Nota de repúdio a ação de despejo contra a ocupação Jardim das Oliveiras

Nota de repúdio a ação de despejo contra a ocupação Jardim das Oliveiras

No Brasil pelo menos 6 milhões de famílias não têm acesso à moradia, enquanto isso mais de 6 milhões de imóveis estão desocupados. Milhares de pessoas que diariamente reivindicam seu direito a um teto, através de movimentos organizados essas famílias ocupam imóveis e terras improdutivas, muitas vezes propriedades da União que por lei deveriam ter funções sociais.

Comitê internacional debate a resistência dos trabalhadores do mundo todo

Comitê internacional debate a resistência dos trabalhadores do mundo todo

Entre os dias 28 e 30 de novembro do ano passado, em Paris, aconteceu o 2° Encontro da Comitê Internacional de Ligação e Intercâmbio – CILI, cuja responsabilidade foi de debater a resistência internacional dos trabalhadores do mundo todo em resistência aos ataques do imperialismo. Com delegados de 4 continentes, a CILI adotou a seguinte declaração:

Resistência e greve no Rio Grande do Sul

Resistência e greve no Rio Grande do Sul

Há cerca de 1 mês, os funcionários e professores da educação estadual do Rio Grande do Sul decretaram greve contra o pacote da reforma estrutural do estado do governador Eduardo Leite (PSDB). São oito projetos que incluem alterações que afetam o magistério, forças de segurança – Brigada Militar, Polícia Civil, Susepe e IGP – e servidores. Entre as maldades, se inclui o fim do Plano de Carreira dos professores, reajuste zero por tempo indeterminado, entre outros. Leite já não se contenta com os cortes vindos do governo federal e continua precarizando a educação pública com cortes de verbas para investir em estrutura das escolas gaúchas e em um pacote de ataque aos direitos dos servidores públicos, este sendo o estopim para a greve. O fim dos adicionais por tempo de serviço e o corte da incorporação de gratificações na aposentadoria, mostram que Leite quer acabar com os direitos do funcionalismo público. A crise salarial no Estado evidencia o descaso aos servidores públicos e a ambição de Leite à privatização das empresas estatais, vendendo o patrimônio do Rio Grande do Sul e deixando este cada vez mais à mercê do mercado. A crise no Estado, evidentemente, não foi criada pelo funcionalismo público, porém, o governo tenta jogar a responsabilidade para o povo fazendo com que a classe trabalhadora pague a conta.Os educadores gaúchos são os principais prejudicados por tal pacote de ajustes. Estes, que já vivem uma realidade de parcelamento de salário a mais de 48 meses, desde o governo de José Ivo Sartori (MDB), veem seus pagamentos serem suprimidos por empréstimos de antecipação salarial e estão a 5 anos sem reajuste neste, com o pacote, sofrerão mudanças drásticas que resultarão no fim de seu plano de carreira. Isso reflete a total imprudência do governador com a educação e a falta de perspectiva que assola os jovens de todos os cantos do estado. Os ataques ao povo gaúcho Em todo o Rio Grande do Sul, escolas em regiões periféricas e principalmente escolas do campo, estão sendo fechadas, impossibilitando os estudantes de frequenta-las e fechando a porta do ensino, principalmente para os mais pobres, que não tem condições de acesso às escolas longe de suas casas ou nos centros urbanos.  A ameaça de adesão ao projeto de escolas cívico militares, o qual Eduardo Leite já sinalizou ser favorável, destrói a liberdade de organização, expressão e reprime os estudantes, com o autoritarismo pairando sob nossas cabeças. Algumas escolas do estado já relatam a catástrofe desta realidade, que impõe medo e repressão aos jovens. Em resposta às mobilizações, o governo apresenta a repressão e ameaça de retirada de direitos No dia 27/11, o governo Leite apresentou, por meio do Diário Oficial do estado, uma reorganização da grade curricular que apresenta ser similar e a aplicação à nível estadual da Reforma do Ensino Médio, aprovada em 2017.  Esta medida é um novo ataque que pretende desmantelar a educação e precarizar o ensino.  A mudança apresentada na Portaria N°289/2019 prevê a flexibilização da grade curricular, diminuindo a

JR do PT no DCE da UFJF

JR do PT no DCE da UFJF

A chapa Todo Mundo no DCE, formada pelas forças que compunham a última gestão, estudantes independentes e o bloco da JPT (Juventude Revolução do PT, Kizomba, Enfrente e EPS) venceu a eleição do Diretório Central dos Estudantes da UFJF. A Juventude Revolução se baseou em cinco pontos principais para a formulação do bloco petista, do agrupamento de estudantes e posteriormente a chapa, sendo, Lula Livre (com anulação dos processos), pelo fim do governo Bolsonaro, pela autonomia universitária, pela soberania nacional (por ex, Reestatização da Vale) e contra o future-se. Além disso pautamos a campanha pelo passe livre e a por melhorias na moradia estudantil. O processo que foi composto por duas chapas começou no dia 05 de novembro e o resultado final foi anunciado no início da manhã do dia 22 de novembro dando a vitória para a chapa 1 por 1979 contra 985 da chapa 2. A vitória com quase mil votos de diferença demonstra o profundo diálogo com as mais diversas representações estudantis da universidade, o que já havia ficado claro na inscrição de chapa, quando 513 estudantes apoiaram nossa reeleição. As lutas para o próximo período já se apresentam de forma muito clara no horizonte. Sendo a luta pela posse do reitor eleito na consulta pública com mais de 7 mil votos dos estudantes e confirmada no conselho superior da UFJF. É preciso um DCE forte e articulado para enfrentar o governo Bolsonaro inimigo declarado da educação e da classe trabalhadora. Julia Machado – militante da JRdoPT de Juiz de Fora-MG

Em Arapiraca-AL, estudantes da UNEAL discutem sobre as explosões sociais na América Latina e no mundo

Em Arapiraca-AL, estudantes da UNEAL discutem sobre as explosões sociais na América Latina e no mundo

A fim de discutir o presente momento da América Latina e todas suas contradições histórico-econômicas, a roda de conversa Revoltas e Explosões Sociais na América Latina e no Mundo, promovido pela Juventude Revolução do PT (JRPT) e o Grupo de Estudos História e Movimentos Sociais (GEHMOV), aconteceu no dia 14 de novembro na Universidade Estadual de Alagoas Campus 1 (UNEAL – Arapiraca). A atividade discutiu as questões sociais e de luta de classes que estão explodindo no mundo inteiro, graças a política de destruição de direitos adotada pelos países imperialistas. Porém, a juventude e a classe trabalhadora estão resistindo na defesa dos direitos. Seja na França, na Argélia, no Líbano, Equador, Venezuela, Chile, Bolívia… os povos estão de pé lutando.   A JRdoPT aproveitou o evento para vender lanches e cartilhas com o objetivo de arrecadar fundos para mantermos nossa autonomia e independência financeira, havendo assim mobilização não apenas do núcleo UNEAL, mas também dos demais núcleos presentes em Arapiraca-AL. Por fim, após a fala dos palestrantes, ainda foi passado um abaixo-assinado em apoio a libertação da companheira Luisa Hanune, militante do Partido dos Trabalhadores da Argélia e que, assim como Lula, enfrenta uma perseguição e prisão política por defender os interesses da classe trabalhadora em detrimento da elite. As considerações finais dos palestrantes apontaram para a necessidade da juventude se organizar para resistir contra os ataques que estamos sofrendo aqui no Brasil e para as explosões que estão por vir. Willames, militante da JR-AL

Por uma organização autônoma de juventude

Por uma organização autônoma de juventude

Durante os dias 26 e 27 de outubro, a JRdoPT esteve reunida em Salvador na sua Plenária Nacional. Abaixo segue a resolução política adotada pela plenária. A situação no nosso país se agravou com a eleição do governo Bolsonaro. A continuidade da prisão do Lula escancara que a lava jato é uma farsa. O judiciário tem lado e persegue. Os militares ameaçam. A juventude está sendo empurrada para um beco sem saída. Não temos outra escolha a não ser resistir.