Ato pela liberdade de Luisa Hanune

Ato pela liberdade de Luisa Hanune

A Juventude Revolução do PT se solidariza com a luta pela liberdade de Luisa Hanune – dirigente do PT Argelino. A sua prisão que é política foi determinada por um tribunal militar que ocorreu às vésperas de grandes manifestações de massa pelo “fim do sistema” que ocupam as ruas de Argel, capital da Argélia. Convocamos todos os jovens à se somarem no ato em frente à embaixada da Argélia em Brasília.

11 de junho na Argélia: Os estudantes outra vez nas ruas!

11 de junho na Argélia: Os estudantes outra vez nas ruas!

Em todas as cidades da Argélia, uma vez mais, os estudantes foram às ruas. E pela décima sétima terça-feira consecutiva. Em Argel, eles eram dezenas de milhares a se manifestar apesar do gigantesco aparato policial que bloqueava os acessos à praça em frente ao prédio principal dos Correios. A palavra de ordem em todas as manifestações estudantis é, em primeiro lugar, o rechaço ao “diálogo” chamado pelo presidente em exercício e a exigência de que ele caia fora!Muitas palavras de ordem também questionam o papel do chefe do Estado Maior (das forças armadas, NdT): “Estado civil, chega de regime militar!” Publicado originalmente no jornal Informations Ouvrières

Liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune na Argélia

Liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune na Argélia

Desde o último dia 9 de maio, a secretária-geral do Partido dos Trabalhadores da Argélia, Louisa Hanoune, encontra-se presa por decisão do Tribunal Militar de Blida, após atender convocação a prestar depoimento como testemunha. Essa prisão é injustificada sob todos os pontos de vista. Louisa Hanoune é uma militante de larga trajetória na Argélia, tendo sido candidata pelo seu partido a presidente da república em três oportunidades – em 2004 foi a primeira mulher argelina a candidatar-se a esse posto, em 2009 e em 2014 -, além de deputada da Assembleia Nacional por cinco mandatos consecutivos desde 1997. Louisa é também uma das coordenadoras do Acordo Internacional dos Trabalhadores e Povos. A sua prisão por um tribunal militar ocorreu às vésperas de grandes manifestações de massa pelo “fim do sistema” que ocupam as ruas de Argel e outras cidades do país todas as sextas-feiras desde 22 de fevereiro passado, com o povo argelino expressando de forma contundente a sua vontade de construir uma democracia verdadeira. Em 10 de maio, a exigência de “Liberdade para Louisa Hanoune” foi levantada nessas manifestações. Muitas já são as vozes que se levantam na Argélia e outros países, independente da opinião política de cada um, contra essa arbitrariedade. A Juventude Revolução do PT se soma a elas na exigência dirigida às autoridades responsáveis pela sua prisão: Liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune! Conselho Nacional da Juventude Revolução do PT

NOTA OFICIAL: Contra as agressões sofridas pelos presidentes da UBES e da UNE

NOTA OFICIAL: Contra as agressões sofridas pelos presidentes da UBES e da UNE

A Juventude Revolução do PT repudia as agressões sofridas pelos companheiros da UNE e UBES na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Pedro Gorki (UBES) e Marianna Dias (UNE) foram impedidos de fazerem falas contra os cortes na educação que o governo Bolsonaro aplicou. Essas práticas não nos intimidarão, continuaremos na luta contra os cortes, contra a reforma da previdência e pela liberdade de Lula. Dia 30/05 é dia de tomar as ruas em defesa da educação e da previdência. Rumo à greve geral no dia 14/06! A Juventude Revolução do PT repudia as agressões sofridas pelos companheiros da UNE e UBES na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Pedro Gorki (UBES) e Marianna Dias (UNE) foram impedidos de fazerem falas contra os cortes na educação que o governo Bolsonaro aplicou. Essas práticas não nos intimidarão, continuaremos na luta contra os cortes, contra a reforma da previdência e pela liberdade de Lula.Dia 30/05 é dia de tomar as ruas em defesa da educação e da previdência. Rumo à greve geral! A UNE e a UBES estiveram nesta quarta, 22 de maio, na audiência com o ministro da educação na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Os presidentes das entidades ouviram atentos as falas dos deputados e as respostas do ministro Abraham Weintraub. Após cinco horas de audiência, a presidenta da comissão deu aos representantes estudantis o direito à fala. Contudo deputados da base governistas, empenhados em impedir o pronunciamento dos estudantes, fizeram tumulto com a mesa e, não satisfeitos, partiram, junto a seguranças da Casa, à agressão física. Arrastaram o presidente da UBES, Pedro Gorki, e a presidenta da UNE, Marianna Dias, para fora do plenário. Repudiamos veemente a atitude desproporcional dos deputados e reafirmamos nosso compromisso com a ciência, a pesquisa e a educação pública. Tais atitudes evidenciam o desespero da base do governo pela grande proporção dos atos de rua. Não seremos calados ou coagidos! No 15M demos uma aula nas ruas e no 30M voltaremos às ruas contra os cortes a educação! União Nacional dos Estudantes União Brasileira dos Estudantes Secundaristas Associação Nacional dos Pós-Graduandos

Cortes na educação nos governos do PT X (des)governo Bolsonaro

Cortes na educação nos governos do PT X (des)governo Bolsonaro

A resposta aos cortes do governo Bolsonaro foi dada nas ruas! Milhões de estudantes e trabalhadores saíram às ruas no dia 15/05 – Greve Nacional da educação, mandar o recado em uma só voz: “Não aos cortes!” A situação reacendeu uma discussão levantada pelos abutres que rondam o PT. Esquerdistas e defensores do governo Bolsonaro “Mas o PT também cortou da educação em seus governos”. Uma cortina de fumaça levantada para ofuscar a gigantesca mobilização do dia 15. Será que os cortes de antes são os mesmos de hoje? É verdade que não houve mobilização contra os ajustes fiscais dos governos petistas? O texto abaixo traz uma discussão que abre o caminho na enxurrada de informações que estão sendo lançadas. Confira 👇 1️⃣ Como os movimentos portaram-se em 2015? ↩️ O ajuste fiscal de 2015 foi um erro do governo Dilma – que, diante das pressões golpistas do mercado/mídia/oposição (desde o final de 2014 chantageando-a e ameaçando derruba-la), acabou capitulando. Dilma mesma reconheceu este erro em várias entrevistas pós-golpe. O movimento sindical (boa parte dirigido por petistas e simpatizantes) foi à luta. A CUT liderou, junto com outras centrais, inúmeras manifestações de rua contra o plano Levy e seus contingenciamentos no decorrer de 2015. Nós, na Unifesp – com a participação ativa da Adunifesp e de seus diretores e apoiadores, eu inclusive – participamos de (e impulsionamos) vários atos e mobilizações. É o que se espera de sindicatos, que devem ser independentes em relação a governos, partidos etc. Nas manifestações do final de 2015, o movimento sindical/popular apresentou duas consígnias centrais: “Não ao Ajuste Levy!” e “Não ao Golpe!” (Cunha/mídia/mercados/judiciário já haviam dado os primeiros passos do impeachment, ataque brutal à democracia e, como vimos, aos direitos do povo). Dito isso, pergunto: 2️⃣ São contingenciamentos semelhantes? 🤔 Tecnicamente, em si e descontextualizados, eles podem até ser comparáveis. Mas é muita desonestidade intelectual equiparar a política educacional de Bolsonaro (inclusive mas não só o “contingenciamento”) com a dos governos do PT – e achar que nosso movimento deve reagir às coisas por igual. No Lula-Dilma, a Educação pública teve um dos maiores incrementos orçamentários da história do país. Claro que gostaríamos que fosse bem mais, mas houve sim avanços significativos. Durante o Lula/Dilma: 💰 As verbas orçamentárias à Educação (ao MEC) mais do que triplicaram em termos reais. Lembrando que elas estavam estagnadas durante todos os anos 90, até o fim do governo FHC em 2002/3. 📈 Entre 2003 e 2016, as verbas às Universidades e Institutos Federais saltaram de 23 para mais de 60 bilhões de reais (tudo corrigido pelo IPCA de 2018), como mostra o gráfico abaixo. 🎓 Foi isso que garantiu a expressiva expansão das universidades via Reuni e Pronatec: entre 2004 a 2014, foram 360 novas escolas técnicas, 18 novas universidades federais; 173 novos campi; e o número de estudantes universitários (federais) dobrou, de meio para quase um milhão. Aliás, como reflexão, essa expansão ajuda a explicar a enorme capilaridade das manifestações do dia 15 de maio

Não foi concessão, foi luta!

Não foi concessão, foi luta!

Em 13 de maio de 1888 foi assinada a Lei Áurea. Não foi concessão, foi luta do povo negro! Hoje, a dívida histórica com a população negra reforça que a resistência sempre esteve na ordem do dia. A desigualdade só cresce, principalmente com as medidas do golpe, com a reforma trabalhista, Lei da terceirização irrestrita e EC 95. O ataque a aposentadoria, os cortes na educação afetam toda a juventude, mas especialmente os negros e negras que são maioria da população. Abaixo o genocídio da população negra! Abaixo a Reforma da previdência! Abaixo os Cortes na educação! VIVA A LUTA DO POVO NEGRO! Vem com a gente lutar por um futuro digno ao povo negro! Filie-se no PT!

A UNE bajulando o STF?!

A UNE bajulando o STF?!

Depois de assinar documento em defesa do tribunal, agora visita Toffoli A matéria abaixo foi publicada originalmente no Jornal O Trabalho, edição nº 846, órgão da Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da IV Internacional. Foi escrita por nosso camarada Hélio Barreto, diretor de assistência estudantil da UNE e membro do Conselho Nacional da Juventude Revolução do PT. No último dia 25 a mesa diretora da UNE – a presidente (UJS, ligada ao PCdoB), a vice (Levante, ligada a Consulta Popular) e a secretaria geral (Kizomba, ligada a DS PT) -, esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) para uma audiência. A matéria no site assinada pela presidente Mariana Dias diz que foi um “diálogo institucional para defesa da democracia e da Constituição de 88”. Não está errado pautar institucionalmente as demandas do movimento como autonomia universitária desrespeitada pelo governo, a garantia das liberdades democráticas, as ameaças contra UNE, etc. O que não dá, é usar deste pretexto para defender o STF que segundo Mariana, que já assinara manifesto em defesa desta instituição, é o “guardião da Constituição Federal”. Mas com que mandato afirma tal posição? Porque não exigiram a Liberdade de Lula, conforme decisão dos fóruns da UNE? Na verdade, Mariana estava expressando a posição de seu Partido, o PCdoB.  Como explica Ricardo Capelli, ex-presidente da UNE, refletindo a posição do PCdoB, “defender o STF é a tarefa democrática do momento”. Mariana diz que a defesa da democracia é marca da UNE que teve “dirigentes mortos, torturados e perseguidos pela ditadura civil-militar”. Correto.  Mas, não foi esse “guardião da democracia” que anistiou torturadores do regime militar que assassinaram dirigentes estudantis como Honestino Guimarães e Edson Luís? Não foi este tribunal que, sob a luz da Constituição de 88, coordenou os trabalhos do golpe do impeachment contra a Dilma e, agora seu presidente, Dias Toffoli, bajula  Bolsonaro  que está saqueando o país e retirando direitos? Ora, o STF está mais para guardião dos golpes de estado e do atropelao dos direitos constitucionais conquistados nas lutas. Por isso Lula é mantido preso, com a anuência do STF.Na defesa da democracia, a tarefa da hora é lutar pela liberdade de Lula, e não bajular o STF, o supremo tribunal do podre poder Judiciário que o condenou sem provas.

Organizar a juventude contra a reforma da previdência!

Organizar a juventude contra a reforma da previdência!

O cenário atual no Brasil está marcado pelas mobilizações do dia 22/03. O “esquenta” da greve geral foi um sucesso. Centenas de milhares foram às ruas contra a reforma da previdência de Bolsonaro. Cerca de duas semanas depois, dia 07/04, milhares voltaram às ruas em defesa da liberdade do ex-presidente Lula. A juventude esteve presente na defesa dos direitos e da democracia.