Prender para resolver o quê?

Prender para resolver o quê?

Em 2016 mais de 62.500 pessoas foram assassinadas no Brasil, destas 33.590 eram jovens entre 15 e 29 anos de idade, mais da metade. Entre os jovens negros, a chance de ser assassinado é 2,7 vezes maior que a de não negros, sendo que 76,2% dos assassinados pela polícia são negros (Atlas da Violência, 2018). Diante desta realidade, um questionamento é essencial: são os jovens, sobretudo os negros, os principais responsáveis pela violência no Brasil? Definitivamente, não.

Rebeliões escravas

Rebeliões escravas

Neste mês de Novembro, mês da Consciência Negra, em que o farsante Bolsonaro acaba de ser eleito; em que um membro do MBL diz que a Ku Klux Klan é de esquerda, após esta declarar apoio ao Bolsonaro; em que a proposta do “Escola Sem Partido” está em discussão no Congresso Nacional, é importante resgatarmos acontecimentos, lutas, resistências e etc do nosso Brasil. Mais particularmente é importante mostrarmos exatamente a história que tentam falsear, maquiar e impedir de ser ensinada e discutida, pois, como diz o autor do texto abaixo, os poderosos “só admitem relatos de eventos que lhes garanta uma imagem positiva e, com isso, a continuidade de seu poder.

UNE reedita cartilha que ensina como formar CAs e DCES

UNE reedita cartilha que ensina como formar CAs e DCES

Publicação pode ser baixada online e incentiva participação dos estudantes no movimento estudantil A universidade é um espaço onde os jovens podem organizar coletivamente suas opiniões e também formularem propostas. A essa atividade, que acontece dentro e fora das salas, é dado o nome de movimento estudantil, algo que envolve tanto a organização de uma festa como a participação em uma passeata, a criação de uma empresa júnior ou a representação política para debater as principais questões do país. Nesse processo, os jovens se organizam em entidades como os DAs, DCEs, Uniões Municipais e Estaduais de estudantes, Executivas Nacionais de cursos. Todas essas organizações juntas formam, há mais de 81 anos, a União Nacional dos Estudantes (UNE). Existem diversas formas para participar da UNE e do movimento estudantil. A principal é a própria colaboração em cada DA, DCE ou qualquer outra entidade dos estudantes, debatendo os problemas locais e propondo soluções. Para sanar as dúvidas em relação ao tema e incentivar a participação dos estudantes no movimento estudantil a UNE reeditou a cartilha que explica um passo a passo como formar seu CA, DA ou DCE. Fonte: UNE ACESSE A CARTILHA 👇

Nota do PT: Repúdio à violência policial contra candidatos no PR

Nota do PT: Repúdio à violência policial contra candidatos no PR

O estado de exceção vem se aprofundando desde o golpe de 2016. O mesmo estado que destrói direitos tenta nos impedir de lutar, sobretudo quando apontamos uma saída política para interromper o golpe. Assim como os tiros disparados contra a caravana de Lula, que seguem sem apuração, são inaceitáveis os últimos casos de violência contra os candidatos do PT do Paraná, Edna Dantas e Renato Almeida. Atos de violência física são a face mais reacionária de uma perseguição política que o PT sofre da justiça e da mídia. Defendemos o PT dessa perseguição e seguiremos na rua lutando por um “Brasil feliz de novo” Segue a nota do PT sobre os casos de violência. Nesta noite de domingo, 09, o candidato a deputado pelo PT Paraná, Renato Almeida Freitas, fazia panfletagem no centro de Curitiba e foi agredido pela Guarda Municipal que o atacou com balas de borracha e o levou preso. Nenhum motivo para a prisão e nem para a violência policial. Da mesma forma, no dia 07, durante o desfile cívico, Edna Dantas, candidata a deputada estadual pelo PT-PR, realizava manifestação em prol da libertação do presidente Lula junto a outros militantes do partido e foram agredidos e detidos pela Polícia. Nos dois casos, a única explicação para a perseguição é que ambos são negros, do PT e dos movimentos sociais. O que estamos vendo é uma assustadora onda crescente de violência e perseguição a quem se manifesta e luta a favor dos oprimidos. Não houve nenhuma preocupação com os ônibus da Caravana do Presidente Lula que giram alvejados, estamos há seis meses sem saber quem matou Marielle e ainda o judiciário determina que não podemos nos manifestar em apoio a Lula. Estive hoje acompanhando, logo que soube, o desenrolar da prisão arbitrária do Renato. Como estarei solicitando desde já apuração sobre desvio de função policial em ambos os casos. Estou ao lado da Democracia e, portanto, lutando contra o estado de exceção que vivemos. Basta de perseguição! Basta de violência! Por Dr. Rosinha, presidente do PT Paraná.