A juventude quer viver! Fim ao genocídio da juventude negra!

A juventude quer viver! Fim ao genocídio da juventude negra!

Pesquisa recente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) afirma que o desemprego atinge 12,3% dos brasileiros, número este, correspondente ao total de 13 milhões de desempregados no país. Segundo o mesmo IBGE, o número de subutilizados – aqueles que desistiram de procurar emprego – atingiu número recorde desde 2012. O aumento dos trabalhadores no mercado informal também apresentou crescimento recorde, no primeiro trimestre de 2018. Na juventude, o número de desempregados é mais alarmante, chegando a 40% da força de trabalho jovem no país. Tais números, que comprovam a piora das condições de vida, ligam-se ao resultado do aumento da violência e dos homicídios, principalmente, entre os jovens pobres e negros.

Juventude Revolução do PT de cara nova!

Juventude Revolução do PT de cara nova!

É isso mesmo! Não é maquiagem, não é fantasia! A Juventude Revolução do PT realizou uma enquete pra decidir nossa nova logomarca. Por ampla maioria, nossos militantes, ex-militantes e contatos escolheram qual será a nossa nova identidade visual, depois da decisão de entrarmos no PT e em meio à luta dos jovens contra os cortes na educação e em defesa da previdência. A cara é nova, mas a luta é a mesma e cada dia maior. De cara nova, estaremos no 7° Congresso do PT, defendendo autonomia pra a juventude petista, somando forças no combate à reforma da previdência e em defesa da educação. Tamo junto! Viva o PT! Some-se à Juventude Revolução! Estamos em processo de transição! Para facilitar a atualização dos núcleos, o CNJR disponibiliza no link abaixo uma pasta com todos os arquivos necessários para utilização da nova identidade visual.A pasta contém um arquivo chamado “1. Manual.pdf” esse arquivo é leitura obrigatória que visa ajudar o desenvolvimento dos núcleos. 📂  http://bit.ly/JRdoPT-MidiaKit

Ato pela liberdade de Luisa Hanune

Ato pela liberdade de Luisa Hanune

A Juventude Revolução do PT se solidariza com a luta pela liberdade de Luisa Hanune – dirigente do PT Argelino. A sua prisão que é política foi determinada por um tribunal militar que ocorreu às vésperas de grandes manifestações de massa pelo “fim do sistema” que ocupam as ruas de Argel, capital da Argélia. Convocamos todos os jovens à se somarem no ato em frente à embaixada da Argélia em Brasília.

11 de junho na Argélia: Os estudantes outra vez nas ruas!

11 de junho na Argélia: Os estudantes outra vez nas ruas!

Em todas as cidades da Argélia, uma vez mais, os estudantes foram às ruas. E pela décima sétima terça-feira consecutiva. Em Argel, eles eram dezenas de milhares a se manifestar apesar do gigantesco aparato policial que bloqueava os acessos à praça em frente ao prédio principal dos Correios. A palavra de ordem em todas as manifestações estudantis é, em primeiro lugar, o rechaço ao “diálogo” chamado pelo presidente em exercício e a exigência de que ele caia fora!Muitas palavras de ordem também questionam o papel do chefe do Estado Maior (das forças armadas, NdT): “Estado civil, chega de regime militar!” Publicado originalmente no jornal Informations Ouvrières

Liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune na Argélia

Liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune na Argélia

Desde o último dia 9 de maio, a secretária-geral do Partido dos Trabalhadores da Argélia, Louisa Hanoune, encontra-se presa por decisão do Tribunal Militar de Blida, após atender convocação a prestar depoimento como testemunha. Essa prisão é injustificada sob todos os pontos de vista. Louisa Hanoune é uma militante de larga trajetória na Argélia, tendo sido candidata pelo seu partido a presidente da república em três oportunidades – em 2004 foi a primeira mulher argelina a candidatar-se a esse posto, em 2009 e em 2014 -, além de deputada da Assembleia Nacional por cinco mandatos consecutivos desde 1997. Louisa é também uma das coordenadoras do Acordo Internacional dos Trabalhadores e Povos. A sua prisão por um tribunal militar ocorreu às vésperas de grandes manifestações de massa pelo “fim do sistema” que ocupam as ruas de Argel e outras cidades do país todas as sextas-feiras desde 22 de fevereiro passado, com o povo argelino expressando de forma contundente a sua vontade de construir uma democracia verdadeira. Em 10 de maio, a exigência de “Liberdade para Louisa Hanoune” foi levantada nessas manifestações. Muitas já são as vozes que se levantam na Argélia e outros países, independente da opinião política de cada um, contra essa arbitrariedade. A Juventude Revolução do PT se soma a elas na exigência dirigida às autoridades responsáveis pela sua prisão: Liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune! Conselho Nacional da Juventude Revolução do PT

NOTA OFICIAL: Contra as agressões sofridas pelos presidentes da UBES e da UNE

NOTA OFICIAL: Contra as agressões sofridas pelos presidentes da UBES e da UNE

A Juventude Revolução do PT repudia as agressões sofridas pelos companheiros da UNE e UBES na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Pedro Gorki (UBES) e Marianna Dias (UNE) foram impedidos de fazerem falas contra os cortes na educação que o governo Bolsonaro aplicou. Essas práticas não nos intimidarão, continuaremos na luta contra os cortes, contra a reforma da previdência e pela liberdade de Lula. Dia 30/05 é dia de tomar as ruas em defesa da educação e da previdência. Rumo à greve geral no dia 14/06! A Juventude Revolução do PT repudia as agressões sofridas pelos companheiros da UNE e UBES na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Pedro Gorki (UBES) e Marianna Dias (UNE) foram impedidos de fazerem falas contra os cortes na educação que o governo Bolsonaro aplicou. Essas práticas não nos intimidarão, continuaremos na luta contra os cortes, contra a reforma da previdência e pela liberdade de Lula.Dia 30/05 é dia de tomar as ruas em defesa da educação e da previdência. Rumo à greve geral! A UNE e a UBES estiveram nesta quarta, 22 de maio, na audiência com o ministro da educação na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Os presidentes das entidades ouviram atentos as falas dos deputados e as respostas do ministro Abraham Weintraub. Após cinco horas de audiência, a presidenta da comissão deu aos representantes estudantis o direito à fala. Contudo deputados da base governistas, empenhados em impedir o pronunciamento dos estudantes, fizeram tumulto com a mesa e, não satisfeitos, partiram, junto a seguranças da Casa, à agressão física. Arrastaram o presidente da UBES, Pedro Gorki, e a presidenta da UNE, Marianna Dias, para fora do plenário. Repudiamos veemente a atitude desproporcional dos deputados e reafirmamos nosso compromisso com a ciência, a pesquisa e a educação pública. Tais atitudes evidenciam o desespero da base do governo pela grande proporção dos atos de rua. Não seremos calados ou coagidos! No 15M demos uma aula nas ruas e no 30M voltaremos às ruas contra os cortes a educação! União Nacional dos Estudantes União Brasileira dos Estudantes Secundaristas Associação Nacional dos Pós-Graduandos

Cortes na educação nos governos do PT X (des)governo Bolsonaro

Cortes na educação nos governos do PT X (des)governo Bolsonaro

A resposta aos cortes do governo Bolsonaro foi dada nas ruas! Milhões de estudantes e trabalhadores saíram às ruas no dia 15/05 – Greve Nacional da educação, mandar o recado em uma só voz: “Não aos cortes!” A situação reacendeu uma discussão levantada pelos abutres que rondam o PT. Esquerdistas e defensores do governo Bolsonaro “Mas o PT também cortou da educação em seus governos”. Uma cortina de fumaça levantada para ofuscar a gigantesca mobilização do dia 15. Será que os cortes de antes são os mesmos de hoje? É verdade que não houve mobilização contra os ajustes fiscais dos governos petistas? O texto abaixo traz uma discussão que abre o caminho na enxurrada de informações que estão sendo lançadas. Confira 👇 1️⃣ Como os movimentos portaram-se em 2015? ↩️ O ajuste fiscal de 2015 foi um erro do governo Dilma – que, diante das pressões golpistas do mercado/mídia/oposição (desde o final de 2014 chantageando-a e ameaçando derruba-la), acabou capitulando. Dilma mesma reconheceu este erro em várias entrevistas pós-golpe. O movimento sindical (boa parte dirigido por petistas e simpatizantes) foi à luta. A CUT liderou, junto com outras centrais, inúmeras manifestações de rua contra o plano Levy e seus contingenciamentos no decorrer de 2015. Nós, na Unifesp – com a participação ativa da Adunifesp e de seus diretores e apoiadores, eu inclusive – participamos de (e impulsionamos) vários atos e mobilizações. É o que se espera de sindicatos, que devem ser independentes em relação a governos, partidos etc. Nas manifestações do final de 2015, o movimento sindical/popular apresentou duas consígnias centrais: “Não ao Ajuste Levy!” e “Não ao Golpe!” (Cunha/mídia/mercados/judiciário já haviam dado os primeiros passos do impeachment, ataque brutal à democracia e, como vimos, aos direitos do povo). Dito isso, pergunto: 2️⃣ São contingenciamentos semelhantes? 🤔 Tecnicamente, em si e descontextualizados, eles podem até ser comparáveis. Mas é muita desonestidade intelectual equiparar a política educacional de Bolsonaro (inclusive mas não só o “contingenciamento”) com a dos governos do PT – e achar que nosso movimento deve reagir às coisas por igual. No Lula-Dilma, a Educação pública teve um dos maiores incrementos orçamentários da história do país. Claro que gostaríamos que fosse bem mais, mas houve sim avanços significativos. Durante o Lula/Dilma: 💰 As verbas orçamentárias à Educação (ao MEC) mais do que triplicaram em termos reais. Lembrando que elas estavam estagnadas durante todos os anos 90, até o fim do governo FHC em 2002/3. 📈 Entre 2003 e 2016, as verbas às Universidades e Institutos Federais saltaram de 23 para mais de 60 bilhões de reais (tudo corrigido pelo IPCA de 2018), como mostra o gráfico abaixo. 🎓 Foi isso que garantiu a expressiva expansão das universidades via Reuni e Pronatec: entre 2004 a 2014, foram 360 novas escolas técnicas, 18 novas universidades federais; 173 novos campi; e o número de estudantes universitários (federais) dobrou, de meio para quase um milhão. Aliás, como reflexão, essa expansão ajuda a explicar a enorme capilaridade das manifestações do dia 15 de maio