Em Volta Redonda – RJ a Companhia Siderugica Nacional (CSN) anunciou o desligamento do alto-forno 2, que de acordo com o Sindicato dos Metalurgicos, é equivalente à 3 mil demissões diretas, podendo afetar 12 mil pessoas, além de atingir os setores.

O dono da CSN, Benjamin Steinbruch, fala em uma crise economia e problemas com negociações no exterior para justificar as demissões. Essa é apenas mais uma das “desculpas” dadas, pois ano após ano ele vem tentando atacar os trabalhadores. Mas eles não aceitam abrir mão de seus direitos, muito menos do turno de 6 horas, conquista histórica da greve de 1988, que levou à morte os operários Willian, Walmir e Barroso.

CSN (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)

Logo após ter conhecimento das demissões, os Sindicatos, Partidos, igreja, movimentos sociais e populares se organizaram e formaram um Comite de Resistencia e em Defesa do Emprego que fez panfletagens em massa com uma Carta à População, alertando a sociedade da situação caótica que poderia atingir a cidade e região se as demissões se efetuassem, chamando para o ato em frente a CSN, no dia 14/01 contra as demissões.

A Juventude Revolução esteve presente desde o inicio ajudando na formação do Comitê, nas panfletagens e no ato, ressaltando a importância da readmissão dos 700 trabalhadores demitidos e de pôr fim às demissões.

(Texto publicado em janeiro de 2016, no boletim nacional da JR. Confira aqui!)

Não às demissões na CSN!
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