letras
Na terça feira, dia 14 de junho, por iniciativa dos estudantes do Centro Acadêmico Livre de Letras, aconteceu uma reunião que contou com a presença de estudantes e professores dos cursos de Letras da UFSC para fundação do Comitê de Letras Contra o Golpe. A UFSC já conta com um Comitê Geral Contra o Golpe que envolve as três categorias (estudantes, professores e técnicos) mas com o acirramento dos ataques percebeu-se a necessidade de atingir mais alunos do curso e organizar atividades locais nas bases. No curso de Letras, o debate da situação política do nosso país já vinha acontecendo desde o ano passado na luta contra os cortes na educação e os efeitos do golpe em curso já são sentidos na Universidade pública, principalmente em questões de ensino, pesquisa, extensão e permanência estudantil.
O comitê foi fundado sobre os eixos de ser contra o governo ilegítimo e golpista de Temer, fazer a defesa da educação pública gratuita e de qualidade e combater os ataques dos golpistas à educação – como o sucateamento das universidades públicas, o fim do Fundo Soberano do Pré-sal e da obrigatoriedade do investimento mínimo em educação para estados e municípios, contra o projeto Escola Sem Partido e em repúdio à extinção do Ministério da Ciência.
Já na primeira reunião, além de se estabelecerem contatos e canais de comunicação, foi tirada uma agenda de intervenções de uma semana para denunciar o golpe e propagandear o comitê entre o conjunto dos estudantes, para assim ampliar a mobilização no Centro de Comunicação e Expressão contra as ações e a ilegitimidade do governo golpista. É hora de organizar a resistência em nossos locais de estudo e trabalho. Na UFSC, Letras resiste! Fora Temer!

Milena Leão é militante da Juventude Revolução em Florianópolis, Santa Catarina.

Na UFSC, estudantes e professores lançam o Comitê de Letras Contra o Golpe
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Um comentário sobre “Na UFSC, estudantes e professores lançam o Comitê de Letras Contra o Golpe

  • 29/06/2016 em 02:47
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    Que a juventude impulsione esses comitês e organize as universidades para a greve geral!

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