, presidente da União Nacional dos Liceus – UNL, que afirmou “Um governo que utiliza a violência em particular contra a juventude, é um governo que tem medo, é um governo prestes a se curvar. Nós o faremos curvar-se!”. Na conversa com os jovens da AJR eles destacaram que é a força nas ruas que pode virar o jogo, e ressaltaram a importância de realizar assembleias nas escolas, universidades e locais de trabalho. Nesse debate com a AJR, evidencia-se a relação entre a situação da juventude na França e a luta feita pela juventude no Brasil, por um futuro a partir da defesa dos direitos e das organizações que estão sob linha de ataque, a serviço do capital financeiro.. Sarah Lindalva Publicado originalmente no jornal O Trabalho nº 842.

Mais um crime da Vale!

Mais um crime da Vale!

Na tarde do dia 25/01 a empresa de mineradora Vale S.A cometeu mais um crime contra a classe trabalhadora, contra o meio ambiente, os povos tradicionais e os trabalhadores foi aplicado. A mina 1 da barragem do feijão, localizada em Brumadinho-MG, se rompeu levando lama a dejetos ao decorrer do leito do rio Paraupebas. A Vale é a mesma empresa que há 3 anos controlava a SAMARCO, responsável pelo rompimento da Barragem do Fundão no município de Mariana-MG que deixou 19 mortos.

Nem golpismo nem intervencionismo na Venezuela!

Nem golpismo nem intervencionismo na Venezuela!

Reproduzimos abaixo a nota publicada pelo Coletivo Trabalho e Juventude (aderente do Acordo Internacional dos Trabalhadores) sobre a situação da escalada golpista intervencionista na Venezuela. Para nós, Juventude Revolução do PT, não resta pedra sobre pedra acerca da ofensiva do Imperialismo estadunidense contra a soberania do povo venezuelano. A “crise humanitária” que o país está vivendo faz parte do combate Norte Americano para se apossar do petróleo da Venezuela, assim como foi na Líbia, Síria, Iraque. Assim como o PT repudia a intervenção na Venezuela , nós também repudiamos toda e qualquer forma de intervenção contra a autodeterminação dos povos. Rejeitamos toda a política imperialista que quer nos tirar uma perspectiva de futuro em nome das cifras para a burguesia.Tirem as garras da Venezuela! Nem golpismo nem intervencionismo!Reconhecimento de Nicolás Maduro como presidente legítimo da Venezuela! Em defesa da soberania, das conquistas e da autodeterminação de nossa nação Nós, dirigentes sindicais, militantes do movimento operário, trabalhadores, jovens, agrupados no coletivo Trabalho & Juventude, participante do Acordo Internacional dos Trabalhadores e dos Povos (AcIT): Declaramo-nos contrários à intentona golpista contra nossa pátria, promovida de maneira direta pela intervenção do imperialismo estadunidense e do cartel de Lima, com a autoproclamação como presidente de Juan Guaidó, usurpador ilegítimo, no qual ninguém votou para ser “presidente encarregado”, e cuja principal função é servir de alavanca para as políticas ditadas pela Casa Branca, que não busca outra coisa senão estabelecer a ilusão de duplo poder visando a acelerar uma crise para desagregar o Estado-nação, seja por um conflito interno ou por uma possível intervenção militar direta, apoiada por Donald Trump e por seus agentes diretos na América Latina, como Bolsonaro, Macri, Piñera, Duque, o governo do Canadá e os governantes da França, Alemanha, Espanha, ajoelhados diante da política de Donald Trump e acompanhando a política intervencionista e bélica do imperialismo. A intromissão imperialista atual na Venezuela não é nova. Em 11 de abril de 2002 estiveram por trás daquele golpe de Estado contra o presidente Chávez, quando reconheceram o ditador Pedro Carmona Estanga. O mesmo na paralisação petroleira em 2003. Em 2017 orquestraram os bloqueios violentos das ruas (“guarimbas”) provocando a morte de 131 pessoas. O governo estadunidense organizou, treinou, financiou e armou a tentativa de assassinato contra Nicolás Maduro; o bloqueio econômico, a campanha de desinformação e calúnias contra o governo. Outra vez é o petróleo que move o golpe. O usurpador Juan Guaidó, sob o pretexto de restabelecer a ordem democrática e o combate à crise humanitária, não demorou muito para externar as verdadeiras razões pelas quais se mobilizam os agentes internacionais. Tem relação com a indústria petroleira e percebe-se a premeditação. Entre os planos imediatos do recém proclamado “governo de transição”, aparece a renovação da Diretoria da empresa Citgo Petroleum Corporation, filial da PDVSA, com capacidade de operação de 750 mil barris diários, equivalentes a 4% do total refinado nos Estados Unidos. Guaidó prevê a criação de “uma nova lei nacional de hidrocarbonetos que estabeleça termos fiscais e contratuais flexíveis para projetos