Em Palmeira dos Índios-AL, estudantes da UFAL se mobilizam em memória de Marielle

Em Palmeira dos Índios-AL, estudantes da UFAL se mobilizam em memória de Marielle

Na manhã e tarde dessa quinta-feira (14/03), dezenas de estudantes da UFAL, unidade Palmeira dos Índios se reuniram no pátio em uma oficina de cartazes. Mobilizada pela Juventude Revolução do PT, pelo DCE UFAL, pelo Centro Acadêmico Maninha Xucuru-Kariri e pela ENESSO (Executiva Nacional dos Estudantes de Serviço Social), a atividade foi realizada em homenagem a memória de Marielle Franco, lembrando que um ano se passou desde sua morte e a justiça ainda não deu uma resposta sobre quem mandou matar Marielle. Também foi lembrado nos cartazes a prisão política de Lula e de que este é um momento de resistir contra a reforma da previdência. Durante a atividade, distribuímos panfletos sobre como esta reforma ataca duramente as mulheres. Aproveitamos para convidar o pessoal para estar junto conosco no ato do dia 22 de março – Dia Nacional de Luta em defesa da Previdência, o que animou os estudantes para defender o direito de um futuro digno. Clara, militante da JR do PT-AL

Mais um crime da Vale!

Mais um crime da Vale!

Na tarde do dia 25/01 a empresa de mineradora Vale S.A cometeu mais um crime contra a classe trabalhadora, contra o meio ambiente, os povos tradicionais e os trabalhadores foi aplicado. A mina 1 da barragem do feijão, localizada em Brumadinho-MG, se rompeu levando lama a dejetos ao decorrer do leito do rio Paraupebas. A Vale é a mesma empresa que há 3 anos controlava a SAMARCO, responsável pelo rompimento da Barragem do Fundão no município de Mariana-MG que deixou 19 mortos.

Nota do Partido dos Trabalhadores: Crueldade contra Lula

Nota do Partido dos Trabalhadores: Crueldade contra Lula

A decisão do Supremo Tribunal Federal, reconhecendo o direito legal de Lula, chegou tarde demais para que ele acompanhasse o sepultamento do irmão mais velho. A decisão também impôs restrições ao encontro de Lula que inviabilizavam a possibilidade dele ver o irmão pela última vez e estar com seus entes queridos no momento. Uma dessas restrições era a de que o encontro ocorresse em uma unidade militar. Quando a decisão foi divulgada, Vavá já estava sendo sepultado. As condições do corpo não permitiam aguardar os rituais da burocracia. A perseguição ao ex-presidente Lula não tem fim e neste episódio rebaixou-se ao nível da crueldade e da vingança. A Polícia Federal de Sérgio Moro negou autorização para Lula acompanhar o velório do irmão Genival (Vavá) Inácio da Silva, que faleceu de câncer na terça (29) e foi sepultado hoje às 13 h. O artigo 120, parágrafo 1o., da Lei de Execução Penal garante a todo cidadão participar dos funerais de familiares: irmãos, pais e filhos. Esse direito legal e humanitário, que atende a todos os cidadãos, foi negado a Lula pelos mesmos perseguidores e carrascos que o condenaram e prenderam ilegalmente, para impedir que fosse eleito presidente da República. A autorização para Lula participar do velório do irmão era um ato meramente administrativo, conforme a lei. O responsável pela garantia desse direito era o delegado Luciano Flores, atual superintendente da Polícia Federal no Paraná, onde Lula está cumprindo sua injusta e ilegal pena de prisão. Ao receber petição da defesa de Lula para o comparecimento ao velório de Vavá, o delegado Flores alegou verbalmente que não tinha condições logísticas e materiais para transportar o ex-presidente até São Bernardo. No dia 4 de março de 2016, no entanto, o mesmo delegado Flores deslocou-se em avião da PF até São Bernardo, com uma grande equipe da Lava Jato, para submeter Lula a uma condução coercitiva ilegal no aeroporto de Congonhas. O atual ministro da Justiça, Sergio Moro, que determinou a condução coercitiva em 2016, nada fez para que seu subordinado cumprisse a lei. Ambos são cúmplices, junto com os procuradores da Lava Jato, da farsa judicial que levou Lula à prisão, sem ter cometido crime algum, sem acusações plausíveis e sem provas. Diante de mais esta agressão à lei e aos direitos de Lula, a defesa apelou sucessivamente à juíza responsável pela execução penal e ao desembargador de plantão no TRF-4. Ambos, com grande morosidade, reafirmaram sua notória parcialidade contra o ex-presidente Lula, submetendo-o a um regime de exceção por motivos claramente políticos. Lula já foi perseguido, falsamente acusado, condenado sem provas, teve negado o direito de disputar as eleições, de dar entrevistas, receber visitas religiosas e até de nomear seus próprios advogados. Negar-lhe, por ação, protelação ou omissão, o direito de compartilhar, com a família e os amigos, as despedidas ao irmão mais velho é um gesto mesquinho, além de ilegal, que reforça sua condição de preso político, vítima de odiosa armação jurídica. Nem mesmo a ditadura foi tão cruel e mesquinha

Nem golpismo nem intervencionismo na Venezuela!

Nem golpismo nem intervencionismo na Venezuela!

Reproduzimos abaixo a nota publicada pelo Coletivo Trabalho e Juventude (aderente do Acordo Internacional dos Trabalhadores) sobre a situação da escalada golpista intervencionista na Venezuela. Para nós, Juventude Revolução do PT, não resta pedra sobre pedra acerca da ofensiva do Imperialismo estadunidense contra a soberania do povo venezuelano. A “crise humanitária” que o país está vivendo faz parte do combate Norte Americano para se apossar do petróleo da Venezuela, assim como foi na Líbia, Síria, Iraque. Assim como o PT repudia a intervenção na Venezuela , nós também repudiamos toda e qualquer forma de intervenção contra a autodeterminação dos povos. Rejeitamos toda a política imperialista que quer nos tirar uma perspectiva de futuro em nome das cifras para a burguesia.Tirem as garras da Venezuela! Nem golpismo nem intervencionismo!Reconhecimento de Nicolás Maduro como presidente legítimo da Venezuela! Em defesa da soberania, das conquistas e da autodeterminação de nossa nação Nós, dirigentes sindicais, militantes do movimento operário, trabalhadores, jovens, agrupados no coletivo Trabalho & Juventude, participante do Acordo Internacional dos Trabalhadores e dos Povos (AcIT): Declaramo-nos contrários à intentona golpista contra nossa pátria, promovida de maneira direta pela intervenção do imperialismo estadunidense e do cartel de Lima, com a autoproclamação como presidente de Juan Guaidó, usurpador ilegítimo, no qual ninguém votou para ser “presidente encarregado”, e cuja principal função é servir de alavanca para as políticas ditadas pela Casa Branca, que não busca outra coisa senão estabelecer a ilusão de duplo poder visando a acelerar uma crise para desagregar o Estado-nação, seja por um conflito interno ou por uma possível intervenção militar direta, apoiada por Donald Trump e por seus agentes diretos na América Latina, como Bolsonaro, Macri, Piñera, Duque, o governo do Canadá e os governantes da França, Alemanha, Espanha, ajoelhados diante da política de Donald Trump e acompanhando a política intervencionista e bélica do imperialismo. A intromissão imperialista atual na Venezuela não é nova. Em 11 de abril de 2002 estiveram por trás daquele golpe de Estado contra o presidente Chávez, quando reconheceram o ditador Pedro Carmona Estanga. O mesmo na paralisação petroleira em 2003. Em 2017 orquestraram os bloqueios violentos das ruas (“guarimbas”) provocando a morte de 131 pessoas. O governo estadunidense organizou, treinou, financiou e armou a tentativa de assassinato contra Nicolás Maduro; o bloqueio econômico, a campanha de desinformação e calúnias contra o governo. Outra vez é o petróleo que move o golpe. O usurpador Juan Guaidó, sob o pretexto de restabelecer a ordem democrática e o combate à crise humanitária, não demorou muito para externar as verdadeiras razões pelas quais se mobilizam os agentes internacionais. Tem relação com a indústria petroleira e percebe-se a premeditação. Entre os planos imediatos do recém proclamado “governo de transição”, aparece a renovação da Diretoria da empresa Citgo Petroleum Corporation, filial da PDVSA, com capacidade de operação de 750 mil barris diários, equivalentes a 4% do total refinado nos Estados Unidos. Guaidó prevê a criação de “uma nova lei nacional de hidrocarbonetos que estabeleça termos fiscais e contratuais flexíveis para projetos

Camarada Geovanny PRESENTE!

Camarada Geovanny PRESENTE!

A Juventude Revolução do PT de São Paulo informa com muito pesar o falecimento do nosso companheiro e militante Geovanny, que morava na Ocupação Douglas Rodrigues, na Vila Maria. Geovanny tinha 21 anos e organizava os jovens da ocupação na luta por moradia e direitos. Juntos enfrentaram diversos processos e ameaças de despejo. Recentemente estavam lutando para viabilizar a construção de uma quadra e realização de saraus para os jovens poderem ter uma atividade de lazer e ocuparem seu tempo. Geovanny sofria de depressão, uma doença que acomete diversos jovens, dentre os quais jovens militantes que lutam por um futuro melhor. A questão da saúde mental não é secundária no tema de políticas públicas e muito menos nas reivindicações da juventude. Continuaremos sua luta por moradia e demais direitos para a juventude, transformando cada dificuldade em disposição para luta por um futuro sem exploração. Deixamos aqui nossa solidariedade e profundo pesar aos familiares e amigos por essa perda imensa. Camarada Geovanny PRESENTE!